Gestão fará a diferença nas transportadoras, de acordo com especialistas
Mantendo os cuidados de saúde, gestores se mantêm otimistas, mas cautelosos
Segundo dados da pesquisa Sondagem do TRC, conduzida pelo Instituto Paulista do Transporte de Cargas (IPTC), 51% das transportadoras consultadas acreditam que o setor, no ano de 2021, terá um desempenho dentro de esperado, enquanto 43% acreditam que o setor se saíra ainda melhor do que o esperado. Estes números demonstram que há um certo otimismo pairando no segmento, sentimento que corrobora com a fala de especialistas do transporte de cargas.
Com foco no transporte das vacinas, o setor inicia 2021 ainda como atividade essencial e carregando a responsabilidade de abastecer o país. Apesar do reconhecimento e visibilidade adquirida, segundo uma pesquisa conduzida pela Confederação Nacional de Transportes (CNT) no ano passado, 48,1% das transportadoras consultadas consideravam ruim a situação das empresas do segmento. Profissionais do ramo acreditam que o diferencial para o bom desempenho das empresas é a gestão
De acordo com Andre de Simone, membro do conselho administrativo da Transita Transportes, o andamento das atividades e a pandemia são as maiores preocupações da gestão no momento. “O transporte está relembrando a todos que a prevenção tem que continuar. Nós não podemos, pelo fato de ter uma luz no fim do túnel, simplesmente abandonar a prevenção. Estamos fazendo planejamentos e investimentos tendo em mente que a pandemia não acabou, mas, ao mesmo tempo, tendo a vantagem de saber que estamos vivendo este cenário. Uma boa gestão neste momento consiste em um líder que faz com que todos os colaboradores sigam-no rumo ao objetivo comum”.
Apesar de haver um certo otimismo permeando o setor, os números alarmam os transportadores. Segundo painel criado pelo governo brasileiro, o país bateu a marca de 9 milhões de casos com mais 220 mil mortes em decorrência da covid-19. A vacina traz conforto para a população, mas os cuidados continuam já que não há previsão nem para vacinação de todos nem para a imunização de rebanho, a qual segundo disse em entrevista José Geraldo Leite Ribeiro, vice-presidente regional da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), seria “imprudente estimar quando e em qual taxa de população vacinada” esta ocorrerá.
O cenário não é propício, mas segundo o CEO da TransRuyz, Antonio Ruyz, o começo de 2021 detém algumas vantagens quando comparado ao começo do ano passado. “A principal diferença entre este começo de ano e o começo de 2020 é um controle maior sobre as informações e sobre a situação. Em janeiro do ano passado, não tínhamos ideia do que nos aguardava, tanto que iniciamos o ano com a perspectiva de crescimento no setor e na economia do país. Na TransRuyz começamos 2020 com um planejamento estratégico bastante agressivo, fazendo investimentos já no começo do ano. No começo de 2021 temos expectativas mais realistas por conta dos conhecimentos que adquirimos. Continuamos com o mesmo otimismo e confiança, só que agora com cautela Sabemos que iremos continuar em pandemia e que devemos nos proteger e garantir a segurança dos colaboradores, assim como sabemos como devem ser os protocolos de saúde, além das opções que temos neste cenário. Temos de aguardar os desdobramentos do primeiro trimestre de 2021 em relação a economia e política, mas nos empenhando para contornar cada obstáculo”.
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