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Inovação na Prática recebe fundador do Projeto Mentor do Corretor

Inovação na Prática recebe fundador do Projeto Mentor do Corretor

A Escola de Negócios de Seguros – ENS - promoveu uma transmissão online em parceria com a Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), que aconteceu no dia 14 de julho, às 17 horas no seu canal no YouTube, com o tema “Inovação no Setor de Seguros – Experiência de mercado”. O evento contou com a presença do Fundador do Projeto Mentor do Corretor e da H&H Corretora de Seguros, Richard Furck, do Diretor Presidente da Porto Seguro, Roberto Santos e do Founder e e Vice-Coordenador da Cátedra de Canais de Distribuição da ANSP, Marcelo Blay. O bate-papo está disponível no YouTube da ENS, através do link

Durante a abertura da solenidade, o Diretor Geral da Escola Nacional de Seguros, Tarcísio Godoy, agradeceu a presença dos convidados e explicou a importância de receber os executivos, para falarem de inovação na prática. “A ideia desse evento, é poder apresentar para vocês, que estão nos acompanhando, o que o mercado tem feito de inovação na prática. Então, cada semana a Escola de Negócios de Seguros com a ANSP, que é a parte estudiosa desse mercado, quer trazer para vocês não só a teoria, por meio de diversos cursos que a escola oferece, por meio de diversas palestras que as cátedras e o trabalho que as cátedras da ANSP desenvolvem, mas escutar executivos que estão na linha de frente. Roberto e Richard são dois desses grandes executivos, que vão permitir esse embate”, explicou.

Em seguida, o Vice-Coordenador da Cátedra de Canais de Distribuição da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), Marcelo Blay, comentou sobre o processo acelerado do ambiente digital. “Estamos vivendo um momento de grande ebulição. Já é lugar comum a gente falar que a revolução digital, que assim como a revolução industrial na metade do Século XVIII, está transformando esse mundo, ainda mais turbinado por uma pandemia, que nós tivemos que nos adaptar a uma tecnologia, que talvez nem todos tivessem tão familiarizado. E como era de se esperar, essa onda de digitalização chegou com bastante força no nosso mercado de seguros”, ressaltou.

Falar de startup e omninchannel era falar grego. E mesmo a palavra empreendedorismo não era tão usada como nesse momento. Atualmente, o setor possui um monte de insurtechs, as seguradoras estão se reinventando e os corretores também. Observamos mudanças significativas no papel da Susep, tem o Sandbox, o Open Insurance, as discussões sobre as associações e proteções veiculares e outras associações, discussões no congresso que afetam a nossa indústria, para explorar esses impactos de inovação que acontecem no segmento.

Roberto Santos, Presidente da Porto Seguro, agradece pela oportunidade de participar do debate e inicia sua apresentação contando um case real de inovação, que acompanhou de perto, na Porto Seguro. “Temos muitas dimensões sobre o tema escolhido a ser explorado: uma sobre o momento do ponto de vista de regulação, do digital e outras da inovação pura. A inovação sempre esteve presente na história da Porto Seguro, não somente no que diz respeito a lançamento de produtos, mas principalmente na parte de serviços e processos. Eu posso citar aqui alguns exemplos da história da Porto. Quem não se lembra do break light. O Marcelo trabalhava na Porto nessa época e que no intuito de diminuir freqüência de colisão parcial na traseira, o Marco Vetori que era Diretor de Automóvel da Porto naquela ocasião, ele achava que as lanternas dos veículos ficavam na parte de baixo do pára-choque traseiro. Então o camarada não olhava quando o cara pisava no freio na frente, e ele batia. Ele achava que a lanterna iria subir, naquela ocasião. Criamos um dispositivo que instalava na hora da vistoria prévia, que o camarada apertava o freio, acendia a luz no pára-brisa traseiro. Na linha da direção do olhar do motorista do carro de trás, diminuiria a batida. Atiramos numa coisa e acertamos em outra, virou objeto de desejo. E a Porto Seguro aumentou suas vendas de seguro automóvel, que todo mundo queria o break light e fazer o seguro auto da Porto”, afirmou.

A inovação está presente no comportamento do consumidor, não só na tecnologia aplicada. Mas nas oportunidades de negócios que ela proporciona em diversos aspectos. Durante o debate, Richard Furck, falou sobre o papel da transformação digital. “A gente está vivendo um momento em que a inovação foi acelerada. Eu digo sempre que a gente falava até pouco tempo em transformação digital. Fui até o curador do primeiro curso de transformação digital que a ENS fez e naquela época, a gente falava sobre o assunto. E é um negócio interessante, porque do dia 16 de março de 2020 em diante, eu costumo dizer que a transformação digital morreu, porque não se pressupõe mais a transformação no sentido de ‘não sou e vou passar a ser’ ou ‘vou me tornar digital’. Ou você é digital, ou você não existe. Hoje não é nenhuma questão de transformação, e sim, de maturidade digital, o quão digital você está. Naquele momento, pré-pandemia, foi interessante porque eu estava tendo muitas dificuldades do ponto de vista tecnológico. Eu estava com algumas dificuldades ferramentais, de estrutura, de cabeamento. E foi perto do início da pandemia. Uma das coisas que me incomodou, foi que eu nunca aprendi nada tão na marra e na hora certa”, afirmou

O diálogo entre os executivos durante a transmissão focou na tecnologia agregado à inovação. E ficou claro que para alcançar os objetivos planejados, não é preciso ser o maior, o mais forte ou o mais inteligente. É quem se adapta melhor às mudanças, que obtêm êxitos nos negócios. O maior desafio do Corretor de Seguros é o crosseling. Conseguir atender o cliente em outros segmentos, porque se pegar os últimos estudos relacionados ao tamanho do porte do Corretor de Seguros, 64% da categoria tem até quatro funcionários. Dentro desse público, 55% consegue faturar de receita, até R$ 7 mil mensais.

Richard finaliza a sua apresentação, afirmando que o corretor é na essência um profissional, uma organização familiar e pequena. E ele não tem massa crítica para poder fazer ações digitais, e questiona: “Não adianta dizer que o NUbank vendeu 100 mil apólices. Liga o raciocínio lógico, para entender que foi vendida numa ação a um ticket médio de R$ 6,00, por R$ 30,00 de comissão, essa conta não fecha jamais. Se você botar o operador para ligar, qual a massa crítica do corretor médio brasileiro? É uma carteira de 1.000 clientes. Isso qualquer ação que você vá fazer que seja digitalizada, você não dá nem um mês de crosselling em e-mail marketing em oferta, que já esgotou. Ai se faz o que? Um crosselling por mês, desgastando a carteira?”, concluiu.


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