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Com a volta das aulas presenciais, professores devem pensar em novas práticas de ensino para manter o engajamento dos estudantes

  • Quinta, 05 Novembro 2020 18:24
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Diego Ramalho
  • SEGS.com.br - Categoria: Educação
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Escolas precisam investir cada vez mais em metodologias que mantenham a participação e o interesse dos jovens no pós-pandemia

A migração das salas de aula para as telas de celulares e computadores durante a pandemia trouxe mudanças para a educação. O processo de ensino à distância passou por adaptações e os professores alteraram técnicas e metodologias para manter os alunos motivados. Com o retorno das aulas presenciais, os docentes ainda têm um desafio: pensar em práticas e abordagens que equilibrem o que já era feito com as lições tiradas nesse período para motivar os estudantes.

Segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha, 41% dos alunos perderam o envolvimento com as aulas no modo online e 17% não se interessam mais pela escola. Um estudo feito pela Conjuve em parceria com a Unesco também revelou que 64% dos professores tiveram dificuldade para manter o engajamento dos estudantes no ensino remoto e 41% acreditam que a maioria dos alunos não aprendeu o esperado pelo curso.

Como uma forma de incentivar o comprometimento e despertar o entusiasmo pelo aprendizado, as instituições de ensino podem investir cada vez mais em metodologias ativas e participativas. O ensino tradicional tem passado por alterações nas escolas, abrindo caminho para atividades práticas e colaborativas capazes de dialogar com os interesses pessoais dos estudantes. Este tipo de atividade se mostra mais atrativa e significativa para os jovens, podendo funcionar como uma solução para a perda de engajamento.

Matriz de Projetos

Nesse contexto, o Sistema Anglo de Ensino desenvolveu um material para professores e coordenadores pedagógicos com o objetivo de incentivar práticas inovadoras e eficazes de ensino. O “Matriz de Projetos”, além de cumprir com as exigências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), amplia as possibilidades de aprendizado e foca no protagonismo estudantil dentro das escolas.

O material busca reformular a prática docente e transformar a relação dos estudantes com o aprendizado, sugerindo atividades que mobilizem o desenvolvimento de múltiplas habilidades e competências. Ele oferece suporte teórico e prático aos educadores, e funciona como um norte para as atividades escolares, introduzindo conceitos, ferramentas e estratégias necessárias para a criação de projetos que valorizem o aluno enquanto sujeito ativo no processo de aprendizagem. Dessa forma, os docentes podem explorar novas possibilidades e o estudantes podem se envolver ainda mais com a escola.

Com a Matriz de Projetos, o docente pode desenvolver atividades que estejam de acordo com as demandas pedagógicas da escola e que, ao mesmo tempo, se adequem às expectativas e necessidades dos alunos e mesmo da sociedade. O material sugere quatro modalidades temáticas para orientar a execução dos projetos: investigação científica, processos criativos, intervenção e mediação sociocultural, e empreendedorismo. Com base nesses eixos, o educador consegue direcionar as atividades para a área de conhecimento que deseja aprimorar e a aprofundar com os estudantes.

 

O eixo de empreendedorismo, por exemplo, tem como objetivo fazer com que os alunos consigam se adaptar a diferentes contextos e criar de novas oportunidades para si e para os demais. A ideia é que eles desenvolvam conhecimentos e habilidades efetivas para uma sociedade cada vez mais dinâmica, compreendendo como as dificuldades podem ser transformadas em oportunidades.

Sobre o Anglo – Com 70 anos de tradição, o Anglo conta com uma rede de mais de 800 escolas conveniadas em todo o país, que totalizam mais de 300 mil alunos. Oferece material estruturado da Educação Infantil ao Pré-Vestibular e possui uma metodologia voltada ao desenvolvimento da autonomia de estudos dos alunos. A proposta do Anglo oferece sólida formação de cultura geral e o desenvolvimento de habilidades voltadas à aplicação real dos conhecimentos. Ao final dos anos de escolaridade básica, essa proposta permite que os alunos ingressem nas melhores universidades do país através dos excelentes resultados nos vestibulares e no ENEM.


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