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Verão aumenta as chances de hipoglicemia em pacientes com diabetes tipo 1

  • Segunda, 10 Fevereiro 2020 11:50
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Camila Belisario
  • SEGS.com.br - Categoria: Saúde
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Endocrinologista fala sobre os principais riscos e cuidados na estação

O aumento da temperatura no verão acelera a velocidade de absorção da insulina, o que pode levar os índices de glicemia a baixarem rapidamente, provocando hipoglicemia. Os pacientes com diabetes tipo 1 – aqueles cujo organismo não produz insulina adequadamente – são os mais afetados nos dias quentes. O dr. Lúcio Vieira, endocrinologista do Centro de Diabetes e Obesidade do Hospital São Lucas Copacabana, recomenda que, nos períodos de mais calor, o paciente com diabetes deve evitar expor-se muito ao sol e às altas temperaturas. É importante beber muito líquido e ficar atento para não administrar a insulina em partes do corpo que, com frequência, estejam expostas ao sol, pois a velocidade de absorção será potencializada.

Outro risco aumentado no verão é a redução da sensibilidade das pernas e dos pés, sintoma comum do diabetes. Simples machucados nessas áreas podem agravar e levar, por exemplo, ao desenvolvimento de úlceras de difícil cicatrização. “A principal causa de amputação não traumática de membros inferiores no Brasil é por complicações do diabetes. Adolescentes e adultos com diabetes mal controlados e sem os cuidados adequados podem desenvolver alterações anatômicas, como dedos em garra, pele ressecada e calo que favorecem machucados. Descuidos comuns no verão, como andar descalço no chão muito quente, usar chinelos inapropriados ou, ainda, calçar o tênis depois da praia sem perceber a presença de pedrinhas, grãos de areia ou caco de vidro, podem ter efeitos trágicos para esses pacientes, pois quase 30% das úlceras podem levar à amputação”, adverte o dr. Lúcio.

Embora exija cuidados extras, especialmente no verão, é possível ter uma vida saudável após o diagnóstico do diabetes. “O diabetes tem tratamento, e o diagnóstico de um paciente pode até mesmo afetar os membros da família positivamente, pela melhora nos cuidados e na qualidade de vida de todos os membros da casa”, afirma o dr. Lúcio Vieira. Mas além do acompanhamento médico de rotina, o paciente com diabetes precisa estar sempre atento aos exames e à dieta, praticar exercícios físicos e usar a medicação adequadamente, obedecendo à prescrição


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