Seguro pet cresce em 2026 e se torna oportunidade para corretores
Crescimento do mercado pet, aliado à mudança no comportamento dos tutores, impulsiona demanda por proteção e amplia espaço para inovação no setor
O avanço do mercado pet no Brasil tem impulsionado o desenvolvimento de novos produtos no setor de seguros, consolidando o segmento como uma das principais apostas para 2026. Com mais animais inseridos no núcleo familiar e maior preocupação com saúde e bem-estar, cresce a demanda por soluções que garantam previsibilidade financeira aos tutores.
Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação, o setor movimentou R$ 75,4 bilhões em 2024, com crescimento de 9,6%. De acordo com informações apresentadas ao Cqcs por Luiz Gênova, CEO da APet, o país já conta com cerca de 160 milhões de animais de estimação e uma média de 1,8 pet por residência, o que reforça o peso do segmento no orçamento familiar.
Para o executivo, o seguro e a assistência pet deixam de ocupar um espaço secundário. “O avanço do mercado pet brasileiro criou uma base muito consistente para que os planos de saúde e assistência pet deixem de ser um nicho”, afirma.
A chamada humanização dos animais tem sido um dos principais motores desse crescimento. Com custos veterinários mais elevados e tratamentos cada vez mais sofisticados, o tutor passa a encarar esses gastos como recorrentes.
Nesse cenário, Gênova destaca que há uma mudança clara na percepção de risco. “O plano de saúde e assistência ganha relevância como instrumento de previsibilidade financeira”, explica.
O movimento também tem incentivado seguradoras a integrarem coberturas pet em produtos mais amplos, como seguros residenciais e de vida, ampliando a presença do segmento dentro do ecossistema de proteção.
Apesar do potencial, o mercado ainda enfrenta entraves importantes, principalmente na estruturação dos produtos. A necessidade de equilibrar preço, cobertura e sustentabilidade técnica é um dos principais pontos de atenção.
“O tutor quer um pacote simples de entender, com boa rede e pouca burocracia”, pontua Gênova. Ao mesmo tempo, segundo ele, as operadoras precisam lidar com o aumento da complexidade da medicina veterinária e com o controle de custos.
Outro desafio está no próprio formato das ofertas. Hoje, grande parte das soluções ainda é apresentada como assistência, muitas vezes vinculada a outros seguros, o que indica um mercado em fase de adaptação e testes.
Para os próximos anos, a tendência é de expansão com foco em tecnologia, personalização e distribuição. “A inovação está muito associada ao modelo de proteção embutida em produtos maiores”, afirma Gênova.
Ele também destaca o papel dos corretores nesse processo, especialmente na ampliação da distribuição e na educação do consumidor. “As vendas devem acelerar, principalmente, através de corretores de seguros”, ressalta.
Além disso, o executivo aponta que o crescimento do segmento deve ocorrer em três frentes principais: prevenção, com uso de tecnologia; aprimoramento da precificação; e expansão por meio de parcerias com pet shops, clínicas e plataformas digitais.
Luiz Gênova CEO da APet
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