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Indicador de Incerteza da Economia recua 4,7 pontos em março

  • Quarta, 31 Março 2021 11:42
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Insight Comunicação
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas recuou 4,7 pontos em março, para 123,5 pontos. Com a queda adicional, o IIE-BR está distante de seu pico histórico, de 210,5 pontos, mas ainda 8,4 pontos acima do nível de fevereiro de 2020, último mês antes da chegada da pandemia de covid-19 ao Brasil.

"A queda do indicador de incerteza em março foi motivada exclusivamente pelo recuo do componente de Mídia, aparentemente como um reflexo do avanço das campanhas de imunização conta a covid-19 no Brasil. O recrudescimento da pandemia e seu difícil controle, por outro lado, são refletidas no componente de expectativa, que voltou a subir no mês, retratando o enorme desafio de se prever cenários econômicos para os próximos 12 meses. Mesmo com a queda, o nível de incerteza continua elevado, tanto em relação ao nível neutro em termos históricos (100 pontos) quanto em relação ao nível médio de 114 pontos vigente entre 2015 e 2019", afirma Anna Carolina Gouveia, Economista do FGV IBRE.

Anna Carolina Gouveia, economista do FGV IBRE, está disponível para comentar os resultados pelo telefone: (21) 98831-8725 ou pelo Skype: .

Mais informações e release completo no Portal IBRE, neste link.

Caso precise de outras informações, entre em contato com a equipe da Insight Comunicação pelo e-mail: ou pelo (21) 99121-3771.

Pela primeira vez desde novembro de 2020 os componentes do Indicador de Incerteza caminharam em sentidos opostos. O componente de Mídia recuou 7,7 pontos, para 114,5 pontos, contribuindo negativamente em 6,6 pontos para a queda do indicador geral no mês. O componente de Expectativas, que mede a dispersão das previsões para os 12 meses seguintes, subiu em 8,9 pontos, para 149,4 pontos, contribuindo de forma positiva, em 1,9 ponto, para a evolução na margem do indicador agregado. Ambos os componentes ainda não devolvem as altas dos piores momentos da pandemia, com o primeiro devolvendo 98% das altas de março a abril e, o segundo devolvendo 72% das altas de março a maio.


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