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Desempenho econômico cai de novo, e vendas dos microempreendedores e autônomos pioram 11,5% em fevereiro

  • Segunda, 04 Abril 2022 09:19
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Atendimento SumUp
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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● Resultado ruim do ISM se deve, especialmente, à queda da renda real dos trabalhadores no ano passado, que é a menor da série histórica iniciada em 2012

● Estudo exclusivo da SumUp sobre o microempreendedorismo registrou queda consecutiva na atividade econômica, e performance já é pior que a de todos os meses do ano passado

Os microempreendedores e autônomos brasileiros seguem em um momento desafiador. As vendas do setor apresentaram uma queda de 11,5% em fevereiro, em comparação ao mês imediatamente anterior. Em comparação a fevereiro de 2021, a retração foi ainda maior, de 17,35%. Os dados são do Índice SumUp do Microempreendedor (ISM), um estudo exclusivo realizado pela empresa de tecnologia e serviços financeiros.

Em fevereiro de 2022, o ISM atingiu 61,68 pontos. É a segunda queda consecutiva do indicador. O resultado já é pior que o de todos os meses do ano passado.

“Os microempreendedores são essenciais para a retomada da economia, pois correspondem a mais de 24,5 milhões de pessoas, segundo o IBGE. O ISM mostra um retrato fiel da realidade econômica do País, pois reflete as relações de consumo das classes mais pobres, que são a maioria da população. Infelizmente, os negócios da base da pirâmide continuam a enfrentar um cenário difícil”, diz Carlos Grieco, diretor de Meios de Pagamento da SumUp.

Renan Pieri, professor da Fundação Getúlio Vargas e um dos responsáveis por formular o índice, aponta a queda da renda real dos trabalhadores no ano passado, que levou a uma diminuição no poder de compra dos brasileiros, como um dos catalisadores da queda do ISM de fevereiro.

“A renda real do brasileiro já é a menor aferida pela série histórica do IBGE, iniciada em 2012. Com os salários ‘rendendo menos’, as pessoas diminuem o consumo. Isso, naturalmente, afeta o varejo, que vende em menor quantidade e vê sua rentabilidade também diminuir. O recuo da renda média do trabalhador reflete diretamente na economia, e isso é o que mostra novamente o ISM desse mês", diz Pieri.

Produzido pela SumUp, fintech de meios de pagamento para micro e pequenos empreendedores, o ISM é construído com base em dados de negócios de profissionais informais, além de MEIs e microempresas de todos os estados brasileiros e de mais de 30 ramos de atividades distintos.

Como funciona o ISM

A divulgação do Índice SumUp do Microempreendedor (ISM) é uma contribuição da SumUp para o País, com o intuito de ampliar o acesso às informações sobre a economia brasileira. O ISM é calculado a partir de um método estatístico robusto, mas simples, que permite explicar o desempenho do setor microvarejista.

O ISM considera fatores como sazonalidade, diferenças demográficas do País e participação de cada estado no PIB, assim como o volume de vendas processados pelos produtos e serviços da SumUp. O gráfico resultante permite entender o comportamento do mercado para microempreendedores no Brasil.

Sobre a SumUp

A SumUp é uma companhia global de serviços financeiros. Sua visão é criar um mundo em que os micro e pequenos empreendedores possam conquistar o sucesso fazendo o que amam. A SumUp atende mais de 3,5 milhões de donos de pequenos negócios em mais de 30 mercados na Europa, nos Estados Unidos e na América Latina, com produtos e serviços criados sob medida para o segmento.

A fintech oferece soluções completas para seus clientes, como maquininhas de cartão, conta digital, links de pagamento, loja virtual, empréstimos e educação financeira. No Brasil, a SumUp está presente desde 2013, empregando 850 pessoas, sendo 59% mulheres e 28% LGBTQIAP+. Em março de 2021, a fintech anunciou um aporte de 225 milhões de euros (cerca de R$ 1,3 bilhão) na operação brasileira, a fim de expandir seus negócios e seguir empoderando microempreendedores do País.


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