Brasil,

MBA Cidades Responsivas apresenta conceito que começa a nortear concepção, gestão, planejamento e desenvolvimento econômico de municípios

Multidisciplinar, curso combina data urban science, filosofia, tendências de mercado e comportamento com aulas de grandes nomes da arquitetura e urbanismo internacionais, como Alain Bertaud, Patrik Schumacher (Zaha Hadid Architects), Arturo Tedeschi, dentre outros.

A população mundial deverá alcançar a marca de 9,7 bilhões de pessoas em 2050, sendo que 70% desses indivíduos habitarão cidades, conforme estimativas da ONU. Ainda, segundo a entidade, o quadro é mais dramático no Brasil, onde já em 2030, 91% de uma população de 208 milhões de pessoas viverão em cidades.

Embora traga uma série de desafios, esse adensamento populacional, inédito na história da humanidade, ocorre num momento em que Big Data, Machine Deep Learning, Inteligência Artificial, dentre outras tecnologias, proporcionam novas formas de desenvolver, planejar, conceber e gerir as cidades, de forma a se planejar seu futuro, garantir sua sustentabilidade e desenvolvimento econômico ao longo do tempo e identificar e responder com rapidez às necessidades de cada momento.

Neste contexto, a participação do cidadão será cada vez mais intensa. Gestores terão de atuar de uma nova forma, em grupos multidisciplinares e interdisciplinares, para atender às demandas que, por novos canais já disponibilizados pela tecnologia, chegarão em volume que crescerá exponencial e continuamente e levarão o munícipe a participar ativamente da administração pública.

A fim de preparar arquitetos, urbanistas, engenheiros, gestores, empreendedores da construção civil e cientistas da computação para atuarem de forma conjunta e inédita neste cenário, a OSPA e a Escola Livre de Arquitetura (ELA), em parceria com a IMED, lançam o MBA Cidades Responsivas.

O curso, que será iniciado em maio, traz tanto a visão de mercado de profissionais de diversas áreas quanto de representantes de destaque do meio acadêmico. Dá palco, ainda para soluções disruptivas no país e no exterior (caso Eduarda Fabris, diretora-executiva da Urbe.me, primeira plataforma de investimento coletivo em construção civil do país, e Titus Gebel, criador e CEO da Free Private Cities Foundation), quanto para grandes nomes da arquitetura e urbanismo mundial, como Alain Bertaud (ex-urbanista-chefe do Banco Mundial e autor do livro Order Whithout Design), Patrik Schumacher (sócio-diretor da Zaha Hadid Architects), Arturo Tedeschi (referência mundial em design paramétrico computacional), dentre outros.

O MBA Cidades Responsivas terá duração 360 horas ao longo de quinze meses. As aulas ocorrerão às terças-feiras e quintas-feiras à noite e, quinzenalmente, aos sábados. Será totalmente online e ao vivo. Sua proposta é capacitar profissionais de diferentes áreas para a construção de um novo modelo de desenvolvimento humano e tecnológico, por meio do entendimento dos processos e da manipulação das ferramentas que irão transformar as cidades em ecossistemas abertos, sustentáveis e dirigidos também pelos seus usuários.

O futuro agora

A capacitação proposta pelo curso volta-se a um cenário futuro, mas que têm elementos já determinantes no presente. Em todo o mundo, smarts cities valem-se da tecnologia para proporcionar maior eficiência aos serviços públicos. É o caso de Tóquio, onde sensores mapeiam pontos de maior tráfego de veículos para, com uso de Inteligência Artificial, coordenar, em tempo real, o funcionamento de semáforos de vias estratégicas a fim de aumentar a fluidez de todo o sistema, ou Madrid, onde o usuário do serviço de ônibus é informado por telões sobre o tempo que levará até a chegada do próximo veículo.

Grandes cidades brasileiras adotam, de forma ainda dispersa mas crescente, soluções inteligentes, valendo-se, entre outros, de sensores para identificar a situação de diferentes regiões quanto a acúmulo de lixo, alagamentos, congestionamentos, monitoramento via câmeras, dentre outros.

O passo seguinte dessas cidades inteligentes é tornarem-se responsivas, levando, novamente a partir do uso de novas tecnologias, o cidadão para o centro da gestão e planejamento de municípios. As cidades do século XXI irão muito além do uso de algoritmos para a criação das soluções necessárias.

A interação proporcionada por aplicativos como Waze – que se vale de informações de usuários para descrever melhor a situação das vias que compõem cada percurso –, ou Uber – que, por meio de notas, possibilita a melhoria do serviço –, começa a ser exigida por munícipes junto aos gestores para a melhoria das cidades, o que os colocará no centro dos processos decisórios. Essa tendência faz com que a capacidade de reconhecimento de novos comportamentos, análise e processamento de dados e atuação multidisciplinar sejam determinantes aos que pretendem participar deste processo.

As matrículas para o MBA Cidades Responsivas estão abertas e podem ser feitas pelo endereço https://www.ospa.com.br/mba-cidades-responsivas. Mais informações, na página, ou pelo telefone (51) 9 8939-5181.


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