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Pequenos empresas, grandes faturamentos: empresário e influencer Rodrigo Noll explica como pequenos negócios podem faturar alto

  • Segunda, 14 Junho 2021 11:41
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Magda Bueno do Nascimento
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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Maior especialista em marketing e vendas por indicação do Brasil, e criador do método VPI, garante que empresas que ainda usam forma antiga de vender, como o "boca a boca", sem incentivo e estratégias, deixam de de faturar até 54%

Desde o começo da pandemia, em que muitas pessoas se viram obrigadas a ingressar numa nova carreira profissional devido ao aumento de desempregos no país, o número de registros de Microempreendedores Individuais (MEI) disparou no Brasil. Segundo dados do Ministério do Trabalho, em 2020, o total de registros chegou a 11.262.383 autônomos. No ano anterior, o número era de 2.666.309. Atualmente, esses profissionais representam 56,7% dos negócios ativos, ainda de acordo com a pasta.

Mas encarar um negócio próprio exige dedicação e, sobretudo em tempos de crise econômica, muita criatividade. Uma das alternativas é investir em marketing e em estratégias de vendas.

"Muitas pessoas têm migrado para o mercado autônomo, porém, algumas se esquecem que, além de oferecer boa qualidade de produtos e serviços, é fundamental desenvolver uma boa estratégia de vendas, com ferramentas específicas para se destacar no mercado, ter uma marca forte, aumentar os lucros, conseguir novos clientes e fidelizar os atuais", pontua o CEO da Base Viral, Rodrigo Noll.

Na empresa dele - que é pioneira do Brasil na criação de programas de indicação de vendas - surgem muitas marcas e serviços que acreditam que porte do negócio influencia na hora de buscar ou não um plano de marketing, mas, para o empresário, independente do tamanhos do negócio, traçar uma estratégia pode ser o diferencial no mercado.

"Hoje em dia, com a internet, o tamanho de uma marca pode crescer significativamente no meio digital em poucos dias, sem contar o tamanho físico da empresa. Independente do tamanho e segmento, toda empresa precisa ter um plano de vendas, seja uma multinacional ou uma pessoa que faz lanches para vender no bairro", afirma.

A Base Viral aplica um método próprio chamado VPI (Vendas por Indicação), desenvolvido pelo Rodrigo, que é especialista em Estratégia Empresarial Disruptiva, pela Universidade de Harvard, e especialista em Empreendedorismo, pela Babson College.

"O método ajuda empresas a venderem mais, sem precisar gastar mais por isso. A estratégia utiliza apenas os clientes atuais de um negócio para vender mais sem precisar oferecer descontos ou fazer anúncios. É uma metodologia digital, organizada, ativa", garante o empresário que, desde que começou a oferecer VPI, já registrou mais de 350 cases de sucesso, e gerou mais de R﹩ 40 milhões para seus clientes.

Quem é Rodrigo Noll

Empresário, especialista em marketing e vendas por indicação, estrategista, inovador e aficionado por novas ideias e soluções de mercado. Esses são alguns dos atributos de Rodrigo Noll, CEO da Base Viral - primeira empresa do Brasil especializado na criação de programas de indicação -, e criador do método VPI (Vendas por Indicação).

Tudo começou há cerca de cinco anos, quando imerso no mercado tradicional de marketing e vendas Rodrigo percebeu que a forma antiga de vender, o "boca a boca", sem incentivo e estratégias, fazia com que empresas deixassem de faturar até 54%.

De acordo com ele, 83% dos clientes satisfeitos com uma empresa afirmam que estariam dispostos a indicá-la, porém somente 29% o faziam, os demais deixavam de fazer por motivos simples, como esquecimento, falta de engajamento necessário e gastos desnecessários.

Foi então que ele criou o método VPI, Vendas por Indicação. O método ajuda empresas a venderem mais, sem precisar gastar mais por isso. A estratégia utiliza apenas os clientes atuais de um negócio para vender mais sem precisar oferecer descontos ou fazer anúncios. É uma metodologia digital, organizada, ativa.

Dentre os desafios que o empresário já enfrentou, se destacam: a escalada do Monte Kilimanjaro (Tanzânia), a ida ao Everest Base Camp (último ponto da montanha mais alta do mundo, no Nepal, onde se pode ir sem ser alpinista) e o mais recente, o crescimento de 4,3x da empresa, em plena pandemia mundial e crise do setor econômico.

Seus planos para um futuro breve envolvem crescimento de mais de 4x da empresa Base Viral, em 2021, além de auxiliar mais clientes na expansão dos negócios e vendas.


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