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Promoções de fim de ano são vilãs do planejamento financeiro

  • Quarta, 01 Dezembro 2021 18:34
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Samantha Martynowicz
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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Devido ao avanço da vacinação, o número de casos e vítimas da Covid-19 têm diminuído consideravelmente, deixando a população mais tranquila em relação à doença. Contudo, o Coronavírus não é o principal motivo de perdas e a prevenção é a melhor forma de se preparar para os imprevistos que podem surgir pelo caminho.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a primeira causa de mortalidade no Brasil está associada a doenças cardiovasculares, com 27,65% do total de óbitos – o que representa cerca de 400 mil pessoas por ano. Além dos problemas de coração, o derrame cerebral, os diversos tipos de câncer, a diabetes mellitus e os acidentes de trânsito também estão na lista dos dez principais responsáveis por mortes no país.

Ainda há as perdas por morte natural, que chegam de repente e abalam o emocional e o financeiro das famílias. Por isso, estar amparado é melhor maneira de garantir segurança no momento da necessidade.

Prejuízo no orçamento familiar

As promoções “imperdíveis” de Black Friday e os gastos excessivos de final de ano prejudicam o planejamento financeiro familiar, gerando endividamento e impedindo que as pessoas tenham uma reserva para emergências – casos de doença e óbito, por exemplo.

De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), o percentual de famílias com dividas bateu recorde no mês de setembro, chegando a 74% da população brasileira.

Sem dinheiro para pagar todas as contas, iniciam-se os cortes de custos que podem afetar diretamente os serviços essenciais, como: água, energia elétrica, plano de saúde e plano de assistência funeral. Essa falta de organização acaba permanecendo ao longo do ano seguinte, quando as famílias tentam manter os compromissos financeiros por meio da renegociação das dívidas e empréstimos.

Além da dificuldade financeira, a população fica vulnerável a possíveis dificuldades que possam enfrentar em 2022. “Sabemos que esse período do ano as pessoas estão mais propensas a gastar com presentes de Natal e aproveitar os descontos tradicionais da época, mas acabam desequilibrando o orçamento doméstico e não têm condições de arcar com eventuais despesas médicas ou, na pior das hipóteses, com um óbito” comenta Luis Henrique Kuminek, diretor da Luto Curitiba.

Em caso de falecimento, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os custos com um funeral simples chegam a R$2,5 mil, sem contar os gastos extras com translado, sepultamento ou cremação que podem ultrapassar R$10 mil. Infelizmente, grande parte da população brasileira sobrevive com o salário mínimo e não tem uma reserva para imprevistos.

Proteção indispensável

Mesmo que os últimos meses do ano sejam um gatilho para o consumo, é importante ter organização financeira e não negligenciar o pagamento das mensalidades que garantem proteção para toda a vida. Luis Kuminek reforça que o plano funeral é um serviço acessível, que oferece tranquilidade aos familiares diante da dor da perda. “Por menos de 10 reais por dependente é possível deixar família inteira prevenida, com todo o suporte necessário no momento em que ela mais precisa”, afirma.

Por isso, é preciso ter consciência na hora de realizar compras e não se deixar levar pelo impulso das promoções. Investir em serviços essenciais, como a contratação de um plano de assistência funeral, é garantia de economia e segurança para o próximo ano.

Sobre a Luto Curitiba

A Luto Curitiba foi fundada em 1991 e é referência no mercado de auxílio funeral. A empresa atende mais de 20 mil clientes e é líder no segmento pela excelência no atendimento e serviços prestados. Oferece planos de assistência funeral e orientação aos associados sobre os trâmites necessários para dar andamento ao funeral. Também administra funerárias e um cemitério parque, o Metropolitano Cemitério Parque, localizado em Fazenda Rio Grande. 


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