No Novo DPVAT e nos demais arranjos, no final do espetáculo, o céu não existe mais, Deus não aplaudiu, se levantou, saiu e puniu!
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Da peça mal montada e produzida,
Da peça mal montada e produzida,
Somente cinco Estados, e eu pergunto: por quê? Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba, Sergipe – por que o sufrágio da tertúlia? Diga, então, se você sabe. Diga, se você ouve e vê, uma conexão ou parúlia?
A resistência da maioria dos estados em assumir a cobrança do novo seguro obrigatório, o SPVAT, é um sinal claro de que algo precisa ser repensado. Optar por não realizar a cobrança por meio dos Departamentos de Trânsito não significa que o seguro não será cobrado; no entanto, revela que existe uma série de preocupações e dúvidas não resolvidas que merecem atenção. Assim, fica a questão: por que tantos estados estão relutantes em implementar essa cobrança?
É compreensível que existam diferentes visões sobre o novo DPVAT, mas cabe a todos nós refletir seriamente sobre os motivos que levaram essa nova modalidade a ser aprovada com tamanha resistência. Afinal, estamos falando de uma medida que já nasce sob olhares críticos, ao ponto de apenas cinco estados aceitarem sua implementação. O Estado de São Paulo, por exemplo, conhecido por sua robusta infraestrutura e liderança econômica, optou por não cobrar o seguro. Isso nos leva a pensar: o que explica essa relutância?
Como permitimos a passagem desse verdadeiro circo de horrores, o antigo DPVAT? É difícil de acreditar, mas tenho plena convicção de que a maioria dos brasileiros desconhecia aquele seguro obrigatório. E, se soubessem, dificilmente apoiariam sua continuidade ou o novo modelo que agora está sendo implementado.
Alan Turing, o matemático brilhante que ajudou a vencer a Segunda Guerra Mundial, é um exemplo perfeito de como a genialidade muitas vezes não é reconhecida em seu tempo. Ele decifrou os códigos enigmáticos criptografados nazistas da máquina Enigma, com sua invenção e mudou o curso da história. No entanto, o reconhecimento de Turing veio minúsculo e tardiamente. E aqui vem o paralelo: o mercado de seguros brasileiro vive uma situação semelhante de desconforto, travado pela falta de visão e incapacidade de reconhecer e valorizar o potencial à sua frente.
Eu sei, o título parece inacreditável. US$ 23 bilhões até 2026. Isso mesmo. E antes que você diga que é pegadinha, pare tudo e leia aqui com atenção. Essa previsão vem de uma fonte extremamente confiável: o relatório da Mordor Intelligence. Se você ainda está duvidando, fique tranquilo, pois os números não mentem. E, quer saber mais? Esses bilhões estão prontos para serem explorados por quem tem visão de futuro e sabe navegar em oceanos azuis.
Quem é a maior fabricante de vidros automotivos do mundo?
No dinâmico e em constante evolução mercado de seguros, novas oportunidades surgem à medida que a demanda por soluções personalizadas e inovadoras cresce. Segundo conversas recentes com líderes de grandes seguradoras, o mercado voltou seu olhar para alguns produtos e serviços específicos fornecidos, que antes eram subestimados: o vidro automotivo, o farol, a lanterna e o pequeno reparo . E, surpreendentemente, muitos desses executivos me agradeceram por chamar atenção para essa oportunidade emergente, um verdadeiro "oceano azul" dentro do mercado.
““RESOLUÇÃO CONTRAN Nº 960, DE 17 DE MAIO DE 2022, Art. 13. “Para efeito desta Resolução, as trincas e fraturas de configuração circular são consideradas dano ao para-brisa””.
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