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Home office ganha força e impacta positivamente a qualidade de vida, revela estudo

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Pesquisa mostra que modelo remoto trouxe ganhos para maioria dos profissionais, mas revela lacunas no suporte corporativo

Um levantamento da HUG, empresa especializada na curadoria e alocação de profissionais de comunicação, indica que o trabalho remoto teve impacto majoritariamente positivo na saúde física e mental dos trabalhadores.

Segundo a pesquisa, 67,7% dos respondentes afirmam que o home office melhorou sua qualidade de vida, enquanto 23,1% relatam efeitos mistos, com ganhos acompanhados de desafios como isolamento social e excesso de jornada. Apenas 9,2% descrevem impactos predominantemente negativos.

"A dor da contratação hoje passa cada vez mais pela qualidade de vida que a empresa consegue oferecer. O home office deixou de ser um benefício temporário e se consolidou como diferencial competitivo na atração e retenção de talentos. Profissionais hoje avaliam não apenas o salário, mas também a flexibilidade, a autonomia e o equilíbrio entre vida pessoal e trabalho", afirma Gustavo Loureiro Gomes, fundador e CEO da HUG.

A percepção positiva do modelo remoto contrasta, porém, com a falta de suporte estruturado nas empresas. De acordo com o levantamento, 43,3% dos entrevistados afirmam não receber nenhum tipo de apoio corporativo para saúde física ou mental, enquanto apenas 34,3% dizem contar com políticas consolidadas e 22,4% avaliam que o suporte existe apenas parcialmente.

O peso da saúde mental

O estudo também revela um cenário de alerta para a saúde emocional: 83,6% dos profissionais relataram ao menos um sintoma psicológico no último ano, como ansiedade, dificuldade de concentração, burnout, insônia, isolamento social ou depressão. A ansiedade aparece como principal queixa, citada por 51,5%, seguida por dificuldade de concentração (47%) e sensação de exaustão ou burnout (39,6%).

"O home office trouxe ganhos reais de qualidade de vida, mas também expôs uma lacuna crítica: as empresas ainda não desenvolveram estruturas adequadas de suporte emocional para esse novo formato de trabalho. Flexibilidade sem apoio à saúde mental gera profissionais exaustos, isolados e menos produtivos. As organizações precisam entender que cuidar da saúde mental não é custo, é investimento estratégico", avalia Raquel Nunes, especialista em Recursos Humanos na HUG.

O acesso à terapia também revela um descompasso entre necessidade e suporte corporativo: 50% dos profissionais pagam do próprio bolso pelo acompanhamento psicológico, enquanto somente 11,9% contam com esse benefício oferecido pela empresa. Outros 26,1% afirmam que já fizeram terapia, mas interromperam o acompanhamento, e 11,9% nunca buscaram esse tipo de apoio.

Home office como diferencial competitivo

Os dados dialogam diretamente com o modelo defendido pela HUG, que prioriza formatos de trabalho remoto ou híbrido e estruturas de contratação mais flexíveis. A empresa vem registrando resultados acima da média do mercado: segundo levantamento interno, os salários praticados nas vagas intermediadas pela HUG chegam a ser até 20% superiores aos valores usuais do setor.

Fundada para conectar empresas e talentos de forma ágil e personalizada, a HUG atua com curadoria, seleção e desenvolvimento de profissionais para posições temporárias ou fixas, com foco especial nas áreas de marketing e comunicação. Hoje, a maioria das vagas intermediadas é remota ou híbrida, e o prazo médio de contratação varia entre 18 e 25 dias, tempo que deve cair para até 12 dias em 2026, com a adoção de processos seletivos express.

‘’A dor da contratação hoje é real em diversos setores. As empresas precisam de agilidade, mas também buscam profissionais preparados, alinhados à cultura e capazes de gerar impacto desde o primeiro dia. Nosso papel é fazer esse encontro acontecer de forma eficiente, reduzindo riscos, acelerando decisões e garantindo que talentos e organizações cresçam juntos”, afirma Gustavo Loureiro Gomes, fundador e CEO da HUG.

Gigantes já se movimentam

O mercado corporativo brasileiro vem adotando novos formatos para suprir demandas de talentos especializados. No Grupo Boticário, por exemplo, esse movimento resultou em contratações distribuídas por 50 áreas diferentes, movimentando R$ 18,2 milhões em salários. Entre 2024 e 2025, com a ajuda da HUG, a empresa formalizou a entrada de 12 profissionais que atuavam inicialmente por meio de consultorias externas.

A McCain, o Grupo La Moda e o Kwai também integram esse grupo de companhias que apostam em modelos alternativos de recrutamento.

A tendência observada nessas empresas indica prioridade para adequação cultural e acompanhamento contínuo dos profissionais alocados, o que tem reduzido significativamente a necessidade de substituições: apenas duas em cada 50 vagas exigem reposição. O índice de retenção registrado no período foi de 96%.

“Construímos uma metodologia que entrega resultado e, ao mesmo tempo, protege o capital humano. Nosso modelo reduz turnover, melhora o desempenho das equipes e gera retorno direto para as marcas que contratam com a gente”, completa Gustavo.


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