Brasil, 17 de Agosto de 2018

TOKIO MARINE SEGURADORA

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O fim das rede sociais? Startup cria redes de relacionamento que geram negócios, aumentam a fidelização e facilitam a comunicação com clientes

Nos últimos anos, as redes sociais se tornaram uma fonte importante de acesso a notícias. Contudo, esta tendência começa a mudar. A conclusão é do Relatório sobre Notícias Digitais do Instituto Reuters, um dos mais conceituados do mundo. O estudo, divulgado nesta semana, entrevistou milhares de pessoas em 37 países para entender os hábitos de consumo de jornalismo.

“O relacionamento com seu público, seja ele formado por associados, clientes ou fornecedores é o segredo para transformá-lo no maior defensor da sua marca.

Em uma nova análise do uso da mídia social, o Pew Research Center informou ontem que os aplicativos para o envio de mensagens e as novas redes sociais estão ganhando mais rapidamente terreno entre os adultos americanos. O relatório da Pew mostrou que 29% dos adultos usam iMessage, Kik ou WhatsApp.

O estudo, divulgado recentemente, entrevistou milhares de pessoas em 37 países para entender os hábitos de consumo de jornalismo.

Segundo a pesquisa, o índice de pessoas que se informam pelas redes sociais caiu em diversos mercados importantes, como Estados Unidos (6%), Reino Unido e França. “Quase a totalidade disso se deve à diminuição da busca, publicação e compartilhamento de notícias do Facebook”, analisam os autores.

Apesar disso, a rede social ainda é a mais utilizada para ler notícias (36%), seguida de WhatsApp (15%), Twitter (11%), FB Messenger (8%) e Instagram (6%). Na comparação entre países, o Brasil ainda é o local pesquisado em que o Facebook tem maior popularidade como fonte de notícias (66%), seguido por Estados Unidos (45%), Reino Unido (39%) e França (36%).

Por outro lado, aplicativos de troca de mensagens, como Whatsapp, FB Messenger, Telegram e Skype, estão ganhando espaço como palco de troca de notícias. Entre os brasileiros entrevistados para a pesquisa, quase a metade (48%) afirmou usar o Whatsapp para acesso a conteúdo jornalístico. O país só fica atrás da Malásia, onde o índice foi de 54%. O percentual vem crescendo também em outros países, como Espanha (36%) e Turquia (30%).

Existem dois motivos que provam isso: Os jovens da geração Z acumulam capital cada vez mais e eles já são os grandes representantes do mercado de consumo atual.

Declínio ainda maior do alcance orgânico

Se você está percebendo o seu alcance cada vez menor, prepare-se: essa é uma tendência para todas as redes sociais.

Existem dois principais motivos para isso acontecer.

Primeiro: as plataformas precisam monetizar e, para isso, criam maneiras para que você invista nelas. O alcance orgânico é reduzido, e os anúncios passam a ser a opção de conseguir mais engajamento.

Não somente novas funcionalidades surgem. Plataformas e meios de consumir conteúdo tomam força cada dia mais.

Se antigamente muitas pessoas acessavam a internet por meio de computadores, hoje grande do tráfego online vem de dispositivos móveis. E não é só isso que mudou!

Relacionamento é o foco

O relacionamento entre usuários e marcas tende cada vez mais para a horizontalidade, ou seja, um diálogo entre iguais. Por isso, encontrar formas de inserir os usuários na produção de conteúdo é um dos grandes desafios.

Para sair na frente, é preciso entender as demandas e modos de relacionamento de seu público e adaptar sua produção de conteúdo nesse sentido.

Com um bom relacionamento, empresas saberão como atender melhor e entregar melhor seus serviços e/ou produtos, tornando assim seus clientes, os maiores canais de divulgação da sua marca.

E se sua empresa tivesse uma rede social privada?

Foi uma das dores encontradas pela Hallo!, startup de Blumenau/SC que desenvolve redes sociais privadas para empresas de comunicação, cooperativas de crédito, conselhos regionais, times de futebol, partidos políticos, associações empresariais e diversas outras entidades podem ter essa experiência mais próxima com o seu cliente, através de uma plataforma própria.

“Pode ser usado também por empresas para gerir grupos de representantes, lojistas, franqueados e funcionários e se comunicar diretamente com seus clientes. Permite a troca de mensagens, veiculação de ofertas, notícias, e eventos. Seus integrantes podem fazer negócios entre si, comprar e vender produtos ou serviços com pagamento por cartão de crédito”, informa Bruno Grahl, CEO da Hallo!.

"Estudamos redes sociais nos últimos dois anos e encontramos uma possibilidade de melhorar a experiência dos usuários com elas. Nosso objetivo é criar redes sociais privadas para entidades que queiram promover empresas, parceiros e notícias direcionadas ao seu público, melhorando engajamento e a comunicação".

5 tendências de redes sociais para 2018

1. Crescimento de comunidades

Em 2017 foi possível notar o crescimento e fortalecimento das comunidades nas redes sociais. Isso é uma tendência que ganha ainda mais força em 2018.

Os grupos em redes sociais como LinkedIn e Facebook são ferramentas cada vez mais utilizadas pelas empresas como forma de engajar seus seguidores e fortalecer a relação.

2. Conteúdo gerado pelo usuário

Como já mencionamos, estamos em uma realidade com consumidores extremamente ativos e empoderados. Os seguidores das marcas não somente querem sentir-se representados pelo que veem na redes sociais: eles querem perceber-se como personagens daquela construção.

3. Mobile toma conta

Que muitas pessoas possuem um smartphone você já sabe! Mas você tem uma noção do que isso significa?

Até o ano que vem mais de 2,4 bilhões de pessoas serão usuárias ativas de mobile. Isso representa um nicho representativo para o mercado e a tendência, como você pode ver, é que esse número cresça a cada ano.

4. A revolução dos chatbots

As empresas estão cada vez mais investindo em chatbots: 20% do conteúdo gerado no mercado empresarial será gerado por máquinas até o ano que vem.

Essas ferramentas estão cada vez mais inteligentes e prontas para atender os consumidores em qualquer situação. Elas oferecem a possibilidade de um atendimento rápido e humanizado, otimizando o trabalho de profissionais da área.

5. Conteúdo audiovisual ainda mais poderoso

É praticamente impossível entrarmos em qualquer rede social e não encontrarmos dezenas de conteúdos em vídeo. Isso já é uma tendência há algum tempo, mas 2018 é realmente o ano que essa estratégia vai tomar conta das redes sociais.

Em apenas quatro anos, 80% de todo o tráfego da internet será gerado por vídeos, de acordo com pesquisas da Cisco. Se isso não é suficiente para você começar a investir nesse tipo de conteúdo, saiba que no Facebook, meio bilhão de pessoas consomem vídeos todo dia.


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