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Doenças de verão: saiba quais são e como se prevenir

Porto Seguro Saúde alerta para as principais doenças causadas na estação além do câncer de pele

Conhecida como a estação das férias e, principalmente, do sol, o verão também traz riscos à saúde. As altas temperaturas e a umidade podem ser fatores primordiais para uma série de problemas no corpo humano e, associadas à falta de saneamento básico, uma realidade em muitos lares brasileiros, favorecem a proliferação de agentes infecciosos que causam complicações que vão desde micoses até a infecção por dengue, pelo vírus Zika chikungunya e pela febre amarela urbana.

“O verão é uma das estações mais aguardadas do ano. No entanto, alguns cuidados devem ser tomados e, outros, redobrados nesta época que, além do conhecido câncer de pele, pode acarretar em vários outros problemas”, diz Mônica Bortolossi, superintendente de negócios do Porto Seguro Saúde. Pensando nisso, a executiva lista algumas doenças das quais ficamos expostos no calor da estação e como preveni-las.

Intoxicação alimentar e infecções gastrointestinais

Ocorre geralmente algumas horas após a ingestão do alimento contaminado e a infecção pode se dar em até quatro dias depois do consumo porque, no calor, os alimentos apodrecem com maior facilidade, principalmente por conta da ação de toxinas e bactérias. Também nessa época, torna-se mais comum os programas ao ar livre, onde os alimentos não contam com a higiene e as condições ideais de armazenamento.

Sintomas: vômitos, diarreia e mal-estar geral, podendo evoluir para desidratação se não houver condições de reposição da água e dos sais minerais perdidos.

Como prevenir: na dúvida, evite comer alimentos de procedência duvidosa na rua ou na praia e dispense o gelo fora de casa. Não guarde sobras de comida por muito tempo na geladeira, sobretudo os que ficaram à temperatura ambiente por período prolongado. A melhor solução é descongelar pequenas porções à medida que forem necessárias.

O que fazer: a maioria dos casos pode ser tratada em casa. Porém, se a desidratação se prolongar, procure orientação profissional. Caso o quadro de diarreia perdure, consulte um gastroenterologista.

Micoses

Ocorre tradicionalmente em áreas mais quentes e úmidas do corpo. Esse quadro é intensificado no verão, período que não apenas apresenta temperatura ainda mais elevada, como também mais contato com superfícies molhadas, condições ideais para o desenvolvimento desses agentes.

Sintomas: coceira, irritação e vermelhidão na área comprometida pelo fungo, descamação e manchas. Além disso, nos pés os fungos produzem um forte odor.

Como prevenir: manter as dobras do corpo limpas e secas, não usar sapatos fechados em dias muito quentes e não ficar descalço em ambientes públicos. Por conta da fácil transmissão, não use toalhas e calçados de outras pessoas e calce sandálias de borracha em vestiários e chuveiros públicos. Faça uso de roupas leves e a troca diária de peças íntimas.

O que fazer: procure um dermatologista para um diagnóstico correto.

Otites

Devido ao maior contato com a água, no mar e na piscina, a camada de cera que protege o ouvido acaba sendo removida, deixando o canal auditivo propenso a infecções por fungos e bactérias.

Sintomas: dor de ouvido, com ou sem secreção, e sensação de abafamento do som. Em alguns casos específicos, também pode haver febre.

Como prevenir: faça uso de toalhas limpas para secar o ouvido toda vez que sair do mar ou da piscina. Evite o uso de cotonetes, pois eles podem causar ferimentos, além de empurrar a cera para dentro do canal auditivo e impedir a água eventualmente acumulada de escoar para fora, aumentando a umidade interior. Ambas condições ampliam a vulnerabilidade a tais infecções. Protetores auriculares são recomendados.

O que fazer: não se automedique. Procure um otorrinolaringologista para o tratamento necessário.

Desidratação

No verão, a exposição prolongada ao sol e a prática de exercícios físicos extenuantes aumentam bastante a transpiração do corpo, causando a desidratação. Fique atento, principalmente aos idosos, que não sentem sede, e às crianças pequenas, que não sabem demonstrar que precisam se hidratar.

Sintomas: ressecamento da pele e dos lábios, fadiga e sonolência, muitas vezes confundida com cansaço. A desidratação pode evoluir para coma e parada cardíaca sem nenhuma providência.

Como prevenir: beba bastante líquido, como água, chás sem cafeína, isotônicos, água de coco e sucos. O melhor indicador da falta desse combustível é a cor da urina. Se escura, o organismo está pedindo água, mas, se amarelo-clara, indica um corpo bem hidratado. Bebidas alcoólicas, especialmente a cerveja, aumenta a frequência e o volume urinário, predispondo o indivíduo à desidratação. Entre um copo e outro, um tem de ser de água. Na alimentação, vale caprichar em vegetais e frutas como melancia, melão, rabanete e pepino, entre outros ricos em água.

O que fazer: hidrate-se em casa e, se persistir o quadro de fadiga, procure orientação médica.

Queimaduras de pele

A exposição exagerada ao sol, principalmente entre às 10h e às 16h (horários de maior incidência dos raios ultravioletas), e o uso errado do protetor solar, causam queimaduras na pele. Além disso, existem os riscos de câncer de pele no futuro – os estragos do sol são cumulativos e dão origem a células malignas.

Sintomas: vermelhidão, dor e ardência na pele são as principais manifestações das queimaduras solares, assim como bolhas em casos mais graves. Podem ser acompanhadas de desidratação e sinais de insolação, como dor de cabeça, tontura, enjoo, alteração nos batimentos cardíacos e até desmaios.

Como prevenir: escolha o protetor ideal para o seu tom e tipo de pele. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, pessoas de pele clara devem usar, no mínimo, fator FPS 30 e passar novamente o produto sempre que entrarem na água ou transpirarem demais ou, ainda, após duas horas da aplicação. Pessoas de pele negra devem usar, no mínimo, FPS 15, tomando os mesmos cuidados com a reaplicação. Use e abuse do uso de acessórios, como chapéus, óculos de sol e camisetas de algodão.

O que fazer: se a queimadura for simples, tome um banho frio, use géis calmantes pós sol e tome bastante água. Em casos mais graves, com insolação, procure imediatamente um pronto atendimento. Em ambos os casos, procure um dermatologista.

Conjuntivite

A exposição prolongada ao sol torna os olhos mais irritados e vulneráveis à ação da conjuntivite, que acaba sendo mais comum no verão por conta do uso mais frequente de piscinas, saunas e de aparelhos de ar-condicionado.

Sintomas: irritação ocular, olhos vermelhos, inchaço nas pálpebras, lacrimejamento e sensação de areia nos olhos. Quando causada por bactérias, há presença de secreção espessa.

Como prevenir: lave as mãos com frequência e evite coçar os olhos. Não compartilhe itens de uso pessoal, como toalhas, lenços, maquiagens e óculos.

O que fazer: independente da gravidade, procure um oftalmologista, por conta do grau de contágio do vírus ou da bactéria.

Arboviroses – dengue, Zika, chikungunya e febre amarela urbana

As chuvas de verão e o aumento da temperatura favorecem a proliferação do mosquito Aedes aegypti, vetor dos vírus que causa dengue, infecção pelo vírus Zika, chikungunya e até febre amarela urbana – pela picada, a fêmea contaminada com esses agentes os transmite ao ser humano.

Sintomas: no caso de dengue, zika ou chikungunya, as manifestações são febre, manchas vermelhas pelo corpo, dores musculares e articulares, coceira, dor de cabeça, entre outras. O início da febre amarela é parecido com as demais, porém se diferencia pelo potencial surgimento de icterícia, coloração amarela da pele e/ou olhos.

Como prevenir: no geral, não deixe água acumulada e parada. Para proteção individual, faça o uso de repelentes e inseticidas aprovados pela Agência de Vigilância Sanitária, sempre conforme as instruções dos produtos. Grávidas devem usar preservativo nas relações sexuais, pois o vírus Zika também é transmitido sexualmente e pode contaminar o feto, causando microcefalia. Já a febre amarela pode ser prevenida por vacina.

O que fazer: em qualquer um dos casos, procure orientação profissional para o diagnóstico correto.

O Porto Seguro Saúde conta com parceiros em sua rede credenciada que, neste momento de isolamento social, apoia o segurado por meio da telemedicina, onde seus beneficiários têm à disposição o “Alô Saúde”, pois alguns destes diagnósticos e tratamentos podem ser realizados por tele atendimento e, caso seja necessária uma maior avaliação ou exames, o segurado recebe a indicação de uma das nossas clínicas credenciadas.

Sobre a Porto Seguro

A Porto Seguro é uma empresa brasileira com mais de 70 anos de mercado e está entre as maiores seguradoras do País, ocupando a primeira posição nos ramos de Seguro Auto e Residência. Atualmente, são mais de 8,4 milhões de clientes únicos, 13 mil funcionários, 12 mil prestadores e 35 mil corretores parceiros. A companhia tem ainda 101 sucursais e escritórios regionais em todo o Brasil. O Grupo Porto Seguro é formado por 27 empresas – entre elas Azul Seguros, Itaú Seguros de Auto e Residência, Porto Seguro Saúde e Porto Seguro Uruguai – que atuam nos mais diversos ramos como seguros, produtos financeiros, serviços de emergência e conveniência, proteção e monitoramento, plano de saúde para Pets, entre outros. Em 2020, o lucro líquido da companhia foi de R$ 1,695,8 milhões.


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