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As fintechs estão diversificando os serviços – só haverá vantagem com isso

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A pesquisa Fintech Deep Diver, realizada pela consultoria PwC, mostra que quase a metade delas (46%) atua como meio de pagamento ou na oferta de créditos e negociações de dívidas, as duas categorias tradicionalmente mais requisitadas pelos usuários.

A relação dos brasileiros com o mercado financeiro sempre foi cheia de percalços. As crises econômicas impediam um melhor uso do dinheiro por grande parte da população, e as opções disponíveis ficavam restritas aos bancos, que abusavam de uma rotina burocrática. A evolução tecnológica promoveu uma transformação no setor. Novas empresas surgiram com o intuito de agilizar e, principalmente, democratizar os serviços financeiros. As fintechs, expressão dada às startups que combinam tecnologia com finanças, crescem a cada ano e expandem seus serviços em diferentes segmentos e modelos de negócio.

Não há um número concreto sobre a quantidade de empresas desse tipo em operação no Brasil atualmente. Contudo, estimativas e levantamentos recentes indicam que há mais de 500 em operação desenvolvendo diferentes soluções. A pesquisa Fintech Deep Diver, realizada pela consultoria PwC, mostra que quase a metade delas (46%) atua como meio de pagamento ou na oferta de créditos e negociações de dívidas, as duas categorias tradicionalmente mais requisitadas pelos usuários. Mas há as que são especializadas em gestão financeira, de investimentos, seguros, moedas digitais, câmbio, contabilidade, banco digital, entre outras áreas.

Essa diversificação está ligada essencialmente à maturidade que o setor adquiriu nos últimos anos. No início da década, por exemplo, combinar tecnologia com serviços financeiros era visto como algo temerário pelas organizações, uma vez que se trata de um mercado cheio de regras e que uma informação errada pode provocar uma reação em cadeia que coloca em risco o Sistema Financeiro Nacional. A preocupação se faz necessária, sem dúvida, mas as startups mostraram que é possível desburocratizar os serviços e oferecer soluções que impactam positivamente a vida das pessoas.

Foi um período de consolidação das fintechs no mercado, em que serviços disruptivos foram idealizados e colocados em prática. A partir do momento em que conquistaram seu espaço e mostraram um novo jeito de trabalhar com o dinheiro, essas empresas puderam dar um passo adiante em seus negócios. Em suma: puderam expandir a atuação em outros segmentos, oferecendo serviços e produtos que não ficam restritos ao hábito de pagar as contas e negociar dívidas. Hoje, toda categoria em que há procedimentos financeiros pode - e deve - ser influenciada pelo desenvolvimento tecnológico.

Diante desse ecossistema cada vez maior, os principais beneficiados são os próprios usuários, que pode lidar melhor com o dinheiro graças às inúmeras soluções disponíveis. Hoje, com soluções que combinam tecnologia e finanças, é possível ter mais praticidade para pagar contas e compras do dia a dia, além de diversos serviços mais específicos, como administrar seus investimentos em uma única plataforma, ter mais segurança em transações online, possuir uma conta bancária digital e até comprar moeda estrangeira sem sair de casa.

A tendência é essa realidade se aprofundar ainda mais nos próximos anos, na medida em que as soluções digitais desenvolvidas pelas fintechs (e também pelas instituições mais tradicionais) integrarem o dia a dia das pessoas. Há empresas que identificaram um nicho de mercado importante, como a gestão dos benefícios dos trabalhadores, que atende uma demanda atual e resolve uma importante questão do mercado corporativo. Em um mundo cada vez mais conectado, contar com a tecnologia para solucionar problemas do dia a dia torna-se fundamental. Espera-se que as empresas sigam nessa busca de identificarem nichos e serviços que realmente resolvem situações reais dos consumidores e estimulem, assim, um setor tão disputado como o financeiro, explica, Raphael Machioni, sócio fundador da Vee.



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