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Baixa procura dos homens por atendimento médico aumenta riscos e pressiona custos do sistema de saúde

  • Quarta, 17 Dezembro 2025 18:47
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Lucia Guimarães
  • SEGS.com.br - Categoria: Saúde
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Levantamento da Dr.Online mostra que os homens ainda são minoria tanto no pronto atendimento, quanto nas consultas eletivas.

Levantamento conduzido pela Dr.Online, plataforma digital de Atenção à Saúde,a partir da análise de sua base de dados do trimestre agosto/setembro/outubro demostra que os homens continuam acessando menos o atendimento preventivo, o que eleva a incidência de eventos agudos, internações e tratamentos de alto custo. A baixa adesão masculina ao acompanhamento preventivo resulta em diagnósticos tardios, especialmente em doenças cardíacas, metabólicas e oncológicas, áreas que representam grande impacto financeiro para operadoras e seguradoras.

Muitos homens só buscam atendimento quando sintomas se tornam impossíveis de ignorar, como infartos, doenças cardiovasculares, complicações evitáveis, silenciosas e progressivas.Os números mostram que o padrão se repete sempre, como relógio. Os homens procuram menos atendimento e chegam quando o quadro já é delicado, mesmo quando o acesso é digital, imediato e confidencial.

Entre agosto e outubro, do total de consultas de pronto atendimento, os homens foram 38%. Já nas consultas com especialistas, esse número foi de 46%. A médica Dra. Thaís Cunha Dias Ferreira, especialista em Atenção Primária em Saúde Digital e Coordenadora Médica da Dr.Online, observa que “mesmo com toda a facilidade que a telemedicina oferece, com atendimento imediato, sem deslocamento e com privacidade, ainda é baixo o número de homens que procuram cuidado preventivo. Eles só chegam quando o corpo grita, e muitas vezes já poderiam estar tratando antes",declaraDra. Thaís.

Informações divulgadas pelo Ministério da Saúde apontam que os homens morrem mais do que as mulheres na maioria das causas de óbitos e em todas as faixas etárias até 80 anos. Além disso, segundo dados do Saúde-Brasil 2021-2022, a tendência de maior mortalidade entre homens até 60 anos é especialmente decorrente de Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (DCNT), caracterizadas principalmente por doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas, neoplasias e diabetes mellitus.

Ainda segundo o Ministério da Saúde, esses quatro principais grupos de DCNT foram responsáveis por 55% do total das mortes no Brasil em 2018 e os homens apresentaram maior risco de morte do que as mulheres em todos esses grupos, principalmente para doenças cardiovasculares e doenças respiratórias crônicas, com 40% a 50% mais risco de morrer por uma dessas patologias.


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