Brasil, 14 de Dezembro de 2018

TOKIO MARINE SEGURADORA

+ F O N T E -

O país e a dependência no capital - o neocorporativismo e o neoliberalismo

Os Países emergentes, os movimentos sociais, as empresas nacionais enfrentam com muita dificuldade a dependência no capital.

Está na hora do Estado/ Nação fazer parceria com o neocorporativismo para organizar o capital do País e dar garantia ao cooperador/dono pelo apoio para a autogestão da iempresa, pois esta é uma organização sistêmica e organiza o mercado interno.

O cooperativismo não mudou, mas se transformou com o passar do século, nesta quarta revolução Industrial e tecnológica; os seus princípios necessitam agora de novas ações práticas, motivo pelo qual são propostas/sugestões capazes de rever todas as regras, respeitando os seus universais princípios.

Organizar o mercado interno pelo capital particular do cooperador/dono, de baixo para cima/ Ser a parte essencial do socioeconômico e estabelecer as bases para a autogestão, são alguns dos objetivos. “Nunca o capital foi mexido, apesar da dependência, porém somente o cooperativismo organiza o abuso no capital, mas nunca organizou o capital. Esta é a proposta da economia solidária; novas regras” declara Rosalvi Monteagudo - contista, pesquisadora, professora, bibliotecária, assistente agropecuária, funcionária pública aposentada, e articulista na internet e autora do livro"Economia Solidária; Novas Regras" (211 págs., Editora Scortecci) - lançado recentemente na Bienal do Livro 2018.

Desde Marx o cooperativismo era considerado produto da organização capitalista e não o distinguia deste, apesar de usar o capital para resolver o social, pois são verdadeiras associações de espíritos solidários que se contrapõem com o individualismo do capitalismo e pela preocupação com o capital.

O cooperativismo foi criticado por Marx por ser suporte do capital e trabalhar para o capital, que usou o abuso do capital para beneficio social. O neocorporativismo organiza o abuso da informação e o abuso no capital, através da iempresa, pelo controle do dumping comercial e dumping social.
O neocorporativismo não é produto da concepção capitalista, ao se contrapor a ela para beneficio de todos os usuários do capital, que apesar de donos têm uma grande preocupação com a organização social. O neocorporativismo é antagônico ao neoliberalismo uma vez que este faz retornar o capital, para um número reduzido de capitalistas, que continuam se enriquecendo pela manipulação enganosa da propaganda consumista, ao explorar as pessoas, alterando suas concepções, ao despertar vontades e desejos que as conduzem para compras impulsivas e sem necessidade. Somente o neocorporativismo pode acabar com esta situação, se conseguir se tornar uma doutrina econômica da cooperação em que socializa o consumo e organiza o capital em cooperação econômica e compartilham os recursos econômico-financeiros.

A partir da organização do modelo social se organiza o econômico local em simbiose socioeconômica, via software e integra o social pelo econômico pelos seus conselhos de representantes. O econômico organiza o capital do País em ação local e nacional, enquanto o social faz uma integração pelo know-how em ação global. Pois o social e o capital não sobrevivem um sem o outro.
No neoliberalismo o capital é organizado para manipular o social e em solidariedade individual, enquanto no neocorporativismo o capital organiza para suprir o social através de suas necessidades de baixo para cima, em solidariedade social. Este é o maior antagonismo, que no neocorporativismo usam o abuso do capital para gera lucros e/ou sobras. Nesta revisão organiza o abuso do capital e o abuso da informação.
O capital precisa ser organizado para suprir o social e constituir a sua autogestão no mercado interno. O capital passa ser base de troca para a geração de trabalho. Organiza-se de baixo para cima pela cooperação econômica e compartilha dos recursos, através da interdependência do mercado interno e o software.
Enquanto não organizar o capital em detrimento do social e começar a atacar a ditadura do capital para questionar esta organização econômica e social, precisa estabelecer as bases socioeconômica, uma vez que não haverá cooperação nem integração pela ajuda mutua.
Precisam atacar o pragmatismo, paternalismo, intervencionismo e o corporativismo, pois a democracia se faz com e para o povo. Assim para terem uma política condizente com seus anseios e necessidades, neste moderno advento das massas, que precisam se organizar em cooperação mútua.
Um grande dever do cooperador é que seja dono e usuário do capital, pois não há organização social, sem capital. Portanto a “Doutrina da Cooperação se transforma em Doutrina Econômica da Cooperação”, pois organiza em ação local a cooperação econômica, a fim de estabelecer o social pelo mercado da informação em ação global pelo valor do know-how, dando existência aos trabalhos com respeito à cultura e a sua geopolítica para cumprir com seu maior dever social, o de gerar trabalho.
É preciso acabar com a desorganização social e estabelecer as bases da cooperação econômica em detrimento da ditadura do capital. O preconceito de que o capitalismo prejudica o social tem que acabar e organizar o capital sem prejuízo do social.

O neocorporativismo tem que compreender onde está o abuso do capital para que possa gerar sobras e retornos, porém, nesta moderna democracia da economia o abuso passa a ser do social também, motivo pelo qual faz uma simbiose socioeconômica para estruturar o capital, uma vez que precisa ter o controle democrático no econômico, a fim de compartilhar igualdades pelos valores sociais. Só equilibrando a homogeneidade social com a heterogeneidade econômica.
No neocorporativismo a organização da ação de dispersão sai no mercado em busca de outras iempresas para atender as suas necessidades, fazendo uma interdependência pelo controle democrático da federação no segmento e/ou não. Desta forma organiza a geração de trabalho e compartilham os recursos humanos, materiais e econômico-financeiro, gerando trabalho e um mercado auto gestionário.
A organização social passa a ser independente da econômica enquanto este faz uma organização local/nacional, o social faz uma organização global pelo valor do know-how. O mercado de autogestão organiza o capital pela organização socioeconômica de baixo para cima ao atender as necessidades dos cooperadores/donos e por recorrerem a si mesmo organiza o mercado. Portanto organiza o mercado interno pelo econômico.

Sobre Rosalvi Monteagudo:
Mestre em Cooperativismo pelo CEDOPE/UNISINOS (São Leopoldo, RS) e autodidata, lê e estuda sobre Economia e o forte papel que exerce no social.
Sensível às necessidades brasileiras, analisa, observa atentamente e passa a refletir o saber. E preciso um reexame das regras e princípios que evoluem o terceiro Setor como meio de cooperar com os problemas socioeconômicos do país. Percebe Sua importância para a época atual e Começa a estudá-lo profundamente. Publica vários artigos. Cria o COOPSOVr, que são novas regras via software, a fim de beneficiar-se da redução do custo on-line.
Foi editora responsável do boletim informativo do ICA/SAA, São Paulo, no qual criou o espaço "Comentários; repensando o cooperativismo". Organiza cursos, conferências, estandes em feiras etc. Exerce várias atividades concomitantes, como voluntária na Pastoral da Criança, presidente- fundadora da Econsolidaria, além de constituir e participar de diversas associações. Empreendedora socioeconômica, participou ativamente de oficinas palestras do Fórum Social Mundial, de 2002a 2005.


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