Disgrafia pode ser tratada com grafoterapia evitando problemas profissionais e acadêmicos
Um dos tipos da disgrafia é uma desorientação na escrita da criança, na qual possui grande dificuldade em escrever as letras e números, e realizar os movimentos corretos, apresentando complicações na coordenação motora fina. Quando não tratada na infância, pode atrapalhar de forma negativa seu crescimento profissional e acadêmico na fase adulta.
A psicóloga e grafóloga, Célia Siqueira utiliza a grafoterapia para aperfeiçoar a escrita através das repetições e correção na ordem de escrever, auxiliando no desenvolvimento da memória e coordenação do corpo e cérebro. Essa técnica interfere diretamente nas principais dificuldades de uma pessoa disgráfica, como: pressão da escrita, formato, tamanho, alinhamento, inclinação, fluência e junção das letras maiúsculas e minúsculas.
“Algumas pessoas mudam de opinião a todo momento, não conseguem concluir seus objetivos e nem manter a concentração, esses são perfis de indivíduos disgráficos. A grafoterapia além de analisar a personalidade e tratar traumas, fobias e distúrbios psicológicos, é uma das opções eficazes para correção da grafia, ou seja, muito importante no tratamento da disgrafia”, diz Célia.
Segundo Célia, a grafoterapia pode ser aplicada também em crianças. A análise pode ser realizada nas letras dos pequeninos que são alfabetizados e nas linhas dos desenhos e formas, dos menores.
Célia Siqueira ministra palestras em todo Brasil e realiza diversos cursos em seu Instituto, para saber mais, acesse: www.institutoceliasiqueira.com.
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