Brasil,

Cliente descobriu que sua Ferrari havia se envolvido em grave acidente apenas quando foi contratar o seguro

  • SEGS.com.br - Categoria: Seguros

Um cliente do Estado de Minas Gerais adquiriu de uma loja de comércio e importação de veículos, uma Ferrari F- 430 por R$1.170.000,00 (um milhão, cento e setenta mil reais), sem saber que o carro teve sua estrutura recuperada após se envolver em acidente grave. Destacando que a vendedora da loja deixou de informar ao cliente, que o veículo objeto do contrato de compra e venda apresentava histórico de "recuperação".

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Homem casado não pode incluir concubina como beneficiária no seguro de vida

  • SEGS.com.br - Categoria: Seguros

Um segurado do Rio de Janeiro (RJ), sem ter dissolvido seu matrimônio, convivia com a concubina desde a vários anos, de forma pública e contínua, ao mesmo tempo em que mantinha o relacionamento com a esposa. Ciente de que a concubina ficaria fora de sua herança, ele contratou uma apólice de seguro de vida em que indicou a própria concubina como beneficiária em (75%) do capital segurado, ao lado do filho que teve com a concubina em (25%), do mesmo capital segurado. O segurado indicou também, em segunda hipótese, o seu filho como segundo beneficiário, para receber o total da indenização (100%) caso a mãe (concubina) não pudesse receber sua parte.

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Funcionária de corretora de seguros que passava informações a empresas concorrentes pode ser despedida por justa causa

  • SEGS.com.br - Categoria: Seguros

A 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS) manteve a despedida por justa causa de uma funcionária de uma corretora de seguros que transferiu dados de clientes e manipulou cotações em benefício de uma outra empresa corretora de seguros concorrente. Os desembargadores foram unânimes ao confirmar a sentença do juiz da 12ª Vara do Trabalho de Porto Alegre (RS).

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Proprietária de imóvel é condenada a pagar pensão vitalícia a pedreiro que sofreu queda enquanto consertava o telhado

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Um pedreiro autônomo, sofreu uma queda enquanto consertava o telhado de uma casa, trabalhava pelo regime de empreitada, recebia R$ 500 (quinhentos reais) por semana, decidia seus horários e tinha um ajudante contratado por conta própria. No acidente, ele bateu com a cabeça e o cotovelo na calçada. Conforme a perícia médica, a lesão do cotovelo causou uma redução parcial e permanente na capacidade para o trabalho, por perda de movimentos.

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Cabe à seguradora providenciar a transferência e a baixa do registro do veículo indenizado junto ao Detran

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Um segurado residente em Brasília-DF conta que o seu veículo foi roubado na cidade de Águas Lindas de Goiás, GO, e a seguradora pagou a indenização pela perda total do veículo. Ele relata que, para o recebimento da indenização foi obrigado a entregar para a seguradora o Documento Único de Transferência (DUT), devidamente assinado e com firma reconhecida mas para a sua surpresa e decepção, a seguradora não realizou a transferência do veículo para o seu nome e nem cumpriu com a obrigação de pagar os débitos referentes ao Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e nem a Taxa de Licenciamento Anual cujos débitos foram cobrados pela Secretaria de Fazenda do Distrito Federal. Informa também que, por conta disso, teve o seu nome inscrito na dívida ativa e negativado nos órgãos de proteção de crédito.

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Seguradora é condenada em Danos Morais por exigir exame de DNA de filho legítimo para receber indenização do seguro de Vida

  • SEGS.com.br - Categoria: Seguros

O que era para ser um procedimento normal, rotineiro e conforto material para os familiares beneficiários de uma apólice de seguro de vida, após a morte do segurado, virou motivo de chacota e constrangimento. Uma viúva precisou submeter o filho a exame de DNA para a criança ter direito ao recebimento do seguro de vida deixado pelo pai. A exigência da seguradora, que se recusou a aceitar tão somente a certidão de nascimento, foi considerada exigência excessiva e abusiva pela juíza da 1ª Vara Cível da Comarca de Rio Verde, Estado de Goiás. Nesse sentido, a seguradora foi condenada a pagar a condenação em Danos Morais, no valor de R$ 10 mil (dez mil reais) e, ainda, ressarcir o valor despendido pela família com a análise laboratorial, exame de DNA, no valor de R$ 1,7 mil (um mil e setecentos reais)

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