Viagens corporativas em 2026: empresas ajustam orçamento e prioridades
Controle de custos, governança, tecnologia e retorno sobre investimento orientam decisões em um cenário global mais complexo
O planejamento orçamentário das viagens corporativas para 2026 reflete um ambiente econômico e geopolítico mais exigente, no qual as empresas buscam equilibrar controle de custos, eficiência operacional e necessidade de presença física. Dados do World Travel & Tourism Council indicam que o segmento de viagens de negócios segue em recuperação global, com crescimento gradual e papel estratégico para a geração de valor, especialmente em setores ligados à indústria, comércio exterior e serviços.
Após anos de ajustes e cortes provocados pela pandemia, as viagens corporativas entram em uma nova fase, marcada por maior racionalidade nas decisões. Estudos recentes da Global Business Travel Association apontam que as empresas tendem a manter ou ampliar seus orçamentos de viagens em 2026, porém com critérios mais rigorosos de priorização, foco em resultados mensuráveis e alinhamento direto com objetivos de negócio. Viagens relacionadas a negociações estratégicas, expansão internacional, relacionamento com clientes, participação em eventos e gestão de cadeias de suprimentos aparecem entre as principais prioridades corporativas, enquanto deslocamentos considerados de baixo impacto tendem a ser substituídos por reuniões virtuais ou reavaliados sob a ótica de custo-benefício.
Nesse cenário, a Voetur Viagens tem atuado como referência na estruturação de políticas de viagens corporativas mais eficientes e alinhadas às exigências de governança, compliance e controle orçamentário. Com atuação consultiva e uso intensivo de dados, a empresa apoia organizações de diferentes portes e setores na tomada de decisões estratégicas sobre mobilidade corporativa, contribuindo para maior previsibilidade financeira, mitigação de riscos e otimização dos investimentos em viagens.
Segundo Anna Dantas, Compliance Manager da Voetur Viagens, “o orçamento de viagens corporativas passou a ser tratado como um instrumento de controle, conformidade e mitigação de riscos. Em 2026, as empresas buscam previsibilidade, aderência às políticas internas e clareza sobre cada decisão de deslocamento”.
A gestão mais eficiente das viagens corporativas está diretamente associada ao uso de tecnologia e dados. Relatórios da Global Business Travel Association indicam crescimento na adoção de plataformas integradas de gestão de viagens, capazes de oferecer visibilidade de gastos, conformidade com políticas internas e maior controle sobre reservas, alterações e reembolsos. Esse movimento fortalece a governança das viagens corporativas, que passa a ocupar posição central nas decisões empresariais, com políticas mais claras, processos padronizados e maior previsibilidade orçamentária, reduzindo riscos financeiros, operacionais e regulatórios.
Para Renato Salles, DPO da Voetur Viagens, “a governança das viagens corporativas está diretamente ligada à gestão responsável de dados, processos e decisões. Estruturar políticas claras e seguras é fundamental para garantir conformidade, eficiência e proteção das informações em toda a jornada do viajante”.
Outro fator que influencia o planejamento de viagens corporativas para 2026 é a incorporação de critérios de sustentabilidade e cuidado com o viajante. Relatórios do World Travel & Tourism Council apontam que práticas como a escolha de fornecedores mais sustentáveis, a compensação de emissões e políticas de bem-estar corporativo passam a integrar as decisões orçamentárias das empresas. O equilíbrio entre produtividade e saúde do colaborador ganha espaço, com viagens mais curtas, roteiros otimizados e maior atenção à experiência do viajante.
As projeções indicam que as viagens corporativas seguirão relevantes em 2026, porém mais estratégicas, seletivas e orientadas por dados. A definição clara de prioridades, aliada a uma gestão profissional e integrada, tende a ser determinante para que as empresas extraiam valor real de seus investimentos em deslocamentos corporativos. De acordo com Renato Salles, “as empresas que conseguirem alinhar orçamento, governança e conformidade estarão mais preparadas para operar em um ambiente global cada vez mais complexo e regulado”.
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