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Sicredi une virtualmente as inúmeras bases de dados de 108 cooperativas de crédito

  • Quarta, 20 Outubro 2021 09:02
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Lygia Maciel
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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Como democratizar o acesso a dados quando a sua atividade abrange 30 mil colaboradores e parceiros distribuídos em 24 estados e no Distrito Federal? E como melhorar a leitura de dados quando essa equação pressupõe, ainda, a oferta de mais de 300 produtos e serviços financeiros a mais de 5 milhões de associados?

Este foi o desafio enfrentado pelo Sicredi – uma instituição financeira cooperativa que reúne mais de 100 cooperativas de crédito e, consequentemente, uma miríade de diferentes bases de dados, cada qual com as suas especificidades.

Entre os objetivos do Sicredi no início deste ano estava o de garantir a cada colaborador da cooperativa, estivesse ele no interior do Mato Grosso, ou na Avenida Paulista – o acesso a dashboards e a ferramentas de analytics para apoiá-lo na oferta de produtos e serviços.

Visão unificada de um grande ecossistema

“Queremos construir uma visão unificada dos dados corporativos em todas as nossas 108 cooperativas de crédito”, resume Aislan Kleemann, especialista de dados do Sicredi. “A ideia é que nossos colaboradores tenham mais tempo para se concentrarem na análise dos dados e novos negócios, tendo acesso de forma simples e rápida as informações necessárias”, resume ele.

Em abril de 2020, a instituição optou por adotar a plataforma Denodo, através de processo de Software Selection, para criar uma camada lógica que consolidou, virtualmente, data warehouses, data lake, diversos serviços de arquivos (CSV/XIs), web services interno e externos, além de outras fontes de dados, criando o que se chama de “tecido lógico de dados”.

Fonte de inúmeros relatórios

“A camada lógica de dados que é criada pela plataforma Denodo nos permite uma entrega muito mais rápida dos dados – entre 50% e 70% mais veloz que outras soluções tradicionais”, afirma Kleemann.

Segundo o arquiteto de dados, o objetivo é tornar o Denodo a principal fonte de dados para inúmeros relatórios e dashboards, habilitando também uma espécie de menu “self-service” para os colaboradores, permitindo que estes utilizem os dados através dos aplicativos de sua preferência. Sua arquitetura abre espaço, também, via interfaces específicas (APIs), para integração de vários aplicativos de parceiros do Sicredi.

Há, ainda, um outro grande trunfo da plataforma Denodo: é possível introduzir governança de dados para abranger todos os sistemas que foram virtualmente integrados. Essas regras de compliance não são criadas e replicadas em cada um dos inúmeros sistemas que compõe o universo Sicredi; ao contrário, elas residem apenas em um único ponto, a partir de onde o acesso aos dados é feito.

Aplicativos bem à mão

Desde o início de 2021 a plataforma de virtualização de dados da Denodo está sendo usada para catalogar centenas de tags – ou rótulos – para identificar termos de negócios usados no Sicredi. Esse processo ajudará os seus colaboradores a encontrarem mais rapidamente o que procuram entre as dezenas de sistemas em que navegam.

A cada usuário será possível, ainda, usar o seu aplicativo de preferência – seja ele Power BI, Excel, ou outros em seus notebooks. Há, no entanto, processos regulatórios que impõem limites à democratização do acesso a dados, processos necessários dada a natureza financeira da instituição e que garantem a segurança fundamental neste tipo de negócio.

Regras para o acesso

E, por ser uma camada de dados intermediária entre as fontes de dados e ponto de acesso dos usuários, também é possível criar regras para monitorar, rastrear e analisar os acessos ao longo de todo o ciclo/linhagem dos dados, assim como desenvolver regras para firmar políticas que validem, ou não, esses acessos, parcial ou totalmente.

“A simplicidade da Denodo está sendo, para nós, um elemento chave para garantir a democratização do acesso aos dados na organização com segurança”, resume Kleemann.


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