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Alta na inflação e na taxa básica de juros impulsiona mercado de consórcios digitais

  • Sexta, 26 Novembro 2021 09:59
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Joice Martins
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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Consumidores têm recorrido a modalidade de crédito mais planejada, segura e acessível para conseguir comprar o automóvel próprio

Com o aumento da inflação - indicador que mede o aumento dos preços de produtos e serviços - e estimativa de que esse dado suba ainda mais até o próximo ano, segundo o último relatório Focus divulgado nesta terça-feira (16) pelo Banco Central, o sonho do carro próprio, um dos principais dos brasileiros, parece ainda mais distante, já que o setor de automóveis é um dos mais atingidos pela escalada dos preços.

De acordo com a consultoria automobilística Bright Consulting, os valores de veículos novos subiram quase 20% acima da inflação desde o início da pandemia. Carros populares zero-quilômetro, como o Volkswagen Gol, por exemplo, chegam a custar quase R﹩ 100 mil. Igualmente, o setor de seminovos não está livre da alta, que pode chegar a quatro vezes mais do que a inflação, aponta levantamento realizado pela empresa de cotação de carros novos e usados KBB Brasil.

Com os preços nas alturas, é fundamental colocar na ponta do lápis cada uma das despesas previstas. Para aqueles que optam pelo financiamento tradicional, é necessário ter em mente que a elevação da Selic - taxa básica de juros -, que deve chegar a dois dígitos em 2022, vai impactar também nas parcelas, que tendem a aumentar.

Por isso, como alternativa, muitos consumidores têm optado pela modalidade de crédito dos consórcios para conseguir transformar o seu sonho em realidade, já que eles oferecem parcelas mais acessíveis e não cobram juros.

"Com mensalidades que cabem no bolso, o consumidor pode conquistar um bem como o automóvel. Além de ser um produto tradicional, o consórcio é uma tendência para o mundo atual e auxilia a pessoa no planejamento financeiro", contextualiza Eduardo Rocha, CEO do Klubi, fintech que nasceu com o objetivo de possibilitar o acesso a crédito de forma 100% digital, simples e transparente.

Com a segurança de ser regulada pelo Banco Central do Brasil, a empresa - que oferece opções a partir de R﹩ 399 mensais - incentiva ainda a inclusão e educação financeira de milhões de brasileiros que possuem renda intermediária, mas não são atendidos por produtos financeiros convencionais, como financiamentos, tornando possível a realização de sonhos que para muitos parecia distante.

"Os planos do Klubi têm uma única taxa, a taxa de administração. Não há cobrança de taxa de adesão, fundo de reserva e seguro. Além disso, essa taxa de administração é fixa por mês, independentemente do valor do crédito. Com isso, as mensalidades do Klubi são muito competitivas, fácil de entender e com uma cobrança muito transparente", esclarece o executivo sobre o modelo de negócio.

De fato, a população já está entendendo o benefício de comprar um bem via consórcio. Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) revelam que o ano de 2020 foi recorde de vendas em cotas, ultrapassando 3 milhões de novas adesões. Em 2021, até o mês de setembro, o crescimento sobre o mesmo período do ano anterior foi de 18% em quantidade de cotas vendidas e de 43% em volume de créditos comercializados. Ainda segundo a entidade, de janeiro a setembro deste ano, houve mais de um milhão de contemplações de carta de créditos - , somando um total de R﹩ 47,3 bilhões em créditos disponibilizados, um aumento de 23% em relação ao mesmo período de 2020.

Sobre o Klubi

O Klubi é uma fintech de consórcio que possibilita o acesso a crédito de forma 100% digital, simples, transparente, com a segurança de ser regulado pelo Banco Central do Brasil, e o propósito de inclusão e educação financeira, viabilizando a conquista do que parece impossível para muitos brasileiros.

Sobre Eduardo Rocha, fundador e CEO do Klubi

Graduado em Comércio Exterior, possui pós-graduação em Administração de Empresas pela Universidade da Califórnia e MBA pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Foi sócio na Gradus Consultoria de Gestão por mais de 11 anos, e durante oito anos foi CEO da Rodobens. Em 2019, fundou o Klubi, fintech de consórcio que proporciona uma experiência 100% digital, simples, transparente e segura.


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