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Escolas devem ser flexíveis diante da inconstância do momento, afirma especialista

  • Quinta, 18 Março 2021 18:47
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Diego Ramalho
  • SEGS.com.br - Categoria: Educação
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Após um ano de isolamento social, instituições de ensino seguem enfrentando desafios; Dalicária Alonso, diretora da Escola Vereda, afirma que a valorização do professor e o investimento tecnológico foram e ainda são essenciais no processo

Em março, o Brasil completou um ano de medidas restritivas para a circulação de pessoas devido à pandemia da COVID-19. Durante esse período, os agentes da educação básica tiveram que se adaptar emergencialmente para que crianças e adolescentes continuassem a aprender no ambiente remoto. Ainda assim, a Unesco alerta para problemas que esse período pode ter causado na educação, com o aumento do risco de perdas de aprendizagem e de abandono escolar.

De acordo com dados do Saeb divulgados pelo Inep em dezembro de 2020, estudantes brasileiros já mostravam baixo rendimento em Matemática e Língua Portuguesa antes da pandemia. O que se especula é que o cenário tenha agravado a situação. Agora, professores, gestores e famílias continuarão os esforços para não apenas mitigar os possíveis atrasos, mas continuar enfrentando um cenário inconstante, com momentos presenciais ora permitidos, ora restringidos.

“O mais difícil será alterar a forma como a escola chega aos estudantes a cada momento. Quando autorizado, estar preparado para atender presencialmente com segurança e, quando não, conseguir acolher todos os estudantes no Não Presencial sem prejudicar as aulas em andamento, nem a aprendizagem”, ressalta Dalicária Alonso, diretora de Pessoas e Relacionamento da Escola Vereda, instituição presente na capital e no ABC paulista.

A diretora ainda completa que ter um resultado positivo diante dessa inconstância é árduo, mas é possível. Ao fim de 2020, a Vereda avaliou seus estudantes nos moldes do Saeb. Mesmo com a mudança repentina para digital, o levantamento mostrou um progresso significativo no Ensino Fundamental, com destaque para o 3º ano, que teve um aumento de mais de 30% nas notas de Português e Matemática.

Dalicária afirma que a valorização do professor e a implementação de metodologias favoráveis aos educadores e estudantes foram alguns dos fatores que levaram a esse desempenho positivo. “Nós colocamos professores dedicados ao Não Presencial e ao Híbrido, para que eles não se sobrecarregassem e tivessem que se dividir em dois modelos distintos.”

Para manter a segurança e a qualidade das aulas online, ela conta que houve uma redução de estudantes por sala também. Consequentemente, o aumento das turmas gerou uma nova demanda por educadores, o que fez com que 26 novos docentes fossem contratados no começo do ano e que a escola investisse mais em formação. Além disso, houve a digitalização de todo o processo de registro das aulas. “O que temos feito é otimizar a vida do professor e munir os gestores com dados. Nós fazemos isso ouvindo suas necessidades e criando meios, investindo em tecnologia, desenvolvendo aplicativos”, afirma a diretora.

Mais do que adaptação, Dalicária Alonso finaliza dizendo que não apenas tiveram que implementar novas medidas, mas também preservar o que a instituição sempre se comprometeu. “Na Vereda, os professores utilizaram os recursos tecnológicos oferecidos pela Escola e introduziram novas ferramentas para continuar aplicando as metodologias ativas no Não Presencial.” E completa: “Após um ano de pandemia e ainda enfrentando mudanças na educação, já entendemos o que funciona e estamos mais preparados para os diferentes cenários.”

Sobre a Escola Vereda - Com 4 anos de atuação, a Escola Vereda oferece formação do Ensino Fundamental I ao Ensino Médio nos câmpus de Santo André, São Bernardo do Campo e Mooca. Ela se destaca por ofertar educação integral, através de um planejamento pedagógico minucioso, construído com intencionalidade pedagógica, permitindo assim o foco no protagonismo do estudante e na construção do conhecimento, de maneira alinhada à BNCC, por meio do desenvolvimento dos conteúdos, das habilidades cognitivas, habilidades socioemocionais e habilidades para a vida, resultando na formação das competências necessárias para o século XXI. Tudo isso com um ticket médio competitivo, com o objetivo de oferecer um ensino de qualidade acessível.


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