Brasil, 21 de Julho de 2018

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Pesquisa revela que venda online de seguros ainda não é bem-sucedida

Um estudo do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES) revela que canais modernos de venda direta como a internet e os dispositivos móveis são ainda uma parte muito pequena do mercado mundial de seguros em termos de prêmios, apesar dos investimentos de mais US$ 1,7 bilhão em 2016 em todo o mundo no setor. De autoria do economista e professor da Escola Nacional de Seguros Miro Cequinel, a pesquisa mostra que corretores de seguros, agentes, bancos e, em menor grau, outros intermediários, como varejistas e grupos de afinidade, continuam a dominar as vendas. “No mercado mundial, de uma maneira geral, a venda online de seguros não foi bem-sucedida. O que detectamos na nossa pesquisa é que em alguns países, como Estado Unidos e Reino Unido, que sempre foram utilizados por empresas de tecnologia como uma possível referência futura, há fatores que distorcem os números, como a obrigatoriedade da contratação de seguro de responsabilidade civil para automóveis”, explica Cequinel, que ainda enfatiza: “Houve uma expectativa inflada com relação ao que esse mercado poderia vir a se tornar, não só no Brasil, mas também no restante do mundo”.

Para o economista, a internet é hoje a principal porta de entrada do consumidor para cotação e comparação de preços, mas não para o fechamento de negócios. “Outro problema é o índice de conversão, que é muito menor do que uma venda realizada por um canal como o corretor de seguros, uma venda relacional”, afirma.

A pesquisa “A intermediação do Seguro no Brasil e os novos canais de vendas” mostra que ainda que a venda de seguros pela web ainda possa ter potencial de crescimento no mercado brasileiro, há de se considerar que atualmente apenas metade dos brasileiros usa a internet regularmente (ou seja, primeiramente, o país precisa melhorar seu acesso à rede e baratear custos para avançar nesse canal). “Pesquisas internacionais apontam que apenas 35% dos internautas portugueses fazem compras pela internet, contra 82% dos internautas britânicos (que são líderes na Europa em percentual
de uso da rede para compras). A grande questão: o Brasil estaria mais para Portugal nesse quesito ou mais para o mercado britânico (que foi divulgado como referência de futuro nos lançamentos das diversas plata formas de venda on-line de seguros no mercado brasileiro)? A julgar pelos números obtidos até agora pelo varejo on-line brasileiro, talvez tenhamos mais do que a língua portuguesa em comum com os portugueses”, comenta Cequinel.

Outro ponto analisado no estudo é o baixo volume de prêmios. “Em alguns países, a quantidade de apólices até é grande, mas em volume de prêmios é um número muito pequeno. Isso ocorre porque a internet serve para vender coisas baratas, com ticket baixo”, diz o professor da Escola Nacional de Seguros.

Segundo Miro Cequinel, ainda que o percentual de seguros fechado pela internet seja baixo, ficou claro com o estudo que a web está influenciando significativamente o comportamento dos clientes. “Este já busca informações sobre seguros rotineiramente na rede, e parte significativa das vendas possui influência da internet”, pondera.

Confira a pesquisa completa em http://cpes.org/acervo/a-intermediacao-do-seguro-no-brasil-e-os-novos-canais-de-vendas-i-textos-de-pesquisa-no-6/.

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