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Entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial completa 75 anos

  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Aparecido Mendes Rocha
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Aparecido Mendes Rocha Aparecido Mendes Rocha

A entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial completa 75 anos em agosto. Embora, na época da guerra (1939-1945), estivesse sendo comandado por um regime ditatorial simpático ao modelo fascista (o Estado novo getulista) dos Países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão), o País acabou participando da guerra junto aos adversários destes, os Países Aliados.

Em fevereiro de 1942, submarinos alemães e italianos iniciaram o torpedeamento de embarcações brasileiras no Oceano Atlântico em represália à adesão do Brasil aos compromissos da Carta do Atlântico (que previa o alinhamento automático com qualquer nação do continente americano que fosse atacada por uma potência extracontinental), o que tornava sua neutralidade apenas teórica.

Após meses de torpedeamento de navios mercantes brasileiros, o povo foi às ruas, mas foi após as propostas feitas pelos EUA de financiar a construção de uma grande usina siderúrgica no Brasil, hoje chamada Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e localizada em Volta Redonda no Rio de Janeiro, entre outras propostas de auxílio à economia nacional, que, finalmente o Brasil declarou guerra à Alemanha nazista e à Itália fascista, em agosto de 1942.

Além de ceder seus portos para as tropas aliadas, o que lhes dava uma posição geográfica estratégica em relação aos adversários, o Brasil também contribuiu de outras formas, como por exemplo, no fornecimento de matérias primas, como a borracha. Foi importante também a participação da marinha brasileira, que realizou o patrulhamento e a proteção do litoral brasileiro, fazendo a escolta de navios para garantir a proteção contra ataques de submarinos alemães.

Sendo, na época, um país com uma população majoritariamente analfabeta, vivendo no campo, com uma economia com foco principal voltado para exportação de commodities, uma política internacional tradicionalmente isolacionista com eventuais alinhamentos automáticos contra “perturbadores da ordem e do comércio internacionais”, sem uma infraestrutura industrial-médico-educacional que pudesse servir de sustentação material e humana ao esforço de guerra que aquele conflito exigia, o Brasil não apenas se viu impedido de seguir uma linha de ação autônoma no conflito como encontrou dificuldades em assumir mesmo um modesto papel. A Força Expedicionária Brasileira, por exemplo, teve sua formação definida na Conferência do Potenji, logo após a Conferência de Casablanca, mas sua criação foi protelada por um ano após a declaração de guerra.

O envio para a frente de batalha foi iniciado somente em julho de 1944, quase dois anos após a declaração. Tendo sido enviados cerca de 25 mil homens, de um total inicial previsto de 100 mil. Mesmo com problemas na preparação e no envio, já na Itália, treinada e equipada pelos americanos, a Força Expedicionária Brasileira cumpriu as principais missões que lhe foram atribuídas pelo comando aliado.

Algumas das informações citadas foram obtidas da enciclopédia livre Wikipédia e do portal Oversodoinverso.

Aparecido Mendes Rocha, especialista em seguros internacionais


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