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Lições de comunicação em tempos de crise

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*Por Yuval Ben-Itzhak, CEO da Socialbakers

Não há dúvidas de que o COVID-19 é uma crise global. As pessoas estão preocupadas com o bem-estar de seus familiares e apreensivos com a economia incerta provocada ou exacerbada pelo distanciamento social. Mais e mais pessoas estão sendo obrigadas a ficar em casa, exceto em ocasiões absolutamente necessárias, e esse isolamento físico fez com que as pessoas procurassem conexões, entretenimento e informação online. Todavia, o que se acha nas redes nem sempre é verdadeiro. Rumores e falsas informações estão se propagando rapidamente e a desinformação adora um vácuo.

As boas notícias? Ao mesmo tempo, nós ainda estamos nos primeiros dias da pandemia COVID-19 e já existem lições importantes para serem aprendidas com estudos de organizações que podem ser aproveitados pelo poder das mídias sociais para combater a desinformação.

Comunicação precisa, informações de saúde atualizadas

Quando se trata de pesquisar e engajar em escala durante tempos de crise, não há nada mais forte do que o poder das redes sociais. Esse é o porquê das organizações como a Organização Mundial da Saúde estarem impulsionando as redes sociais para ter certeza que estão mantendo as pessoas educadas e informadas, mesmo que seja compartilhando o passo a passo , fácil de seguir, sobre como lavar as mãos. As redes sociais são a chave para quem quer ter certeza de que as pessoas estão sendo educadas para reduzir a propagação do vírus. Antes das redes sociais, a população esperava por notícias ou visitava seus médicos para aprender como se manter segura durante a epidemia. Agora, as pessoas podem educar a si mesmas em tempo real, graças às comunidades online, especialmente as que estão nas redes sociais.

A melhor prática para a comunicação durante a crise é compartilhar e fazer parceria com influenciadores relevantes para alcançar e envolver um público mais amplo. Na semana passada, o governo do Reino Unido anunciou que está organizando os passos para fazer parceria com influenciadores, a fim de combater a desinformação sobre o COVID-19 . O governo vai trabalhar para selecionar os influenciadores para espalhar rapidamente informações sobre a saúde "e alcançar públicos mais jovens que estejam mais suscetíveis a notícias falsas". Esse pequeno movimento feito pelo Reino Unido, unindo o poder dos influenciadores nos jovens, deve fazer com que mais organizações sigam seu exemplo para educar a população sobre o que fazer e as questões de saúde durante a pandemia.

Marcas e mídias têm o seu papel a desempenhar

Durante o tempo de crise, as pessoas procuram os meios de comunicação em que confiam para se manterem informadas à medida que as notícias se desenrolam. Ao mesmo tempo, as mídias possuem um papel importante para desempenhar em situações como as que estamos passando hoje em dia, menos pessoas estão parando para assistir televisão, preferem pegar informações em tempo real na internet. Esse é o motivo pelo qual as empresas precisam ter certeza de que estão realizando ações e engajando pelas redes sociais. Um bom exemplo de uma instituição que utilizou as redes para lutar contra as fake news foi a Tagesschau, o principal jornal da alemanha. O veículo lançou a hashtag #WirvsVirus (Nós contra o vírus), para comunicar sobre o COVID-9, compartilhando fatos específicos detalhados e educando sua audiência sobre como intervir para que o vírus não se espalhe.

Finalmente, você deve estar se perguntando, como as marcas podem fazer para comunicar em tempos de crise como COVID-19? A resposta é: de diversas formas. Mas os melhores exemplos envolvem mais do que a comunicação. Eles envolvem ações concretas levando para o bem maior. Como os deliverys de comidas como JustFood ou Deliveroo que oferecem entrega de comida sem contato , ou a Ambev que realizará a fabricação de álcool em gel com a matéria prima de seus produtos e envasá-los nas embalagens da marca . As pessoas querem sentir que as marcas estão se envolvendo para ajudar nesse período de crise.

Finalmente, a escala das redes sociais e o alcance que elas oferecem, estão se tornando um ótimo espaço para as comunidades. Quando pessoas não conseguem encontrar seus amigos, eles vão para o Facebook ou Twitter, se conectando com o resto do mundo para saberem que não estão sozinhos. Um bom exemplo sobre como as redes sociais estão sendo usadas para construir essa sensação de solidariedade e camaradagem com humor, são os vídeos no TikTok mostrando as pessoas se divertindo dentro de suas casas . Aqueles que estão trabalhando de casa estão compartilhando memes sobre os desafios do home office com crianças ou animais correndo em volta. Redes sociais são uma janela para a vida de outras pessoas e, em tempos de pânico, é importante que vejamos que os outros também estão passando pelos mesmos desafios. Para muitos, o humor é um ótimo antídoto para o medo e o pânico que podem estar sentindo.

Dessa forma, diante da perspectiva do distanciamento social e mais tempo em casa, as pessoas estão pensando em formas de se manterem conectadas, atualizadas e entretidas. Com isso na cabeça, agora não é tempo de ficar quieto. As principais coisas para serem lembradas, como as marcas ou organizações estão comunicando durante o tempo de crise, vão permanecer relevantes e factuais.


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