Perspectivas positivas, centralidade de ESG e protagonismo da tecnologia nos cenários regulatórios marcam SYNERGY 2022
Cerca de mil especialistas de mercado e líderes corporativos de todo o País estiveram presentes no SYNERGY Brasil 2022 para corporações, em São Paulo. Com pauta voltada à competividade digital na gestão de negócios, o evento contou com 90 palestrantes e mais de 50 sessões de conteúdo realizadas em três palcos simultâneos e sete palcos paralelos. Promovido pela multinacional líder em tecnologia Thomson Reuters, o SYNERGY é referência mundial nas discussões sobre os mercados fiscal, tributário, jurídico e de comércio exterior.
Este ano, algumas das principais tendências discutidas no evento foram a relevância das políticas ESG para atender um mercado composto por consumidores mais qualificados e exigentes e o protagonismo da tecnologia nos cenários regulatórios. Também foram abordadas perspectivas positivas do mercado nacional.
Reforçando essa perspectiva positiva, o economista Ricardo Amorim destacou a posição favorável do Brasil em relação aos demais países emergentes e perspectivas favoráveis que devem ser aproveitadas. O economista também ressaltou a importância da adoção de políticas ESG pelas pequenas, médias e grandes empresas. Segundo ele, a governança sustentada na preocupação com o meio ambiente e com o impacto social será cada vez mais essencial para empresas que queiram captar recursos financeiros no mercado.
Ainda sobre as perspectivas do mercado brasileiro, os correspondentes da agência Reuters destacaram no painel “Uma visão mundial” que, mesmo diante de um cenário geopolítico de tensionamento e de pressões internas, o Brasil tem sustentado revisões de avaliação e indicadores relativamente positivos em comparação com outros mercados emergentes. Segundo os jornalistas, oportunidades de investimento relacionadas à agenda ESG também podem ser aceleradas diante da estruturação de políticas concretas.
Para reforçar o cenário positivo, o Managing Director da Thomson Reuters para a América Latina, Adrián Fognini, destacou dados de mercado que revelam a expectativa de crescimento global e a percepção positiva dos CEOs brasileiros quanto às suas organizações.
Sobre a implantação de políticas ESG no mercado corporativo, os presidentes e líderes das empresas SAP Brasil, Deloitte, KPMG, EY e Thomson Reuters disseram que o maior desafio é trazer a estratégia para a parte operacional da corporação e destacaram que os custos da não adequação às exigências de ESG são maiores do que os investimentos na área.
Outro ponto mencionado no painel foi que a forma que a corporação lida com os aspectos sociais, ambientais e éticos passou a ser uma maneira de avaliar a qualidade da sua liderança e sua habilidade em colaborar para um futuro bem-sucedido diante de cenários de rápidas mudanças e pressões crescentes.
Ainda na programação, foi realizado o painel “Tecnologia como core business: o futuro das corporações”, que contou com as presenças dos empresários Claudio Ikeda, CTO - Chief Technology andTransformation Office na Starbucks; Mauro Bentes, CIO na Multi; e Simone Okudi, CIO /IT Director na Black&Decker, além do moderador Ulisses Souza, Diretor de Produtos e Desenvolvimento de Softwares na Thomson Reuters.
Nas sessões paralelas, realizadas nos períodos vespertinos, alguns dos assuntos discutidos foram "Critérios para seleção de solução fiscal: a importância da estratégia do negócio como premissa na definição da arquitetura de sistemas", "Fiscalização: o desafio da transparência e a busca de confiança"; "Quatro níveis de maturidade em TI do Departamento Jurídico".
A mesa "Panorama 2023: Desafios e perspectivas de crescimento das empresas" contou com as exposições dos palestrantes Jamile Auna, CFO na Gomes da Costa; João Ribeiro, vice-presidente da Global StatutoryAccounting na Dell; KathrinPfeffer, CFO Finance & Controlling Brasil e LATAM na Mercedes-Benz do Brasil e Way Chien, diretor financeiro na GWM, tendo como moderador o vice-presidente de Corporates para América Latina.
Também foram realizadas as palestras “Estratégia de crescimento e o futuro dos negócios”, com o fundador da Easy Taxi e Singu, Tallis Gomes, e "Tax do Amanhã: Uma jornada sobre os desafios de hoje e do futuro com DAO, DeFI, Criptoativos e Metaverso", com Luiz Fernando Rezende, sócio líder Tax na Deloitte, e Igor Ivanov, sócio Tax Technology na Deloitte.
O encerramento do SYNERGY 2022 foi marcado por uma sessão de autógrafos do livro “Descomplicando a Gestão Tributária na Era Digital”, organizado pelos coordenadores do livro, os atores Gisele Bossa e Lionel Nobre, com foco nas habilidades e desafios centrais ao novo papel do gestor tributário. A obra é parte do portfólio da Revista dos Tribunais, selo editorial da Thomson Reuters.
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