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Coronavírus: resposta rápida da saúde suplementar

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Em uma das piores crises sanitárias da história, o segmento de saúde suplementar no Brasil respondeu rápido e, integrado ao SUS e à Agência Nacional de Saúde (ANS), está atuando decisivamente para atenuar o impacto da epidemia de COVID-19 na população.

Além da estrutura responsável pelo atendimento de mais de 47 milhões de beneficiários, que conta com mais de 163 mil leitos e 160 mil médicos, o segmento entrou com toda a expertise em boas práticas e modelos mais eficientes de gestão e com os canais de comunicação próprios no esforço coletivo de combate à doença.

Mas o mais importante para o resultado até agora foi que as operadoras anteciparam o tamanho do desafio e se posicionaram imediatamente para cumprir o compromisso assumido com os clientes e a sociedade.

No dia 10 de março, com “apenas” 34 casos confirmados e ainda sem registro de mortes, as operadoras se reuniram com a ANS para oficializar a inclusão do exame para a doença no rol de procedimentos obrigatórios. Na ocasião, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) afirmou que o segmento já estava preparado para a incorporação do teste.

“Manifestamos compromisso de atuar tanto nos tratamentos de pacientes diagnosticados, conforme já vem acontecendo em casos em que há cobertura, quanto nos testes laboratoriais para detecção do vírus”, afirmou Vera Valente, diretora executiva da Federação.

Antes disso, porém, já era possível observar “operadoras arcando com o custo” do exame mesmo sem a obrigação contratual, como registrou reportagem do Globo. “É o caso da Bradesco Saúde que comunicou a rede hospitalar credenciada, na semana passada, que arcaria com o custo”, destacou a reportagem.

Ainda em fevereiro, a Amil informou à revista Apólice que suas unidades hospitalares já estavam “orientadas quanto ao fluxo de notificação de casos suspeitos às secretarias de saúde e suas equipes receberam treinamento sobre como identificar, isolar e tratar casos suspeitos”.

Desde o início, as operadora utilizaram todos os canais de comunicação para incentivar medidas preventivas e a FenaSaúde, junto com a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), de pronto assinou um manifesto concordando que “as medidas de isolamento social fortemente recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelas autoridades sanitárias de nosso país (...) são as únicas atitudes, até o momento, capazes de conter a evolução da doença”.

Com a evolução da emergência, o segmento colaborou para a adoção de novas práticas e ajustes pontuais que tornaram a assistência mais eficiente. Incentivados por ações de sucesso realizadas por SulAmérica e Omint, por exemplo, que expandiram o acesso a orientações médicas por videoconferência e telefone, o Conselho Federal de Medicina (CFM) autorizou e a ANS regulamentou a utilização da telemedicina, um pleito antigo das operadoras.

Reportagem do Estadão registrou que, depois disso, a demanda pelo serviço aumentou em até sete vezes e que a “modalidade evita sobrecarga de hospitais e reduz risco de infecção pela covid entre pacientes”.

Com base na estimativa do crescimento da demanda por atendimento, as empresas apoiaram a ANS em medida que pretendeu garantir o máximo de recursos para o atendimento da emergência e ampliou excepcionalmente os prazos para a realização dos procedimentos sem caráter emergencial e não relacionados com a covid-19.

Aos clientes, a FenaSaúde informou que “não serão prejudicados (...) na medida em que ficam ressalvados tratamentos de urgência e emergência, assim como mantidos os prazos para casos em que os tratamentos não podem ser interrompidos ou adiados”. E completou: “Consideramos a medida acertada, ainda que insuficiente, para que as operadoras de planos de saúde direcionem seus recursos financeiros, físicos e humanos para o enfrentamento da pandemia”.

Do ponto de vista econômico, a Federação alertou que “é preciso estar muito atento e consciente da necessidade de resguardar a robustez do sistema de saúde suplementar, e, dessa forma, também evitar fragilização maior do sistema de saúde brasileiro como um todo diante do agravamento da pandemia”.

Solícita, a ANS autorizou o adiamento da constituição de reservas para ressarcimento ao SUS e do PEONA, além da antecipação do congelamento da margem de solvência. Com isso, as empresas terão uma folga no caixa para fazer frente aos gastos, que realmente são altos.

Em 2018, os planos de saúde pagaram R$ 160 bilhões em despesas assistenciais dos beneficiários. Este ano já foram aproximadamente R$ 44 bilhões e, por causa da emergência, o número deve explodir nos próximos meses. Ainda assim, o analista do Credit Suisse, Maurício Cepeda, concluiu, de acordo com o Valor Econômico, que as grandes operadoras “têm liquidez para arcar com os custos”.

Tão certo quanto vamos superar essa crise é que a saúde suplementar vai cumprir seu compromisso com os clientes e a sociedade até o final.



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