Má-fé de familiar nas alterações de beneficiários em seguros de vida é rechaçada pela Justiça
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Dois filhos de um segurado alegaram que eram os únicos beneficiários de duas apólices de seguros de vida contratadas pelo pai. Contudo, ao tentarem receber os valores do seguro após o falecimento do pai, foram informados de que o pai tinha indicado como beneficiária sua irmã, tia dos dois filhos. De acordo com as apólices alteradas, a irmã do segurado teria direito à 100% (cem por cento) de uma das apólices e à 50% (cinquenta por cento) da segunda apólice de seguro.

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