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Saiba como investir em CDB

  • Terça, 29 Setembro 2020 18:15
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Rafaela Rodrigues
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Como escolher um CDB

Investir em renda fixa é algo que vai muito além da poupança. Existem possibilidades interessantes em diferentes tipos de mercados.

Entre elas, está o segmento bancário, no qual as instituições podem recorrer a recursos de investidores para viabilizarem projetos. Um deles, é o CDB, que pode ser útil dentro da carteira do investidor de perfil conservador.

O que é o Certificado de Depósito Bancário (CDB)

Por mais que os bancos sejam vistos como instituições ricas, eles também precisam de recursos para financiar projetos e para isso podem recorrer a clientes para levantar recursos.

Certificados de Depósito Bancário são títulos de renda fixa privados, disponibilizados pelos bancos para clientes que podem ser pessoa física ou jurídica. Como ocorre com qualquer título de renda fixa, no CDB existe um empréstimo que o investidor faz para a instituição responsável pelo título. A ideia é que o dinheiro emprestado seja devolvido com juros.

Assim, os bancos conseguem financiar uma série de atividades e os investidores podem ter o dinheiro valorizado nessa operação. Como existem diferentes opções de títulos, cabe ao investidor fazer sua escolha de acordo com critérios como rentabilidade, prazo, entre outros.

O CDB é uma alternativa interessante de renda fixa, uma vez que pode reunir boa liquidez, segurança e, na grande maioria dos casos, rentabilidade significativamente superior à da Poupança.

Os diferentes tipos de CDB

É importante conhecer as diferenças entre os títulos existentes no mercado. A primeira delas está no prazo de resgate, visto que os bancos emitem títulos com vencimentos em datas diferentes. É importante observar a liquidez do título, ou seja, o tempo necessário para o investidor transformar seu CDB em dinheiro.

Ativos com liquidez diária permitem resgate no próximo dia útil a partir do pedido e existem ativos com vencimentos de longo prazo que não podem ser movimentados antes da data em questão.

Outro ponto importante é o aporte mínimo, existindo títulos que podem ser comprados por valores baixos, enquanto outros exigem investimentos a partir de 50 mil Reais, dependendo de cada banco.

Quanto ao rendimento, ele depende dos juros inseridos na operação. Isso quer dizer que eles podem ser prefixados - quando o valor já é definido de antemão - pós-fixados, que acompanham determinado indicador econômico ou então híbridos, nos quais as duas possibilidades coexistem.

Como escolher um CDB

Basicamente, além da liquidez já citada, é preciso avaliar o rendimento e o risco. Assim, existem três formas disponíveis de rendimento, sendo o pré-fixado uma porcentagem por ano, por exemplo, de 5%. No caso do pós-fixado, existe sempre uma variável que vai determinar como será o comportamento dos juros. Assim, caso determinado CDB tenha rentabilidade de 100% do CDI, por exemplo, a cada alteração desse índice, a rentabilidade será modificada acompanhando o indicador financeiro.

Já no título com rendimento híbrido, existem as duas possibilidades de incidência de juros. Assim, o CDB pode ter rentabilidade de IPCA+2,5%, por exemplo, o que significa que o investidor receberá a variação da inflação no período acrescida de 2,5%.

Quanto ao risco, o principal deles é o de crédito, que acontece quando o banco não consegue honrar seu compromisso firmado. Neste caso, o investidor pode contar com a atuação do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que protege até 250 mil Reais por CPF.

Como não errar na escolha do CDB

Existe uma tendência no mercado de investimentos de que quanto maior é a rentabilidade, maior o risco envolvido na operação.

Dessa forma, para o investidor interessado em emprestar seu dinheiro a um banco, o primeiro passo é procurar se informar a respeito da instituição, de preferência, avaliando seus fundamentos para ter certeza de que não está colocando seu dinheiro em um projeto inseguro.

De fato, se o banco oferece uma oportunidade boa demais é bom ter atenção à sua capacidade de devolver o dinheiro dentro do prazo estabelecido.


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