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Taxa de desemprego deve continuar sendo pressionada nos primeiros meses do ano

  • Segunda, 08 Março 2021 11:17
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Insight Comunicação
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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Indicador Antecedente de Emprego

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) da Fundação Getulio Vargas acomodou 0,6 ponto em fevereiro, para 82,9 pontos. Em médias móveis trimestrais, o IAEmp cedeu em 0,5 ponto, para 84,0 pontos.

"Depois de um período de recuperação do IAEmp, que durou até o final do ano passado, o início de 2021 mostra que esse não será um processo simples e que ainda existem muitos obstáculos. O cenário ainda é muito incerto e o recrudescimento da pandemia torna ainda mais difícil a retomada de setores chaves para o emprego, como por exemplo o setor de serviços. Enquanto não for possível observar efeitos positivos da vacinação, é difícil pensar em resultados positivos para o mercado de trabalho", afirma Rodolpho Tobler, economista do FGV IBRE.

Rodolpho Tobler, economista do FGV IBRE, estará disponível, a partir das 10h, para comentar os resultados pelo tel.: (21) 98152- 9854 ou pelo Skype: .

Mais informações e release completo pelo Portal IBRE, neste link.

Caso precise de mais informações, entre em contato com a equipe da Insight Comunicação pelo e-mail: ou pelo (21) 99121-3771

Indicador Coincidente de Desemprego

O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) subiu 0,5 ponto para 99,3 pontos. O ICD é um indicador com sinal semelhante ao da taxa de desemprego, ou seja, quanto maior o número, pior o resultado.

"Nos últimos resultados o ICD vem oscilando em patamar muito elevado. Esse cenário sugere que a taxa de desemprego deve continuar sendo pressionada nesses primeiros meses do ano, principalmente com a piora nos números da pandemia. Diante desse cenário, para os próximos meses ainda é difícil imaginar uma trajetória muito positiva", de acordo com Tobler.

Destaques do IAEmp e ICD

Dos sete componentes do IAEmp, cinco registraram queda em fevereiro, com destaque para o indicador de expectativa para os próximos seis meses do setor de Serviços, que recuou 5,6 pontos mês.

No mesmo período, a alta do ICD foi influenciada por três das quatro classes de renda familiar. A maior contribuição para o resultado foi dada pela classe familiar com renda entre R$ 4.800.00 e R$ 9.600.00, cujo Emprego Local Atual (invertido) subiu 1,4 ponto na margem.


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