Circulação da variante K da gripe reforça importância da vigilância laboratorial no Brasil e no mundo
Detecção do vírus Influenza A (H3N2) em diferentes países e no Pará destaca papel dos testes moleculares no monitoramento das infecções respiratórias
A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) têm informado um aumento da circulação do vírus Influenza A (H3N2) em países do hemisfério norte, nos últimos meses, incluindo uma detecção mais frequente da variante K, em amostras analisadas na Europa, Estados Unidos e Canadá. Essas observações motivaram alertas e intensificação das ações de vigilância epidemiológica global.
No Brasil, o Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) identificou no final do ano passado a variante K em amostras coletadas no estado do Pará. O Ministério da Saúde anunciou que intensificou a vigilância de casos gripais e reforçou a importância da vacinação anual contra a influenza, destacando que a variação genética observada não altera, até o momento, a gravidade esperada da doença, embora possa influenciar os padrões de circulação.
“Além das variantes do Influenza A (como H3N2 e H1N1), outras de influenza B continuam circulando, e a vigilância constante é essencial para detecção de possíveis linhagens com impacto na saúde pública”, explica o gerente técnico-científico da Seegene, Pedro Aguiar. A empresa, líder mundial em tecnologias de diagnóstico molecular, oferece kits de diagnóstico projetados para identificar com alta sensibilidade e especificidade diferentes tipos de vírus respiratórios, incluindo múltiplas variantes de influenza, SARS-CoV-2 e outros agentes respiratórios relevantes.
Segundo Pedro Aguiar, a identificação rápida e precisa de diferentes variantes da influenza é imprescindível para acompanhar a evolução do vírus, ajustar estratégias de saúde pública e manter a eficácia dos programas de vacinação sazonais. “Testes moleculares confiáveis, oferecem às redes de vigilância diagnóstica os dados necessários para rastreamento, resposta rápida a surtos e suporte à pesquisa epidemiológica”, completa o gerente técnico-científico da Seegene.
A empresa possui um painel multiplex que detecta simultaneamente uma ampla gama de vírus respiratórios, incluindo diferentes subtipos e variantes de influenza A e B, além de vírus respiratórios co-circulantes. “Este painel é amplamente utilizado por laboratórios de referência para monitorar a presença e variação genética do vírus da gripe em amostras clínicas”, destaca Pedro Aguiar. “O kit tem demonstrado robustez na detecção de variantes, permitindo que laboratórios acompanhem alterações emergentes, como a da gripe K, sem prejuízo na sensibilidade diagnóstica, contribuindo diretamente para a vigilância epidemiológica integrada de vírus respiratórios”. Além deste a empresa ainda trabalha com painéis específicos de influenza e co-infecções, que permitem a detecção de influenza A e B e os principais vírus respiratórios circulantes.
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