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Mercado de seguros desacelera queda em maio

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Após um a forte queda de arrecadação em abril, o mês de maio mostra uma desaceleração no ritmo da retração e aponta para uma retomada do setor de seguros nos próximos meses, segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg). ‘Depois da pancada grande de abril, o mês de maio apresentou uma significativa melhora na comparação mensal’, afirma o presidente da entidade, Marcio Coriolano. No ano, até maio, o setor de seguros, sem considerar o DPVAT e os produtos de saúde, teve uma receita de R$ 97,78 bilhões, o que representa um recuo de 5,62% ante o mesmo período de 2019. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a arrecadação de R$ 17,52 bilhões em maio significa uma queda de 22,1%.

A retração do quinto mês de 2020 na comparação anual foi, no entanto, menor do que a vista em abril. O mês inicial do segundo trimestre, que marcou o primeiro período cheio de 30 dias já dentro do isolamento social, apresentou um recuo de 26% em termos de receitas consolidadas.

Na base mensal, maio teve um crescimento de 11,4% frente a abril. As maiores quedas em maio ficaram com os ramos de grandes riscos, que retraiu 58,1%; riscos de engenharia, com recuo de 28,9% ante abril; garantia estendida, com redução de 51,8%; e massificados, que teve uma diminuição de receita de 18%.

Dos produtos mais conhecidos, o seguro auto teve crescimento mensal de 2,6%, enquanto as apólices de vida subiram marginalmente, com alta de 0,8% em maio. Ainda em termos de comparação mensal, a grande vedete de maio foi o VGBL que teve um crescimento de 49,7% e recuperou a queda de 38,9% vista em abril. Na base anual, porém, esse tipo de plano de previdência privada aberta amargou retração de 33,4%.

Outro segmento que praticamente não viu crise foi o de seguro agro. O ramo cresceu 10,9% em maio ante o mesmo mês de 2019. Frente a abril, o produto teve um aumento de 10,4% na arrecadação. Segundo Coriolano, o ano de 2019 registrou crescimento acima da média da indústria de seguros, de mais de 12%, o que torna a base de comparação ‘muito forte e exacerba a percepção de queda’.

Tanto que, mesmo com o crescimento de dois dígitos em janeiro e fevereiro deste ano, a estimativa para o setor, antes da pandemia, apontava a um avanço próximo ao do ano passado, mas ainda assim um pouco menor. ‘A pandemia foi decretada no meio de março e afetou o setor a partir da metade do mês. Quando chegou abril foi uma reversão enorme.’

Conforme o presidente da CNSeg, as medidas de distanciamento social atingiram diretamente alguns segmentos, como os de garantia estendida e massificados, que têm como principal canal de vendas as redes de varejo. ‘Com as lojas fechadas, simplesmente as vendas desses produtos ficaram paradas’, explica.

Expectativa para o 2º semestre

Para Coriolano, maio marcou o início de uma retomada gradual da indústria de seguros no Brasil. ‘O segundo semestre será melhor que o primeiro. A atividade econômica tende a voltar e, com uma retomada da mobilidade e abertura da economia, acho que tende a ser um período melhor daqui para a frente.’ Alguns dados recentes mostram também que a pandemia tem alterado alguns comportamentos do consumidor de seguros.

‘Em um cenário de incertezas e de ativos voláteis, os planos de acumulação, principalmente o VGBL, passam a ter importância maior para as pessoas. Houve ainda crescimento forte de vida e residencial, o que mostra uma maior conscientização sobre proteção à família e ao patrimônio.’


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