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Preços de venda de imóveis residenciais avançam 0,47% em junho

  • Quarta, 06 Julho 2022 10:39
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Graziela Lavezo
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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Comparativamente, variação do Índice FipeZAP+ ficou abaixo da inflação medida pelo IPCA-15 (+0,69%) e pelo IGP-M (+0,59%)

■ Análise do último mês: acompanhando o comportamento dos preços de venda de imóveis residenciais em 50 cidades brasileiras, o Índice FipeZAP+, registrou uma alta de 0,47% em junho em 2022, após avançar 0,41% no mês anterior. Comparativamente, o IGP-M/FGV apresentou uma variação mensal de 0,59%, enquanto a prévia da inflação de junho (IPCA-15/IBGE) registrou um aumento de 0,69% dos preços ao consumidor*. Em termos de abrangência geográfica, 45 das 50 cidades monitoradas apresentaram elevação nos preços de venda de imóveis residenciais; sendo que, em 26 delas (incluindo Curitiba, Vitória e Recife), a variação observada nos preços de venda de imóveis residenciais superou prévia da inflação ao consumidor, dada pelo IPCA-15. Considerando o recorte de 16 capitais acompanhadas, 14 registraram elevação nominal: Curitiba (+1,99%), Vitória (+1,85%), Recife (+1,37%), Goiânia (+1,18%), Florianópolis (+1,08%), João Pessoa (+0,98%), Salvador (+0,77%), Maceió (+0,71%), Belo Horizonte (+0,57%), Rio de Janeiro (+0,27%), São Paulo (+0,24%), Fortaleza (+0,20%), Brasília (+0,14%) e Porto Alegre (+0,04%). Em contraste, houve queda nos preços apurados em Manaus (-1,75%) e Campo Grande (-0,56%).

■ Balanço parcial de 2022: ao final do primeiro semestre, o Índice FipeZAP+ de Venda Residencial exibe uma alta acumulada de 2,96% no ano, variação inferior à inflação ao consumidor de 5,51% (considerando o comportamento observado do IPCA/IBGE e sua prévia para junho, baseada no IPCA-15*) e à variação acumulada pelo IGP-M/FGV no mesmo período (+8,16%). A alta nominal nos preços residenciais abrangeu 48 das 50 cidades monitoradas nesse período, incluindo 15 das 16 capitais supracitadas, ordenadas da maior à menor variação da seguinte forma: Goiânia (+11,43%), Vitória (+9,94%), Curitiba (+7,14%), João Pessoa (+6,83%), Campo Grande (+6,07%), Florianópolis (+5,45%), Recife (+5,00%), Fortaleza (+4,57%), Maceió (+4,55%), Salvador (+4,08%), Belo Horizonte (+2,72%), São Paulo (+2,38%), Rio de Janeiro (+1,36%), Porto Alegre (+0,56%) e Brasília (+0,03%). Em Manaus, os preços recuaram 1,34% no período.

■ Análise dos últimos 12 meses: o Índice FipeZAP+ acumula um avanço nominal de 6,10% nos 12 meses encerrados em junho de 2022 – variação inferior à inflação acumulada pelo IPCA/IBGE (+11,91%)* e pelo IGP-M (+10,70%) no mesmo horizonte temporal. No acompanhamento individual, 49 das 50 cidades monitoradas pelo índice registraram aumento nominal dos preços residenciais em suas respectivas localidades, incluindo as 16 capitais: Vitória (+22,95%), Goiânia (+20,70%), Curitiba (+16,55%), Maceió (+14,56%), Florianópolis (+14,55%), Campo Grande (+11,99%), João Pessoa (+11,39%), Fortaleza (+9,83%), Recife (+7,87%), Brasília (+5,45%), Belo Horizonte (+5,24%), São Paulo (+4,31%), Salvador (+3,90%), Porto Alegre (+3,26%), Rio de Janeiro (+2,47%) e Manaus (+2,32%).

■ Preço médio de venda residencial: com base na amostra de anúncios de imóveis residenciais para venda em junho de 2022, o preço médio calculado para as 50 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP+ foi de R$ 8.082/m². Entre as 16 capitais acompanhadas, a cidade de São Paulo apresentou o valor médio por metro quadrado mais elevado no último mês (R$ 9.936/m²), seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 9.778/m²), Vitória (R$ 9.351/m²), Florianópolis (R$ 9.063/m²) e Brasília (R$ 8.616/m²). Em contraste, considerando as capitais monitoradas com menor preço médio de venda residencial, é possível destacar as seguintes : Campo Grande (R$ 4.866/m²), João Pessoa (R$ 5.261/m²), Salvador (R$ 5.547/m²), Manaus (R$ 5.641/m²) e Goiânia (R$ 5.697/m²).

Sobre a OLX Brasil

No Brasil desde 2010, a OLX Brasil tem a missão de empoderar as pessoas a alcançarem seus sonhos, reinventando o modelo de consumo. A empresa é 100% digital e faz isso por meio de tecnologia desenvolvida localmente, ajudando seus usuários a comprar e vender quase tudo de maneira rápida, segura e conveniente. Ao encorajar o reuso, a OLX Brasil contribui com a redução de lixo, de emissões de CO2 e incentiva o uso de recursos naturais, dando aos itens segunda, terceira e até uma quarta vida.

Com a aquisição do Grupo ZAP, concretizada em novembro de 2020, a OLX Brasil passa a contar com duas unidades de negócios: OLX, que segue operando como plataforma horizontal com as categorias de Autos, Imóveis, Bens de Consumo, Empregos e Serviços, além da carteira digital OLX Pay; e ZAP+, totalmente focada em imóveis e responsável pelas marcas ZAP, Viva Real, DataZAP+, Anapro+, Geoimovel, Conecta Imobi e ZAP+Fin. O ZAP+ também passa a comercializar todos os produtos de imóveis das diferentes marcas do grupo.

A aquisição envolveu a compra de 100% das ações do Grupo ZAP. Os acionistas da OLX Brasil continuam sendo os dois dos principais grupos globais de mídia e investimento em marketplaces: Prosus N.V. (50%), listada na bolsa de Amsterdam e majoritariamente controlada pela Naspers Ltd, e Adevinta ASA (50%), listada na bolsa de Oslo e controlada pelo grupo norueguês Schibsted.


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