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Bancos e fintechs devem apostar em core banking nativo digital para saírem na frente, segundo especialista

  • Terça, 25 Julho 2023 18:20
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Ludmila Andrade
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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A maneira como as pessoas utilizam serviços financeiros evoluiu, de acordo com especialista. Foto:FreePick

Refinar ofertas e personalizar serviços; Recurso aprimora análises e machine learning para tomar decisões baseadas em dados

Desafios tecnológicos são comuns nos negócios e, muitas vezes, fundamentais para o crescimento das empresas. Apesar dos bancos serem plenamente capazes de inovar por conta própria, eles têm processos e regulamentações complexos. As fintechs e techfins ganham papel de destaque, empregando tecnologias disruptivas, eficientes e com menor custo.

Os bancos modernizaram seus sistemas e seu envolvimento digital para atender às demandas dos clientes, enquanto empresas externas ajudaram as instituições a automatizar processos e melhorar a eficiência, acelerando o lançamento de novos produtos. Um dos pontos de atenção, tanto para os grandes players quanto para as fintechs, é o core banking – responsável por processar as transações, atualizar as contas e outros registros financeiros dos usuários.

É por meio dele que depósitos em conta, empréstimos e investimentos são gerenciados em aplicações “back-end”, aquelas que ficam “por trás” dos sistemas. O core banking já existia antes da era digital, mas com o incremento do internet e mobile banking, ele precisou se transformar. Tornou-se ainda mais importante contar com um core banking ativo e processando 24 horas por dia, rápido, flexível e operado via APIs (sigla em inglês para interface de programação de aplicação).

As tech-fins se tornaram responsáveis por soluções essenciais para fintechs e foram criadas com a vantagem de já terem nascido no ambiente digital, em que a instantaneidade é requisito essencial. Nesse contexto, ter um core banking nativo digital faz toda a diferença, de acordo com Ticiana Amorim, CEO da Aarin, tech-fin especializada em Pix e open finance.

“A maneira como as pessoas utilizam serviços financeiros evoluiu consideravelmente nos últimos anos. Em vez de terem que adaptar o antigo sistema a novas demandas, adotar um core banking nativo digital tornou-se estratégico para as organizações. Com ele, é possível fornecer uma base, que permite a bancos e fintechs atenderem às rápidas e crescentes demandas dos clientes de forma rápida e personalizada”, explica a gestora.

A Aarin é desenvolvedora de soluções que já são adaptadas ao Pix e Open Finance e criou há três anos o ‘Smart Core’ nativo para empresas digitais, que permite plugar diferentes parceiros. Ele também se destaca pelas medidas potentes de segurança.

“Os sistemas legados tradicionais são mais complexos e podem ser mais lentos com relação à adaptação a mudanças de mercado. Em contrapartida, os sistemas de core banking nativos digitais são desenvolvidos com flexibilidade e escalabilidade, permitindo que bancos e fintechs lancem novos produtos com rapidez. Além disso, são construídos com mecanismos rígidos de proteção de dados, padrões de criptografia e autenticação multifator para proteger as informações e transações do cliente de acordo com os requisitos regulatórios”, encerra Ticiana.

Sobre a Aarin

A Aarin é o primeiro hub tech-fin especializado em Pix e Embedded Finance no Brasil. Atualmente faz parte do grupo Bradesco e fornece serviços com enfoque financeiro incluso na experiência do usuário, possibilitando que qualquer empresa possa prestar serviços financeiros para sua base de clientes. Através do Smart Core, os negócios podem ofertar seus próprios serviços financeiros sem que precisem ser um banco. Nascida em Salvador (BA), a Aarin passou por M & A multimilionário com o grupo Bradesco em agosto de 2022, após seu primeiro aporte de R$ 2 milhões, em julho de 2020, liderado pela RB3 Participações, Cubos Venture Studio, executivos do Brasil, Estados Unidos e Espanha.


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