Brasil, 12 de Novembro de 2019

TOKIO MARINE SEGURADORA

Cai número de cesáreas agendadas no Brasil e melhora direito a acompanhante no parto - pesquisa BabyCenter sobre nascimentos no Brasil

A plataforma digital BabyCenter Brasil volta a editar este ano uma detalhada pesquisa sobre os nascimentos no Brasil – a primeira edição havia sido lançada em 2012 --, feita com 3.500 mulheres que tiveram bebê em 2018. A comparação dos dados revelou uma queda significativa na realização de episiotomias no parto normal. Na pesquisa de 2012, 71% das mulheres que tiveram parto normal disseram ter sofrido a episiotomia. Em 2019, na pesquisa relativa aos nascimentos de 2018, o número caiu para 33%.

Tanto a Organização Mundial da Saúde, nas diretrizes do Cuidado Intraparto para uma Experiência Positiva de Parto (2018) quanto o Ministério da Saúde, nas Diretrizes de Parto Normal (2017), recomendam que a episiotomia, o corte cirúrgico apelidado de "pique" na área do períneo da mulher para supostamente facilitar a saída do bebê, não seja realizada como rotina.

A redução nas episiotomias se verificou igualmente nos partos realizados pelo SUS e pelos planos de saúde, revela a pesquisa BabyCenter. Não houve aumento na incidência de lacerações naturais, segundo constatou a sondagem.

Outro importante avanço foi no direito de acompanhante na hora do parto. Na pesquisa relativa aos nascimentos de 2012, 26,5% das entrevistadas disseram ter ficado sozinhas na hora do nascimento do bebê. Na nova pesquisa, sobre os nascimentos de 2018, esse número caiu para 12%. No SUS, porém, a melhora está sendo mais lenta. Considerando apenas nascimentos pelo SUS, segundo o depoimento das mães, em 2012 48% das mulheres haviam dado à luz sem acompanhantes. Em 2018, o número caiu para 20%.

O direito ao acompanhante no parto é garantido e regulamentado pela lei 11.108, de 2005.

Pela sondagem do BabyCenter, o número de cesarianas agendadas caiu significativamente. Nessa área há enorme diferença entre a situação na atenção privada ou pública. Em números gerais, em 2012 46% das entrevistadas afirmaram ter marcado uma cesariana. Em 2018, foram 35%.

"Quando se separam os números do atendimento privado e do público, porém, são dois mundos diferentes", afirma a editora do BabyCenter Brasil, Fernanda Ravagnani. "Considerando nascimentos ocorridos em planos de saúde, a proporção de cesarianas marcadas caiu de 58% para 49%, enquanto no SUS a proporção subiu um pouco, de 13% para 16%. É importante destacar que aqui estamos falando de cesarianas marcadas com antecedência, não do número geral de cesarianas", comenta a editora.

Em relação à proporção geral de cesarianas, em 2018, elas foram 66% na pesquisa BabyCenter, contra 72% de 2012. Considerando apenas o SUS, segundo as entrevistadas, a proporção de cesarianas cresceu de 44% para 48% de 2012 para 2018. Os números diferem um pouco (para mais cesáreas) dos dados oficiais (Datasus) para a proporção de cesarianas, que em 2017 indicavam uma proporção geral de 56% de cesarianas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que uma taxa entre 10% e 15% de cesarianas seria a mais adequada para cobrir os casos em que há indicação médica e benefício à saúde. Mas em muitos países o número de cesarianas vem crescendo. Na Grã-Bretanha chegou a 26,5% em 2015, e nos Estados Unidos estava em 32% em 2017. A OMS afirma que são necessários mais estudos populacionais para determinar as repercussões do aumento das cesáreas.

A redução no número de cesarianas agendadas significou que mais gente esperou pelo início espontâneo do trabalho de parto, segundo a pesquisa BabyCenter, em comparação a 2012. Isso é reflexo, entre outras coisas, da resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que em 2016 determinou que cesarianas só poderiam ser agendadas depois de 39 semanas de gestação.

Das mulheres que na pesquisa BabyCenter disseram ter entrado em trabalho de parto (excluindo as cesarianas agendadas), caiu a proporção das que acabaram fazendo uma cesariana de emergência (de 47% para 41%). Considerando apenas o SUS, a taxa de "sucesso" do trabalho de parto é maior (33% terminaram em cesariana intraparto em 2018), e esse número se manteve praticamente estável entre 2012 e 2018.

Parto e pré-natal menos centrado em um único médico

A pesquisa do BabyCenter Brasil revelou que o pré-natal e o parto deixaram de ser tão centrados num médico específico, e passou a ser mais atendido por profissionais dos plantões dos hospitais, tanto nos planos de saúde como no SUS. O mesmo em relação ao pré-natal. Em 2018, 18% das mulheres atendidas pelo SUS disseram ter sido acompanhadas no pré-natal principalmente por um médico de família, e 17% por profissionais de enfermagem (comparados a 9% e 11% em 2012, respectivamente).

A diversificação nos profissionais que atendem o pré-natal no SUS não afetou a satisfação das usuárias. Em 2012 45% das usuárias do SUS entrevistadas disseram estar muito satisfeitas com o profissional que liderou o pré-natal; em 2018, o número subiu para 52%.

O atendimento também se mostrou mais interdisciplinar, especialmente na rede privada. Nos números gerais, 15% das entrevistadas disseram ter consultado um profissional nutricionista e 5% um da fisioterapia, além de 25% um enfermeiro/a obstetra. Só 4% disseram ter usado uma doula (que dá assistência emocional e física à mulher), apenas 1% uma parteira/obstetriz e 2% um profissional de acupuntura. Mesmo assim, em 2012 50% do total das entrevistadas (incluindo SUS e atendimento privado) haviam dito ter feito o pré-natal apenas com o médico. Em 2018, esse número caiu para 38%.

Considerando apenas usuárias do SUS, 30% mencionaram a enfermeira obstetra como profissional de saúde com quem mais ficaram satisfeitos, além do principal responsável pelo pré-natal. Em 2012, tinham sido 23%. Além disso, 12% mencionaram como o mais satisfatório o médico de família (contra 8% em 2012).

A maioria dos partos, segundo as entrevistadas, foi realizada pelo profissional de plantão na maternidade, e não pelo médico que acompanhou o pré-natal. Isso aconteceu tanto no setor privado quanto no público, mas no SUS já era bem comum em 2012. Nos números totais, 55% dos nascimentos das entrevistadas ocorreram pelas mãos de médicos plantonistas, contra 34% em 2012. Considerando apenas o SUS, a proporção subiu de 80% para 84%.

Menos programação = mais medo no parto

A pesquisa BabyCenter mostrou que, conforme o parto se tornou um evento menos programado (com a queda no número de cesarianas agendadas, por exemplo), aumentou a sensação de medo das mulheres. Para a pergunta "Você se sentiu mais com medo ou mais animada com o parto?", 26% se disseram mais com medo, contra 21% em 2012. As mães que tiveram bebê no SUS tiveram uma proporção um pouco maior de medo (32%).

Por outro lado, a resposta à pergunta "Pensando na experiência como um todo, quão satisfeita você ficou com o tratamento que recebeu?" registrou melhora. No geral, 56,5% das mulheres deram nota máxima, "muito satisfeita", contra 52% em 2012. Considerando apenas pacientes do SUS, o nível de satisfação máxima cresceu de 46% para 54,5%.

Já em relação à experiência do parto em si, a satisfação caiu. Disseram que "amaram cada minuto do nascimento e não mudariam nada" 37% das entrevistadas. Em 2012, quando os nascimentos eram mais "previsíveis" com o número maior de cesarianas agendadas, essa satisfação máxima havia alcançado 48%. Afirmaram não ter gostado da experiência 15% das mulheres (eram 11% em 2012). O nível de insatisfação no SUS é maior, chegando a 20%. Em 2012, a insatisfação com o nascimento no SUS era de 17%.

Menor acesso a anestesia no trabalho de parto, mais técnicas não medicamentosas

Considerando o acesso a anestesia durante as contrações, a pesquisa BabyCenter indicou que diminuiu o uso dos anestésicos no trabalho de parto, principalmente no SUS. Das mulheres que afirmaram ter entrado em trabalho de parto, em 2012 37% haviam dito não ter recebido analgesia ou anestesia. Em 2018 o número subiu para 57%. Considerando apenas as mulheres atendidas pelo SUS, a proporção de partos sem anestesia , de acordo com o relato das entrevistadas, subiu de 44% para 64%.

Em linha com essa tendência, uma proporção maior de mulheres que tiveram parto vaginal afirmou que o processo foi mais dolorido do que esperavam. Em 2012, 38% disseram que o parto foi mais doído que a expectativa, e 33%, menos. Em 2018 as que disseram que o parto doeu mais do que esperavam foram 45%, e só 24% declararam ter sentido menos dor do que imaginavam sentir.

Houve, porém, aumento no uso de técnicas não medicamentosas de combate à dor e aceleração natural do parto. "É possível perceber pela pesquisa que as técnicas passaram a ser adotadas também no setor privado, já que no SUS seu uso em 2012 já era um pouco mais disseminado", afirma a editora Fernanda Ravagnani. Veja abaixo as principais técnicas usadas, segundo as mães que responderam à pesquisa:

· Chuveiro - 47% (era 30% em 2012)

· Exercícios de respiração - 43% (estável em relação a 2012)

· Mudanças de posição - 42% (estável)

· Caminhada - 41% (era 31% em 2012)

· Bola suíça - 31% (era 13% em 2012)

· Movimentos de balanço - 21% (era 12% in 2012)

· Massagem - 20% (era 13% em 2012)
Hora de ouro

A pesquisa BabyCenter sobre nascimentos no Brasil mostrou que em 2018 aumentou a prática de colocar o bebê no peito para mamar logo após o nascimento e promover o contato pele a pele com a mãe na primeira hora de vida, a chamada "hora de ouro". Em 2012, 58% das mães, independentemente da via de parto, disseram ter tido o bebê colocado no peito ou no colo logo após o parto para o contato pele a pele. Em 2018, o número cresceu para 66%, e não foram encontradas diferenças significativas entre o setor público e o privado.

O índice de amamentação na primeira hora cresceu de 44,5% em 2012 para 56% em 2018. Considerando apenas o SUS, o índice apenas oscilou de 57% para 58%.

O alojamento conjunto do bebê com a mãe também aumentou: passou de 85% em 2012 para 90% em 2018, puxado principalmente pelo setor privado, já que no setor público, de acordo com a pesquisa BabyCenter, a prática já era de 90% em 2012 e se manteve no mesmo nível.

Já em relação à amamentação em geral 37% das mulheres afirmaram que a experiência foi "muito mais difícil do que esperavam", enquanto 24% disseram ter sido "muito mais fácil". Houve apenas uma pequena variação em relação a 2012, quando 34% afirmaram ter sido "muito mais difícil que o esperado".

Ao responder à pergunta "Quem mais ajudou você na primeira semana da amamentação?", as respostas foram:

· A equipe de enfermagem no hospital: 35%

· Minha mãe: 15%

· A internet/mídias sociais: 10%

· Um/a amigo/a ou parente: 7%

· Um profissional do banco de leite: 6%

· Ninguém: 13% (considerando apenas pacientes do SUS, a proporção foi de 19%)

Em comparação a 2012, aumentou a proporção de mulheres que disseram que não tiveram a ajuda de ninguém. Na edição da pesquisa BabyCenter feita com relação aos nascimentos de 2012, esse índice era de 7% (10% considerando só SUS).

Menos procedimentos de beleza, menos visitas e lembrancinhas

A pesquisa BabyCenter Brasil indicou uma redução ddo número de visitas ao hospital após o nascimento do bebê, assim como da distribuição de lembrancinhas para visitantes.

Em 2012, 43,5% das entrevistadas afirmou ter levado lembrancinhas para distribuir na maternidade. Em 2018, a proporção de quem levou lembrancinhas caiu para 26%. Entre as usuárias do SUS, a prática de distribuir lembranças quase não existe: apenas 7% das entrevistadas que deram à luz no SUS distribuíram lembrancinhas (eram 14% em 2012).

Disseram ter feito as unhas logo antes do parto 43% das entrevistadas (contra 57% em 2012), e fizeram depilação profissional na virilha 39% das parturientes, contra 45% em 2012. A depilação profissional das pernas também caiu bastante, de 33% em 2012 para 23% em 2018, mas os índices de quem raspou a virilha ou as pernas em casa, com lâmina, permaneceram estáveis.

O número de visitas no hospital também diminuiu: Em 2012 a maior proporção de respostas havia sido para entre 5 e 10 visitantes (36%). Em 2018 47% das entrevistadas disse ter recebido no máximo 5 visitantes no hospital.

Veja mais resultados da pesquisa Nascimentos no Brasil em 2018

Onde você deu à luz?
Num hospital particular, pagando do meu bolso - 7%
Num hospital pago pelo plano de saúde - 47%
Num hospital público - 44%
Numa casa de parto particular - 0,1%
Numa casa de parto pública - 0,7%
Em casa - 0,35%

Como você escolheu o estabelecimento de saúde onde deu à luz?
Tive o bebê no hospital público que servia minha região - 30%
Fui ao hospital onde meu médico atendia - 28%
Tive o bebê no hospital conveniado ao plano de saúde - 18%
Foi uma recomendação de amigos/familiares/outros profissionais médicos - 18%
Comparei vários estabelecimentos antes de decidir - 11%
Escolhi o mais próximo de casa - 11%
Era o único na região onde moro - 6%
Não pude escolher - 8%

Como você escolheu o principal profissional que cuidou do seu pré-natal?
Com base numa recomendação pessoal - 28% (era 39% em 2012)
Era o único disponível onde eu moro - 28% (era 14% em 2012)
Era parte da rede do meu plano de saúde - 21%
Já me acompanhava havia muitos anos - 20% (era 27% em 2012)
Tinha a localização mais conveniente - 11%
Conheci nas redes sociais - 2%

Você fez alguma coisa para preparar seu corpo para o parto?
Mudei minha alimentação nas últimas semanas - 7%
Fiz massagem - 6%
Fiz fisioterapia pélvica - 6%
Tomei chá ou outras ervas - 5%
Comi tâmaras - 4%
Fiz acupuntura - 2%
Não fiz nada disso - 73%

Quem esteve com você durante o parto?
Parceiro - 71%
Mãe - 8%
Irmã - 4%
Amigo/a - 3%
Doula - 2%
Ninguém - 12%

Você ficou satisfeita com a presença (ou ausência) da pessoa que a acompanhou durante o parto?
Sim - 89%
Não - 11%

Seu parceiro/acompanhante cortou o cordão umbilical?
Sim - 20%
Não - 80%
(Em 2012 a proporção era 10% x 90%)

Você teve uma cesariana agendada?
Sim - 35% (era 46% em 2012)
Tive uma cesariana, mas depois de entrar em trabalho de parto - 30% (era 27% em 2012)
Não, tive um parto vaginal - 34% (era 27% em 2012)

Você teve uma cesariana agendada? (Dados apenas de mulheres que deram à luz no SUS)
Sim - 16% (era 13% em 2012)
Tive cesariana, mas depois de entrar em trabalho de parto - 33% (era 31% em 2012)
Não, tive um parto vaginal - 51% (era 56% em 2012)

Principais motivos para ter marcado uma cesariana:
Medo da dor do parto - 29%
Sensação de que a cesariana era mais segura - 24%
Problemas de saúde da mãe - 18%
Ter passado da data prevista de parto e não querer esperar muito mais - 16%
Tinha cesariana prévia e o médico não recomendava o parto normal - 13%
Tamanho do bebê - 13%
Tinha cesariana prévia e não quis tentar o parto normal - 12%
O bebê estava sentado - 9%
Queria decidir a data - 6%
Me disseram que o bebê estava com o cordão enrolado no pescoço - 3%
Meu bebê estava com problemas e os médicos acharam mais seguro - 3%
Tive parto prematuro e os médicos acharam mais seguro - 3%

Para quem teve parto vaginal: Em relação ao que você esperava, o trabalho de parto foi:
Mais longo - 37,5%
O que eu esperava - 24%
Mais curto - 38,5%

Quantas horas se passaram desde que você começou a sentir contrações até o parto?
Média de 10 horas

O que você fez durante o trabalho de parto?
Apertei a mão de alguém - 54%
Chorei - 50%
Gritei - 33%
Fiz cocô - 25%
Fiquei brava com meu parceiro - 20%
Vomitei - 14%

Você foi submetida a uma episiotomia? (corte cirúrgico no períneo)
Sim - 33% (SUS - 32%)
Não - 67% (SUS - 68%)

Em 2012, a proporção geral era:
Sim - 71% (SUS - igual)
Não - 29% (SUS - igual)

Você teve laceração (rasgo natural no períneo)?
Não - 33%
Sim, pequena - 48%
Sim, grande - 19%

Você usou medicamentos para induzir ou acelerar o parto? (Para todas, menos as que tiveram cesariana agendada)
Não - 60%
Sim, foi uma indução desde o começo - 15%
Entrei em trabalho de parto espontaneamente mas tomei medicamentos para acelerar o processo - 24%

Por que seu parto foi induzido? (Apenas para as que fizeram indução desde o começo)
Eu já tinha passado muito da data prevista de parto - 39% (em 2012 era 30%)
Minha bolsa rompeu mas não tive contrações - 17,5%
Tive um problema crônico ou agudo como diabete ou pressão alta - 15%
Tive pré-eclâmpsia - 7%
Minha placenta não estava funcionando bem - 2%
Outro - 20%

Como você anunciou o nascimento do bebê?
WhatsApp - 88%
Mídia social (Instagram, Facebook etc.) - 37%
Telefone - 28%

Alguém ficou com você na sua casa nos primeiros dias para ajudar com o bebê?
Sim - 70%
Não - 30%
(em 2012 a proporção era 77% x 23%)

O que você achou de ter essa ajuda? (Entre quem recebeu ajuda)

Foi essencial, não teria sobrevivido sem - 84%
Foi bom, mas eu poderia ter cuidado de tudo sozinha - 12%
Mais atrapalhou que ajudou - 4%

Você teve hemorroidas depois do nascimento do bebê?
Sim - 25%
Não - 75%
(Em 2012 a proporção era de 19% x 81%. O aumento provavelmente se deve não ao tipo de parto, segundo os dados disponíveis na pesquisa, mas ao fato de a gestação ir até mais semanas, depois da resolução do CFM de 2016 que determinou o "termo" após 39 semanas. Assim, há mais peso sobre o sistema circulatório, o que favorece a ocorrência de hemorroidas. A duração da gestação não estava no escopo da pesquisa feita pelo BabyCenter Brasil em 2012 e 2018.)
Sobre a pesquisa Nascimentos no Brasil em 2018 - BabyCenter Brasil

O BabyCenter Brasil entrevistou aproximadamente 3.500 mulheres, através de formulário online, sobre nascimentos ocorridos ao longo de 2018. As entrevistadas foram recrutadas entre usuárias cadastradas e não-cadastradas do BabyCenter, tanto quando visitavam o site brasil.babycenter.com como quando usavam o aplicativo grátis Minha Gravidez e Meu Bebê Hoje, além de em boletins sobre o desenvolvimento do bebê enviados por email.

O mesmo questionário já havia sido aplicado a aproximadamente 2700 mulheres em 2013, referentes a nascimentos ocorridos em 2012, e os resultados foram comparados.

O BabyCenter Brasil pertence ao BabyCenter LLC, com sede nos Estados Unidos e presença em vários países, em nove idiomas. Foi lançado no Brasil em 2008. Oferece informações baseadas em evidências científicas sobre preconcepção, gravidez, bebês e crianças até 3 anos, pelo site brasil.babycenter.com e o aplicativo grátis Minha Gravidez e Meu Bebê Hoje. É responsável por um ranking anual de nomes de bebê e periodicamente realiza pesquisas, como a feita sobre a epidemia de zika em 2016, em parceria com o Instituto Patrícia Galvão e a ONU Mulheres.


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