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Páscoa, no mercado de seguros: Jesus Cristo é o verdadeiro Messias ou uma farsa?

Armando Luís Francisco Armando Luís Francisco

Antes de ser um personagem histórico, Jesus Cristo recebeu uma chancela muito importante para verificação de atributos proféticos das características do Messias, prometido a Israel. Os tesouros de Qumran, mais conhecidos como tesouros do mar morto, autenticaram historicamente as sagradas escrituras. Para conhecimento, e creditando-se aos essênios, uma comunidade judaica que existia na época de Jesus, como depositários dessas escrituras, o fato de terem escondido seus textos sagrados, nas cavernas do mar morto, sendo o tesouro posteriormente encontrado.

A história da descoberta dos manuscritos do mar morto, remontado em 1947, por dois pastores de cabras beduínos, transcende a imaginação de qualquer arqueologista em busca de relíquias sagradas. Aliás, na procura do animal perdido de seu rebanho, um jovem descobriu em cavernas, jarros contendo escritos antigos, grafados em peles de animais, e, infelizmente, mas não deu o valor necessário, por puro desconhecimento do que significavam os objetos.

A história desse achado está escrita em diversos livros que circulam nas livrarias do mundo todo. Porém, hoje, uma parte importante e destacada desse tesouro, que está depositado no majestoso Santuário do Livro, no museu de Jerusalém, pode ser estudado por qualquer pessoa neste planeta.

Por isso, os sete pergaminhos, e uma fragmentação imensa de outros escritos , destacando-se o livro de Isaias completo, dão subsídios a várias conotações importantes: 1. Porque se reconhece que não houve mudanças significativas nos escritos bíblicos, 2. Porque autenticam, com cerca de dois milênios anteriores ao próprio Jesus Cristo, os escritos sagrados, que estão nas mãos de bilhões de pessoas pelo mundo todo, 3. Porque encadeia qualquer tentativa de interpretação contemporânea desses mesmos escritos, 4. Porque reivindica historicamente os locais mencionados, os acontecimentos grafados, as datas anunciadas, os personagens bíblicos , os diversos cruzamentos de fatos históricos, as autorias reconhecidas ou mesmo a parte destas mesmas rubricas e, especialmente, as profecias bíblicas e messiânicas.

O que me deterá agora, do parágrafo acima, sobre este último ponto, é a solução para a questão messiânica do personagem do título, sem a prova da qual, Jesus Cristo não passaria de um jovem judeu revolucionário, com pretensões ambiciosas para àqueles povo e local. De fato, João, o batista, declarou que Jesus era o cordeiro de D'us que tirava o pecado do mundo.

Nesse procedimento de verificação, conforme a Bíblia hebraica, a páscoa anunciada por Moisés exigia o sacrifício de um cordeiro. Essa prática começava no Éden, passava por diversas gerações de Adão, ficando demonstrado em Noé, posteriormente; foi anunciado também pelo sumo sacerdote Melquisedeque, chegando de ofício em Abraão, que passou a Isaque, Israel e sua descendência. Entretanto, mais que um costume da época, era um dever de ofício, nas gerações subsequentes, porque o cordeiro vicário substituiria o pecador, e morreria no lugar deste mesmo indivíduo, que se apresentava perante os levitas sacerdotes.

E é justamente aí que entram os escritos do mar morto, de novo, na procura do Messias restaurador, que libertaria o homem de seus pecados. E pecado nada mais era do que a transgressão da Lei de Deus (êxodo 20:3-17). O crime contra essa Lei moral só era pago com sangue. O pecador deveria morrer, mas era substituído por um animal, geralmente um cordeiro ou pomba sacrificados. Até porque, tudo era oficiado no sagrado santuário desmontável e móvel, depois no luxuoso santuário construído por Salomão, depois a reconstrução de Zorobabel, após o exílio babilônico, e, finalmente, a grande reforma do templo promovida por rei Herodes.

Um hiato necessário aqui é demonstrar que o santuário de Jerusalém foi destruído no ano 70, pelo império romano, que dominava o mundo conhecido. Depois da destruição do templo, o santuário não foi mais reconstruído, acabando-se naquela época o cerimonial do sagrado, terrestre, de Israel. Hoje, um dos símbolos fortes do judaísmo está demonstrado pelo que restou dos muros de Jerusalém, chamado de muro das lamentações.

Entretanto, diante do quadro festivo da Páscoa, e a efervescência de acharmos um verdadeiro Messias, deveríamos primeiro nos tornar verdadeiros céticos quanto a supostos candidatos, que recheiam a história e a contemporaneidade deste nosso mundo.

Inri Cristo, por exemplo, o mais famoso "messias" brasileiro, é considerado uma figura pública, com muitos fiéis seguidores, e se auto proclamando filho de deus. Portanto, seria ele realmente o Messias? E como descobririamos se alguém poderia ser o "Salvador" prometido pela Bíblia? A resposta para essas perguntas está na origem da informação da vinda do próprio enviado: o Messias deveria passar pelo escrutíneo das profecias referentes ao mesmo assunto. A série de testes daria indicativos de que certa pessoa se encaixaria perfeitamente nas profecias messiânicas.

Outrossim, diante de mais indagações, por óbvio, Jesus Cristo não poderia ser considerado uma figura simplesmente mitológica? Não seria Ele um impostor? Não trataria apenas de uma crendice popular obrigada por regimes religiosos totalitários?

Ademais, outro fato que vou demonstrar aqui é que as profecias messiânicas são anteriores mesmo ao nascimento de Jesus Cristo. E esse tempo seria de no mínimo de 400 anos. Como exemplo, no salmo 22, mais de 1000 anos antes de Cristo. Portanto, entre profecia e cumprimento há um tempo longo e escriturístico, atestado pelos escritos do mar morto.

Vamos então ao escrutíneo. A primeira profecia sobre o Messias se encontra em Gênesis 3:15, onde o assunto é a semente da mulher, cumprindo-se em Gálatas 4:4, em Jesus Cristo.

E o Messias seria descendente de Abraão, Isaque e Jacó (Gênesis 12:3, 17:19, Números 24:17), cumprindo em Jesus Cristo (Mateus 1.1, Lucas 3.34 e Mateus 1:2).

Ele, o Messias, seria da tribo de Judá, cumprindo-se em Jesus, em Lucas 3:33. Ele seria herdeiro do trono de Davi (Isaías 9:7), cumprindo-se em Lucas 1:32-33. Ele seria ungido e eterno (Salmo 45:6-7; Salmo 102:25-27) cumprimento em hebreus 1:8-12.

O Messias deveria nascer em Belém (Miquéias 5:2) e Jesus nasceu na cidade de Belém (Lucas 2:4-5,7). O Messias deveria nascer de uma virgem (Isaías 7:14) e Jesus nasceu de uma virgem (Lucas 1:26-27, 30-31). Entretanto, o Messias, quando criança, estaria jurado de morte (Jeremias 31:15) e os pais de Jesus tiveram que sair rapidamente do país, para que a criança não morresse (Mateus 2:16-18). Nesse mesmo contexto, o menino e os pais deveriam fugir para o Egito (Oséias 11:1), cumprindo-se fielmente em Jesus Cristo (Mateus 2:14-15). Haveria uma preparação para o caminho do Messias (Isaías 40:3-5), cumprindo-se especialmente em Jesus Cristo em Lucas 3:3-6. Ele, o Messias, seria precedido pelo precursor (Malaquias 3:1), cumprindo-se em João Batista (Lucas 7:24 e 27). Seria precedido por Elias (Malaquias 4:5-6), sendo a figura do Elias o próprio João Batista em Mateus 11:13-14.

O Messias seria declarado Filho de D'us (Salmo 2:7), conforme Mateus 3:17. O Messias teria o ministério na Galiléia (Isaías 9:1-2), cumprindo-se em Jesus, em Mateus 4: 13-16. O Messias falaria em parábolas (Salmo 78:2-4), cumprindo-se em Jesus em Mateus 13:34-35). O Messias seria um profeta (Deuteronômio 18:15) e Jesus foi profeta (Atos 3:20 e 22). O Messias viria consolar os oprimidos (Isaías 61:1-2), e foi esta uma grande missão de Jesus Cristo, conforme Lucas 4:18-19. O Messias seria rejeitado por Seu povo ( Isaías 53:3), cumprindo-se em João 1:11 e Lucas 23:18.

O Messias seria Sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque (Salmo 110:4), cumprindo-se em Jesus, conforme Hebreus 5:5-6. O Messias entraria triunfalmente em Jerusalém (Zacarias 9:9), e Jesus entrou naquele mesmo lugar, triunfalmente, conforme Marcos 11:7,9,11. O Messias seria amado pelas crianças (Salmo 8:2), e Jesus era amado pelos pequeninos, conforme Mateus 21:15-16. O Messias seria desacreditado pelas pessoas (Isaías 53:1), cumprindo-se em Jesus Cristo, conforme João 12:37-38,

O Messias seria traído por 30 moedas de prata (Zacarias 11:12), e isto aconteceu com Jesus sendo traído por 30 moedas de prata, Mateus 26:14-15. Seria traído por um amigo íntimo (Salmo 41:9), no caso Judas, conforme Lucas 22:47-48. O Messias seria acusado por falsas testemunhas (Salmo 35:11), e foi justamente o que aconteceu com Jesus Cristo (Marcos 14:57-58). Ele, O Messias, ficaria quieto diante das acusações (Isaías 53:7), e Jesus Cristo ficou em silêncio perante Pilatos, conforme Marcos 15:4-5.

O Messias seria cuspido e esbofeteado (Isaías 50:6), e Jesus foi cuspido e esbofeteado, conforme Mateus 26:67. O Messias seria odiado sem razão (Salmo 35:19), e Jesus foi odiado sem qualquer razão, conforme João 15:24-25. O Messias faria um sacrifício vicário (Isaías 53:5), e exatamente isso aconteceu com Jesus Cristo, conforme Romanos 5:6 e 8.

E vamos preenchendo as lacunas e montando o quebra-cabeças. O Messias seria crucificado entre malfeitores (Isaías 53:12), conforme Marcos 15:27-28. O Messias seria pregado pelas mãos e pés (Zacarias 12:10, Salmo 22), e Jesus Cristo foi traspassado pelas mãos e pés, conforme João 20:27. O Messias seria ridicularizado e zombado (Salmo 22:7-8), e exatamente isto aconteceu com Jesus Cristo, conforme Lucas 23:35. O Messias seria injuriado (Salmo 69:9), e as injúrias sobre Jesus foram anotadas em Romanos 15:3. O Messias deveria orar por Seus inimigos (Salmo 109:4), conforme as orações de Jesus em Lucas 23:34.

Ainda para afirmar tais coisas espirituais praticadas pelo Messias, os soldados iriam repartir Suas vestes e jogar sorte por Sua túnica (Salmo 22:17-18), e exatamente isso aconteceu com Jesus Cristo, conforme Mateus 27:35-36. O Messias se sentiria abandonado por D'us (Salmo 22:1), e a maldição do madeiro fez Jesus Cristo sentir-se abandonado por D'us (Mateus 27:46). O Messias não teria nenhum osso do corpo quebrado (Salmo 34:20), e isto aconteceu com Jesus Cristo, nenhum de Seus ossos foram quebrados, conforme João 19:32-33,36. Mas o lado do corpo do Messias seria aberto ou cortado (Zacarias 12:10), e a lança do soldado romano abriu um lado do corpo de Jesus Cristo, conforme João 19:34. O Messias seria sepultado com os ricos (Isaías 53:9), o mesmo que aconteceu com Jesus Cristo, conforme Mateus 27:57-60. O Messias, por fim, seria ressuscitado (Salmo 16:10 e Salmo 49:15), exatamente conforme a sepultura vazia de Jesus Cristo, conforme Marcos 16:6-7. Extraordinariamente, O Messias ascenderia a direita do Pai (Salmo 68:18, conforme o que aconteceu com Jesus Cristo (Marcos 16:19, I Coríntios 15:4, Efésios 4:8).

Mas se todas essas evidências não bastassem para afirmar que Jesus Cristo seria O Messias prometido por D'us, e que Inri Cristo não passasse de uma figura ideologizada e hilária, então as profecias de Daniel 9, especialmente o verso 25, provam até mesmo a data em que o Messias viria ao povo da Judéia, que realmente se casa com a profecia bíblica, conforme Lucas 2:1-2.

Enfim, Buda, Maomé, Gandi e outros personagens espirituais estão nos túmulos, e não podem ocupar o lugar do Messias. Nenhum deles tem tanta evidência como Jesus Cristo. Nenhum delex passa sequer por qualquer das indicações proféticas. Por exemplo, de novo, as profecias de Nostradamus são evasivas, insuficientes, não escriturísticas, sem consenso, sem marcadores, inconsistentes, mas em Jesus tudo se torna real. Em Jesus tudo se cumpriu. E, não dá para dizer que essas profecias foram montadas por quaisquer doutrinações. Muito ao contrário, somente um Relojoeiro poderia conceber tantas nuances reais do Messias e o cumprimento em Jesus.

Por isso, não dá para esperar outro Messias, que se encaixe perfeitamente nos escritos sagrados. E, se ainda tudo se casasse, o encadeamento do tempo descrito em Daniel, profeta de Deus, não permitiria mais nenhum outro Messias.

Fora isso, Jesus impregnou a história. O tempo é contado antes ou depois dEle. Jesus Cristo é o personagem mais falado da história humana. Até mesmo o escrito sagrado muçulmano reverencia Jesus Cristo como profeta. Em todas as correntes teológicas não há maior personagem estudado. Ele é amado, combatido, reverenciado, idolatrado, cultuado, odiado etc. Evidentemente, não há pessoa mais glamourosa que Cristo Jesus. Cristo, ou Messias, foi autenticado pelas escrituras sagradas. Cristo, O Salvador veio destruir a raiz do pecado. Cristo, o homem, foi assunto na terra. E, Cristo, O Filho de Deus, foi assunto no céu. E quem crer nesse Messias, que não é o Bolsonaro ou Lula, entregar-lhe-á a vida, em qualquer situação em que se encontre, e poderá obter a salvação prometida por D'us.

Feliz Páscoa.

Armando Luís Francisco
Jornalista e Corretor de Seguros


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