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Trabalho temporário deve aliviar desemprego entre brasileiros durante o fim de ano

  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Ana Borges
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Modalidade gerou mais de R$ 3 bilhões de renda no país somente nos primeiros seis meses de 2021. Associação estima criação de pelo menos meio milhão de novas vagas no último trimestre

Seja pela falta de oportunidades convencionais ou pela decisão de trabalhar de forma mais independente, o modelo freelancer tem caído cada vez mais no gosto dos brasileiros. Dados da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (ASSERTEM) mostram que a modalidade gerou um volume de renda no País de mais de R$ 3,36 bilhões no 1º semestre deste ano e, para este último trimestre, a previsão é de que pelo menos 565 mil vagas temporárias sejam criadas durante o período. O número cerca de 20% maior que as 471.300 vagas criadas nos últimos três meses do ano passado é, de acordo com a entidade, um reflexo da retomada quase total do comércio e dos serviços. Ao mesmo tempo, mostra que as empresas continuam receosas com o período de recessão econômica. Por isso, optam por relações de trabalho mais flexíveis.

Quanto aos profissionais, são os serviços temporários que têm colocado a comida na mesa de muitos brasileiros que, em alguns casos, conseguem uma renda maior do que a esperada. Um dos exemplos é o da assistente de cozinha Silvia Gama, de 48 anos. Desde que perdeu o emprego que tinha em uma escola, onde ficou por nove anos, ela vem se mantendo por meio do aplicativo da Closeer – startup que atua desde 2019 conectando mão-de-obra freelancer às empresas, atendendo setores como hotelaria, foodservice e, mais recentemente, farmácia.

Silvia afirma que, dependendo do volume de vagas temporárias, os ganhos com a plataforma ultrapassam o que ela recebia antes, no emprego formal. “Eu intercalo esses jobs com os trabalhos de diarista que pego às vezes, mas a vantagem do aplicativo é poder me candidatar para vários tipos de vagas relacionadas à minha área e fazer uma renda maior. Como os serviços de cozinha são bastante solicitados, em alguns meses eu consigo ganhar mais com eles do que quando estava em um emprego fixo”, revela.

De acordo com a ASSERTTEM, 60% das contratações temporárias deste último trimestre serão impulsionadas pela Indústria, seguido de 25% pelo setor de Serviços e 15% pelo Comércio.

Contramão da precariedade

No caso da Closeer, o sistema que conecta as duas partes – colaborador e empresa – limita a quantidade de jobs que elas podem fechar em um determinado intervalo de tempo, para evitar que a parceria não se torne uma relação em que o trabalhador se dedica somente a um determinado estabelecimento, sem que receba os devidos direitos. O trabalhador fica livre para decidir quando e com quais outras empresas deseja atuar.

Outra vantagem da plataforma é que os profissionais, ao aceitarem um serviço, passam a contar com um seguro que custeia eventuais cuidados médicos e outros imprevistos, em casos de incidentes que aconteçam desde o trajeto até o fim do trabalho combinado. O aplicativo também possui um espaço onde os usuários podem fazer denúncias contra as empresas, como em situações de excesso de serviço além do acordado, assédio ou preconceito de qualquer natureza.

Entusiasta da gig economy (expressão que se refere à economia marcada por relações flexíveis e auxílio da tecnologia) no Brasil, o CEO da Closeer, Walter Vieira, afirma que o ideal da empresa é pautado pela valorização do trabalhador, o que, segundo ele, é essencial para fortalecer um modelo que se tornou alternativa viável em tempos de desemprego.

“Vimos exemplos, em países mais desenvolvidos, onde o modelo freelancer também funciona de forma justa. O grande problema entra justamente quando não há debate para melhorar um cenário que, no Brasil, é marcado por insegurança, falta de direitos e, em muitos casos, taxas abusivas cobradas de quem utiliza os aplicativos. Queremos fomentar essa economia fazendo o oposto, por isso optamos por não cobrar nada dos colaboradores e por ações que garantam direitos básicos”, diz.

Para se ter uma ideia, nos Estados Unidos, a Secretaria de Estatísticas Trabalhistas (BLS) do País estima que, atualmente, 36% dos trabalhadores norte-americanos participam da Gig Economy, e 33% das empresas usam extensivamente este modelo de vínculo. Já um levantamento da Edison Research, empresa de pesquisa e análise sobre mercado, aponta que 44% dos profissionais que atuam na gig economy nos Estados Unidos têm este modelo como fonte principal de renda.


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