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Diário Econômico (Mercado nacional e internacional, commodities, indicadores) - Banco Original

  • Sexta, 18 Fevereiro 2022 10:14
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Julia Jacintho de Oliveira
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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O Diário de hoje comenta à abertura heterogênea das principais bolsas americanas em meio às sinalizações da Ata do Fomc e a persistência do cenário de risco geopolítico. Por aqui, destaque para o possível pacote de crédito de R$ 100 bilhões anunciados por Guedes para a próxima semana.

Comentário Original

Marco A. Caruso | Lisandra Barbero | Eduardo Vilarim

Mercados. As principais bolsas americanas operam sem muito sentido definido com o futuro do S&P 500 avançando 0,09%, acompanhado pela queda do Dow Jones (-0,16%) e da Nasdaq (-0,11%). O cenário de risco geopolítico decorrente do conflito Rússia-Ucrânia ainda segue presente (sem sinais claros de resolução no curto-prazo), alinhado agora ao cenário econômico, marcado pela divulgação da ata do FOMC. A ata em si não trouxe muitas informações adicionais ao que já era esperado em termos do pacing da política monetária pelo mercado, que projeta aumentos de juros e diminuição do balanço do Fed a partir de março, embora tenha endurecido um pouco o tom para a inflação (que veio acima do esperado na última divulgação).

Por aqui, a agenda econômica segue vazia. Os destaques para o mercado continuam sendo às mudanças no ambiente fiscal, que recebe atualizações constantes sobre a aprovação de pacotes e PECs, conforme veremos a seguir, e aumentam as incertezas acerca da saúde das contas públicas.

Nas commodities, os preços do petróleo recuam, com o WTI (-1,11%) cotado a US$ 92,62/barril e o Brent (-1,01%) cotado a US$ 93,85/barril. O minério de ferro negociado em Dalian também recuou (-3,79%), cotado a 684,50 iuanes ou US$ 108,06.

Gratuidade. O Senado aprovou ontem projeto que permite que a União assuma o custeio da gratuidade de transporte urbano para idosos (9,2 milhões de pessoas com mais de 65 anos) até 2024. Com isso, o governo federal terá de repassar cerca de R$ 5 bilhões anuais a Estados e municípios gestores de sistemas de transporte metropolitano. Paralelamente, as empresas locais garantem que não farão reajustes no preço das passagens neste ano.

Crédito. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo lançará um pacote de crédito de R$ 100 bilhões na semana que vem. Segundo ele, serão atendidos desde microempreendedores individuais (MEIs) até empresas com faturamento de R$ 300 milhões ao ano. O anúncio foi antecipado porque o ministro foi questionado sobre o retorno do Pronampe em 2022 e afirmou que a linha de crédito será reativada, utilizando aportes no FGI e FGO, que dá suporte ao Peac para empresas de médio e grande porte.

Adiamento de votação. Arthur Lira e Rodrigo Pacheco decidiram adiar para terça-feira (22) a votação do “pacote de combustíveis”, com o objetivo de estabelecer um consenso entra as duas Casas. Lira chegou a afirmar que se houver convergência de opiniões, as PECs, que hoje não agradam a equipe econômica, devem ficar afastadas definitivamente.

MP para policiais. O senado também aprovou ontem a MP 1.070/21, apelidada de “Habite Seguro”, que cria um programa voltado à compra de casa própria por policiais, bombeiros militares, agentes de trânsito, agentes penitenciários e outras categorias da segurança pública. O projeto garante condições diferenciadas na aquisição de empréstimos ou financiamento, que poderão ser pagos em parcelas máximas de R$ 2,1 mil em até 450 meses (35 anos).

Reajuste. Em entrevista à Jovem Pan, Jair Bolsonaro afirmou que o limite para definir se haverá ou não reajuste para policiais é até maio.

Isenção em capital externo. Segundo a Reuters, o governo estuda isentar estrangeiros que investem em títulos privados do pagamento de IR sobre ganhos de capital (hoje já são isentos em operações de ações e títulos públicos). O projeto seria uma forma de atrair capital externo para as empresas brasileiras que recorrem à emissão de dívida, mas tema deve passar pelo Executivo e Legislativo, uma vez que se trataria de renúncia fiscal.


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