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Machine Learning e Ensino Híbrido - o futuro chegou e escolas que não se adaptarem às novas tecnologias de ensino estarão fadadas ao fracasso

  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Adriana Guedes
  • SEGS.com.br - Categoria: Educação
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Pandemia da Covid-19 só veio adiantar o que já era esperado

A pandemia do novo coronavírus vem transformando diversos setores da economia brasileira, principalmente, o da educação, que se depara com a necessidade cada vez mais latente da adoção de novas tecnologias que possibilitem um ensino à distância de qualidade.

Muitas Instituições de Ensino estão começando a experimentar somente agora as aulas online para seus alunos, mas é preciso muito mais do que isso. Essas escolas necessitam estar preparadas para o novo cenário, caso queiram sobreviver no mercado.

Longe de ser modismo, o ensino híbrido (blended learning), que antes era visto por especialistas como o ensino do futuro, agora se faz presente e chegou para ficar. A modalidade agrega os benefícios do ensino digital ao presencial. Caracterizado por mesclar o modo online e offline, o ensino híbrido faz do professor um facilitador do acesso ao conhecimento, ao mesmo tempo em que ajuda os alunos a identificarem suas dificuldades e melhorarem seu desempenho nos estudos.

“Estamos falando do sistema de ensino que, em breve, 100% das escolas do mundo todo utilizarão. Com ele, o professor deixa de ser o detentor do conhecimento, fazendo com que os alunos aprendam mais e cada um dentro do seu próprio ritmo. Além disso, o método incentiva o trabalho em equipe e o autodidatismo, habilidades extremamente necessárias para o mundo de hoje”, explica Marco Giroto, fundador da SuperGeeks – Primeira escola de programação e robótica para crianças e adolescentes que adota o método de ensino híbrido.

Segundo Giroto, o método está sendo adotado por escolas, principalmente de países de primeiro mundo, e já apresenta excelentes resultados e deve ser implementado pelas escolas brasileiras principalmente agora com a pandemia da Covid-19, que acabou por despertar ainda mais a atenção do mercado para esta necessidade.

Através do ensino híbrido, as diferentes formas de ensinar se conectam e se complementam: o online possibilita ao aluno estudar sozinho, aproveitando o potencial da internet e, além da geração de dados, contribui para que o aluno assista a aula quando quiser, trazendo mais autonomia. Ele também tem a possibilidade de retornar o conteúdo, permitindo ao estudante assistir novamente sem perder nenhum momento da aula. Já o offline faz com que ele estude em grupo, com professor e colegas, interagindo e colocando em prática o aprendizado coletivo e colaborativo.

Uma das preocupações das escolas, porém, é sobre como mensurar o desempenho dos alunos à distância. “Quando o aluno está na sala de aula, ele está focado no que está aprendendo, ou pelo menos deveria. Já no online, existe a disputa de atenção com outras mídias. Uma vez apoiado pelo machine learning (aprendizagem de máquina) - uma modalidade da Inteligência Artificial, é possível predizer o comportamento dos alunos, por meio da amostra e extração de dados. É possível, inclusive, checar se o aluno estudou em full screen ou se diminuiu a tela e ficou trocando de aba”, revela.

Através da inteligência de machine learning existe a possibilidade de saber em quantos segundos um aluno leu uma página, se grifou um parágrafo ou não, para transformar isso em aprendizado. Uma vez identificado o que o aluno passou mais tempo estudando, é possível compreender suas maiores dificuldades e interesses. Esses dados são posteriormente transformados em gráficos e ficam disponíveis em um dashboard (diversos gráficos) para professores, alunos e diretores. Dependendo da quantidade de aulas que o aluno já fez, é possível prever até se ele irá passar de ano ou não e qual será a performance dele dali pra frente. A iniciativa pode ajudar inclusive nas avaliações automáticas, que podem alertar pais e professores quando o desempenho de um aluno começa a mudar.

“O ensino híbrido se mostrou a melhor opção para a SuperGeeks, pois os alunos aprendem a criar os próprios jogos com vídeo aulas, quiz e animações. Mesmo nas modalidades em que eles aprendem pelo computador, os professores estão ali para prestar assistência e incentivar os alunos a atingir todo seu potencial”, explica.

Fundada em 2014, a SuperGeeks é a primeira e maior escola de Programação e Robótica para crianças e adolescentes do Brasil. Com mais de 5 mil alunos matriculados, a rede atende crianças entre 05 e 17 anos que fazem cursos para aprender Ciência da Computação, a partir do desenvolvimento de games, do conhecimento em Robótica, Realidade Virtual e Aumentada, Inteligência Artificial e também por meio da criação de aplicativos e sistemas web, incluindo questões de redes de computadores e servidores.

A rede oferece diversos tipos de cursos: Regulares (Ciência da Computação, Robótica ou SuperKids – semestrais/anuais), Profissionalizante (MasterGeeks), Extras (Youtuber, Programação em Roblox ou Programação no Minecraft – bimestrais) e QuickCodes (Criando Games 2D ou Robótica com Arduíno – mensais).

Com mais de 50 unidades em operação no país, a SuperGeeks conta com projeto de expansão dentro do Brasil e em outros países, como Portugal, Estados Unidos, Japão e regiões de língua espanhola. A rede oferece modelos de negócios com investimentos a partir de R$ 50 mil.


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