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Tendências no mercado feminino brasileiro leva plataforma financeira focada em mulheres a ampliar produtos de crédito e serviços financeiros

  • Quinta, 14 Abril 2022 10:55
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Matheus Albuquerque
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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No início do trimestre passado, a She entrou oficialmente como player em um setor majoritariamente masculino, fundamentada em uma tendência de maior participação feminina, nos últimos cinco anos, no mercado financeiro em todo o mundo.

Estudo da Coleman Parkes Research para o BNY Mellon Investment Management, divulgado no início deste mês, informa que se as mulheres investissem na mesma proporção que os homens, a indústria mundial de fundos poderia ter encaixado mais de três biliões de dólares a mais no ano passado.

No Brasil, dados da Bolsa de Valores indicam que o número de mulheres cadastradas na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo) foi de 1,15 milhões em 2021, um crescimento de 36% em comparação com o ano anterior.

“Nosso nicho é desafiador e, ao mesmo tempo, empolgante. Em menos de seis meses identificamos demanda suficiente e avançamos para ampliar a oferta de novos produtos, como home equity, crédito empresarial, assessoria e câmbio” resume Ana Caroline Cunha de Lima, sócia- executiva da SHE.

Crédito

A busca por linhas de crédito e financiamento está consolidada entre empreendedores e donos de pequenas e médias empresas por ser uma solução pelo aumento do endividamento das empresas, quadro, agravado pela pandemia do Covid-19.

Segundo pesquisa do Serasa Experian, a procura de empresas por crédito cresceu 28,2% em agosto passado, em relação ao mesmo mês de 2020. A maior demanda foi registrada entre as pequenas e médias empresas, que aumentaram em 28,8% a procura por empréstimos.

Mulheres

Relatório Especial de Empreendedorismo Feminino no Brasil, divulgado pelo Sebrae, em 2021, indicou maior dificuldade de as mulheres conseguir empréstimo do que empreendedores homens, apesar de elas constituírem 48% dos MEIs (Microempreendedores Individuais), totalizando 24 milhões de indivíduos, o que faz do Brasil a 7ª maior proporção global de mulheres em novos negócios.


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