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Renda variável atrai investidores e é alternativa para quem quer diversificar suas economias

  • Sexta, 05 Agosto 2022 18:19
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Flavia Crizanto
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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Imagem: Freepik

Mesmo com a alta da Selic, B3 registrou aumento de mais de 40% de novos investidores em 12 meses

A alta da Selic, fixada em 13,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, tornou os investimentos em renda fixa mais atrativos. Apesar disso, a renda variável não sofreu redução de investidores. Pelo contrário, segundo dados da Bolsa de Valores (B3), o número de pessoas físicas que investem na modalidade aumentou mais de 40% em 12 meses.

A movimentação é justificada pelo interesse na diversificação da carteira. De acordo com representantes da área, o momento permite aproveitar a maior rentabilidade de investimentos mais seguros e conservadores, como os títulos públicos e os certificados de depósitos bancários (CDBs), e também direcionar parte dos recursos para a renda variável, que oferece opções mais arriscadas e com maior potencial lucrativo.

A orientação, portanto, é conhecer os tipos de investimentos em renda variável para analisar quais podem contribuir para os objetivos do investidor. Segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), quando a escolha dos ativos é feita criteriosamente, a aplicação em renda variável pode proporcionar um retorno financeiro superior à fixa.

Novos investidores

O total de pessoas físicas que investem em renda variável no Brasil aumentou mais de 40% no intervalo entre abril de 2021 e março de 2022, conforme dados divulgados pela B3 em maio deste ano. Em números, isso significa o ingresso de aproximadamente 1,3 milhão de investidores.

Os investimentos mais procurados no período analisado foram os Brazilian Depositary Receipts (BDRs), os fundos de índice (ETFs), fundos de investimentos imobiliários (FIIs) e ações. Na avaliação da B3, o aumento da demanda deve-se ao interesse de diversificação da carteira.

Como e quando investir

A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) recomenda a realização de quatro etapas para investir criteriosamente: planejar, entender, escolher e acompanhar.

A fase de planejamento é quando o interessado deve organizar o orçamento, definir os objetivos e descobrir qual é o seu perfil de investidor. Os perfis são estabelecidos, sobretudo, com relação ao prazo em que se pretende investir e a tolerância aos riscos.

O investidor com perfil conservador prioriza a segurança em relação à rentabilidade, enquanto o arrojado faz o oposto. Quem prefere o estilo moderado busca o meio-termo entre esses dois aspectos.

A Anbima esclarece que ter um perfil conservador não significa investir de forma exclusiva em renda fixa, assim como ser arrojado não requer aplicar recursos apenas na renda variável. Em todos os casos, é necessário diversificar a carteira, identificando uma proporção que atenda ao perfil do investidor.

Para montar a carteira, a segunda etapa é fundamental: “entender”. Nesse momento, o investidor deve se dedicar a estudar os produtos financeiros, avaliando aspectos como rentabilidade, riscos e liquidez. Também deve saber como funciona a dinâmica para investir em cada um dos diferentes ativos.

No caso da renda variável, é preciso abrir uma conta em uma plataforma de investimentos para acessar o home broker que direciona à Bolsa de Valores. Os comandos para a compra e venda de ativos são realizados pela internet.

Outro ponto importante é estudar o mercado financeiro para conhecer quais variáveis interferem no comportamento dos investimentos. Após essa compreensão, o investidor terá um maior discernimento para a terceira etapa, que consiste em escolher os ativos. Por fim, será importante acompanhar o progresso da carteira.


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