Carnaval concentra roubos de celulares e reforça alerta para a folia de 2026
Mesmo com queda em 2025, volume de ocorrências ainda é elevado; especialistas apontam prevenção e seguro como aliados para evitar prejuízos
O Carnaval está entre os períodos que mais concentram pessoas nas ruas das grandes cidades brasileiras, reunindo milhões de foliões em blocos, desfiles e eventos públicos ao longo de poucos dias. São Paulo, que hoje abriga um dos maiores carnavais do país, já se consolidou também como um importante destino turístico nesta época. Em 2025, a capital contou com cerca de 600 blocos oficiais e levou aproximadamente 16,5 milhões de pessoas às ruas durante o feriado. Para 2026, a expectativa da prefeitura e do setor de eventos é ampliar ainda mais esse alcance. Ao mesmo tempo, a intensa circulação de pessoas e a dinâmica de grandes aglomerações fazem do Carnaval um dos períodos mais sensíveis para a ocorrência de crimes, exigindo atenção redobrada dos foliões.
Dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP) mostram que, entre 28 de fevereiro e 4 de março de 2025, foram registrados 2.395 furtos e 1.283 roubos de celulares no estado — o equivalente a um aparelho subtraído a cada dois minutos durante a folia. Embora os números representem uma queda de cerca de 32% em relação ao Carnaval de 2024, quando houve 3.339 furtos e 2.052 roubos, o volume de ocorrências segue elevado e tende a continuar pressionando os indicadores em 2026, impulsionado pelo aumento da circulação de pessoas, pelo alto valor dos smartphones e pela atuação cada vez mais organizada das quadrilhas. Diante desse cenário, especialistas reforçam que aproveitar o Carnaval com tranquilidade passa por prevenção, resposta rápida e planejamento, incluindo desde cuidados no dia a dia até estratégias para minimizar prejuízos caso o furto ou roubo aconteça, como a contratação de seguro para o celular.
Antes e durante o Carnaval: prevenção é fundamental
Durante a folia, a principal recomendação é reduzir ao máximo a exposição do celular, especialmente em locais de grande aglomeração, como blocos de rua, estações de metrô e pontos de ônibus. Sempre que possível, o celular deve ficar guardado em locais de difícil acesso, como bolsos frontais ou bolsas fechadas e pochetes posicionadas à frente do corpo. Além disso, é importante manter as ferramentas de rastreamento ativadas e reduzir o uso do aparelho para pagamentos, fotos ou mensagens em ambientes muito cheios também ajuda a diminuir a exposição, já que a ação dos criminosos costuma ser rápida e acontecer em meio à distração das multidões.
Prevenção antes do acontecimento
Mesmo com medidas de prevenção, situações como roubo ou furto de celular ainda são comuns em grandes eventos e períodos de aglomeração, como o Carnaval. Por isso, especialistas reforçam que o seguro celular funciona como uma camada adicional de segurança, ajudando a reduzir o impacto econômico e evitando que um episódio relativamente frequente se transforme em um prejuízo difícil de absorver no orçamento.
Nesse contexto, soluções como o seguro celular da Ciclic oferecem cobertura para roubo e furto simples e qualificado, além de proteção contra danos acidentais, como quedas e contato com líquidos – ocorrências comuns em meio à folia. Com contratação digital pelo aplicativo, a emissão da apólice é imediata e sem período de carência, o modelo permite que o consumidor esteja protegido de forma prática, inclusive em períodos de maior exposição ao risco, trazendo mais previsibilidade diante de imprevistos.
Se o roubo ou furto acontecer: aja rápido
Assim que perceber o roubo ou furto do celular, agir rapidamente faz toda a diferença para reduzir prejuízos. O primeiro passo deve ser acessar o sistema de rastreamento do próprio aparelho – Buscar iPhone, no caso de dispositivos iOS, ou Encontrar Meu Dispositivo, no Android. Essas ferramentas permitem bloquear o celular à distância, ativar o modo perdido e, se necessário, apagar todas as informações armazenadas. A medida impede que criminosos tenham acesso a fotos, mensagens, e-mails, aplicativos e documentos pessoais, além de tornar o aparelho menos atrativo para revenda.
Na sequência, é fundamental registrar o boletim de ocorrência o quanto antes. O documento formaliza o crime, permite que o aparelho seja incluído em sistemas utilizados pela polícia em operações de combate à receptação e é indispensável caso seja necessário acionar o seguro. O registro pode ser feito de forma online, o que facilita o processo mesmo durante o feriado.
Outro passo decisivo é solicitar o bloqueio do IMEI junto à operadora. O IMEI é um número único que identifica cada celular e funciona como um “RG do aparelho”. Ao ser bloqueado, o dispositivo deixa de funcionar com qualquer chip, o que dificulta a reativação irregular e reduz significativamente seu valor no mercado ilegal, desestimulando a revenda.
Por fim, é essencial proteger as contas digitais vinculadas ao celular. Criminosos costumam tentar acessar aplicativos bancários, carteiras digitais e redes sociais nos primeiros minutos após a subtração. Por isso, recomenda-se bloquear temporariamente os aplicativos financeiros, alterar senhas, desconectar sessões ativas e revisar as configurações de autenticação em dois fatores. Essa etapa é crucial para evitar golpes, transferências indevidas e o uso dos dados da vítima em fraudes, que podem gerar prejuízos ainda maiores do que a perda do aparelho em si.
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