5 formas de diferenciar recuperação financeira de falência empresarial
A agilidade no mundo dos negócios não tolera mais a indecisão. Diariamente, gestores enfrentam o dilema de decidir se vale a pena investir mais esforços para resgatar um negócio ou se o melhor é aceitar seu encerramento para evitar o desperdício de recursos.
Apesar de o Brasil contar com um número expressivo de mais de 24,9 milhões de empresas ativas (conforme indica o Mapa de Empresas, do Governo Federal), a realidade é que a maior parte desses negócios enfrenta sérios problemas que podem levar ao fechamento das portas - vale lembrar que 75% delas não sobrevivem aos primeiros dois anos, segundo o SEBRAE.
João Chebante, CEO da Sinergis, afirma que a linha entre a recuperação e o fim de uma empresa, ou mesmo o corte de um produto ou serviço de seu portfólio exige uma avaliação realista e minuciosa e, para auxiliar nessa decisão, o executivo listou 5 pontos para identificar se a sua empresa ainda tem chances de se reerguer ou se o caminho mais sensato é declarar sua finalização. Confira:
1. A utilidade do produto ou serviço para o cliente: O primeiro sinal de que um negócio pode ser recuperado é quando o problema que ele resolve ainda é importante para as pessoas. Se o que você oferece continua sendo algo que o cliente precisa, a falha pode estar no jeito de vender ou entregar, e isso pode ser consertado. Agora, se o mercado mudou e as pessoas não buscam mais aquela solução, tentar recuperar pode ser apenas uma forma de adiar o fim.
2. O peso do prejuízo no bolso: Recuperar exige dinheiro, mas esse gasto precisa ter um limite claro. Um negócio ou uma linha de produto/serviço pode estar perto do fim quando o custo para manter tudo funcionando é muito maior do que qualquer lucro em um futuro próximo. Se você está apenas “tapando buracos”, sem uma previsão de quando vai poder fechar a conta no azul, a decisão mais segura é interromper o investimento.
3. O ânimo de quem faz o trabalho: A recuperação também depende totalmente das pessoas envolvidas. Se a equipe ainda acredita na ideia e se esforça para encontrar saídas, você já tem a base para recuperar seu negócio. Por outro lado, se a equipe está esgotada e desmotivada, o custo para reverter essa situação pode ser alto e fatal.
4. Entenda a natureza da falha: Projetos recuperáveis costumam apresentar problemas pontuais que podem ser isolados e resolvidos. Quando a operação entra em um ciclo onde os mesmos erros se repetem, mesmo após diversas tentativas de correção, o problema não é mais um ajuste de rota, é uma falha na base do modelo de negócio que dificilmente será revertida.
5. A diferença entre plano e esperança: Uma recuperação legítima é guiada por um plano com metas reais e prazos definidos. Se a gestão não consegue colocar no papel como e quando a situação vai mudar, e passa a depender apenas da torcida para que o mercado melhore sozinho, o negócio já se perdeu. Saber separar um cronograma de ações de um simples desejo de melhora é o que define a sobrevivência da empresa.
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