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TOKIO MARINE SEGURADORA

Corretor deve ficar atento às tendências de novos produtos

“Vejo uma tendência em produtos com maior interação com o consumidor, mais conectados com a realidade do segurado e, principalmente, mais ajustados às realidades de cada indivíduo”. A projeção foi feita pelo CEO da Segfy, Marcos Roque Villa, em entrevista ao Cqcs. Segundo ele, muitas inovações estão a caminho, impulsionadas pela tecnologia, o que trará para o mercado produtos dinâmicos e ajustáveis que resolvem uma dor, uma necessidade específica do segurado. “Com isso, fica mais acessível, menos burocrático e resolve o que o segurado procura”, acrescentou.

Visão semelhante tem o head de Seguros da Segfy, André Rezende, para quem há dois pilares que suportam as tendências do mercado. A primeira especificamente para os seguros intermitentes, em que o segurado pagará pelo período exposto, trazendo mais assertividade ao risco e preço. A outra em termos de produtos em geral, com destaque para os ramos saúde e vida, por todo o cenário que estamos vivenciando com a pandemia; o cyber, pela quantidade de ataques e com um crescimento de 243% até maio; e o de Responsabilidade Civil. “Infelizmente, a população com a pandemia se tornou mais intolerante e isso está cada vez mais presente no cotidiano, podendo gerar transtornos”, frisou.

Em termos de benefícios para os Corretores, ambos enxergam um cenário futuro bem favorável. “O corretor conseguirá atender a uma parcela maior de segurados, pois com produtos mais simples e dinâmicos, ele expande e vende mais. Se tivéssemos remédios feitos sob medida para cada um de nós, certamente usaríamos mais e estaríamos mais saudáveis. Com o seguro é o mesmo raciocínio”, observou Marcos Roque Villa.

Já André Rezende lembrou que o Corretor pode se diferenciar e ter uma capacidade digital de se relacionar, e ser mais consultivo, sabendo encontrar a solução ideal para a realidade do cliente. Além disso, sugeriu que o Corretor fique atento ao “entorno” do produto ofertado. “Por exemplo, se o corretor vende seguros de automóvel, ele precisa conhecer o que está acontecendo neste mercado, os modelos, os mais roubados, os lançamentos etc. O corretor vende a transferência de risco, em sua essência. O produto é da seguradora. Fazendo uma analogia, é um médico fazendo o diagnóstico de um paciente e recomendando um medicamento”, aconselhou.

Os dois executivos também listaram algumas dicas para o Corretor. Roque Villa, por exemplo, sugeriu que o Corretor não deixe de ouvir o cliente atentamente para entender o que o segurado deseja, a sua capacidade de pagamento e necessidades. “Para qualquer produto, o corretor deve primeiro conhecer o seu cliente e o produto para então sair a campo. O corretor é consultivo. E para ser consultivo, ele tem que entender muito bem os dois lados, cliente e produto!”, argumentou o CEO da Segfy.

Por sua vez, André Rezende pontuou que é preciso “estudar, treinar e executar”, além de conhecer muito bem as condições gerais do produto que irá ofertar. “Deve também se capacitar em vendas e negociação, porque é uma ciência. Não ignorar nenhuma etapa”, disse o executivo.

Outro ponto relevante apontado pelos dois executivos é que o Corretor deve estar sempre atualizado para acompanhar as tendências e sair na frente para proteger cada vez mais a sociedade. “O corretor deve reservar algumas horas para estudar, aprender, ler, participar de lives e treinamentos que são ofertados. Temos que ser mais autodidatas, pois o mundo tecnológico nos possibilita fazer isso e, em contrapartida, nos exige isso também. A melhor dica seria sempre se perguntar o que eu não estou fazendo”, acentuou Marcos Roque Villa.

André Rezende, que pensa de forma semelhante, fez algumas provocações: “No Brasil, há aproximadamente 100 mil corretores habilitados. Qual é o produto seguro mais vendido atualmente? Qual é o produto de seguro menos ofertado atualmente? O que é menos ofertado, tem demanda? Qual é o maior receio da sociedade, hoje?”, questionou.

Sobre tendências tecnológicas que podem auxiliar o Corretor, frisaram que o modelo digital é um ponto focal, que permite realizar praticamente todas as coisas que antes se fazia de modo presencial. “É fundamental conhecer a fundo as regras de comunicação digital, as ferramentas disponíveis e as plataformas que ajudam e auxiliam o corretor”, aconselhou o CEO da Segfy.

Rezende completou afirmando que o Corretor deve conhecer bem as plataformas de videoconferência, como funcionam, as regras das redes sociais e, sobretudo, “ter um sistema de gestão robusto com o da Segfy”.

A respeito de ferramentas para o Corretor, Roque Villa asseverou que a melhor sempre será aquela que “você utiliza e sabe extrair aquilo que necessita”. Para ele, existem muitas ferramentas que podem auxiliar e ajudar o corretor, mas é fundamental ter uma boa plataforma, única e integrada, para o gerenciamento e controle da operação.

André Rezende acrescentou citando, como indispensáveis, as ferramentas multicálculo, de gestão, o CRM, os smartphones, a presença nas redes sociais, ter um site e campanhas para leads.

Para finalizar, os dois executivos asseguraram que a Segfy tem como “maior objetivo” manter os Corretores de Seguros sempre atualizados com o melhor produto do mercado, assegurando a liberdade de escolha para cotações com as principais seguradoras do país, em diversos ramos, sem custo adicional, sempre com agilidade e segurança. Nesse contexto, destacaram o lançamento, neste início de setembro, do Hfy, uma tecnologia híbrida, inovadora e única, para cotações em até 15 segundos.


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