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Brasileiros São Maioria no Us Open Of Surfing, Que Vai Abrir O WSL Challenger Series 2021

O famoso pier de Huntington Beach vai sediar o primeiro WSL Challenger Series de 2021 (Crédito da foto: @WSL) O famoso pier de Huntington Beach vai sediar o primeiro WSL Challenger Series de 2021 (Crédito da foto: @WSL)

- Alejo Muniz, Mateus Herdy, Lucas Silveira e Luel Felipe entram no evento

- Com os quatro, o Brasil atinge 20 surfistas entre os 96 participantes
- Summer Macedo vai representar o Brasil junto com Silvana Lima
- Transmissão ao vivo no WorldSurfLeague.com começa segunda-feira

Um total de 160 surfistas de 22 países vão participar da abertura do WSL Challenger Series 2021 e os brasileiros são maioria no US Open of Surfing apresentado pela Shiseido, que começa nesta segunda-feira, 20, na Califórnia. O Brasil atingiu 20 surfistas e passou a ter maioria entre os 96 concorrentes ao título, com os convites da World Surf League para Alejo Muniz, Mateus Herdy, Lucas Silveira e Luel Felipe substituírem os tops do Championship Tour que não vão competir no famoso píer de Huntington Beach. E Summer Macedo também ganhou uma vaga para representar o Brasil juntamente com Silvana Lima.

O WSL Challenger Series vai completar a elite do CT 2022, classificando 12 surfistas para a categoria masculina e seis para a feminina. Depois do US Open of Surfing, que vai até domingo da semana que vem (dia 26) nos Estados Unidos, há mais três etapas para fechar as duas listas: o MEO Vissla Pro Ericeira de 2 a 10 de outubro, em Ribeira D´Ilhas, Portugal; o Quiksilver Pro France de 16 a 24 (também de outubro), em Hossegor, França; e o Haleiwa Challenger de 26 de novembro a 7 de dezembro, em Haleiwa Beach, no Havaí.

A expectativa é de que seja mantido ou até aumentado o número de surfistas da “Seleção Brasileira” da WSL em 2022. Dos 12 integrantes do time deste ano, oito garantiram suas permanências pelo ranking das sete etapas do World Surf League Championship Tour 2021: o agora tricampeão mundial Gabriel Medina, o novo vice-campeão mundial Filipe Toledo, Italo Ferreira, Yago Dora, Deivid Silva, Jadson André, Miguel Pupo e a vice-campeão mundial Tatiana Weston-Webb. O capitão da seleção brasileira, Adriano de Souza, também ficou entre os 20 primeiros colocados no ranking dos que foram mantidos na elite para 2022, mas o atleta optou por se despedir das competições ao final de 2021.

Entre os 11 titulares da seleção brasileira de 2021, três ficaram de fora do grupo dos 20 e terão a chance de confirmar suas permanências ainda este ano pelo WSL Challenger Series: Caio Ibelli, Peterson Crisanto e Alex Ribeiro. Além deles, Miguel Pupo é outro único brasileiro top do CT 2021 que vai competir esse ano em Huntington Beach. Yago Dora venceu o último US Open of Surfing em 2019, mas não irá defender o título agora.

Já os oito brasileiros indicados para o WSL Challenger Series pelo ranking regional da WSL South America, estão confirmadíssimos: Wiggolly Dantas, Ian Gouveia, Thiago Camarão, João Chianca, Weslley Dantas, Edgard Groggia, Samuel Pupo e Rafael Teixeira. O peruano Alonso Correa e o uruguaio Marco Giorgi também se classificaram pela WSL South America.

Maioria brasileira, EUA em segundo

Por ter sido o último campeão mundial da categoria Pro Junior, Lucas Vicente também está confirmado em todas as etapas do WSL Challenger Series. Mais três brasileiros já haviam sido convocados pela World Surf League, para substituir a ausência de tops do CT no US Open of Surfing: Jessé Mendes, Willian Cardoso e Michael Rodrigues. Agora, Alejo Muniz, Mateus Herdy, Lucas Silveira e Luel Felipe também foram chamados.

Com isso, o Brasil ultrapassou os Estados Unidos no número de desafiantes ao título masculino em Huntington Beach. São 20 brasileiros contra 16 norte-americanos. Mais quatro surfistas representarão a América do Sul: o uruguaio Marco Giorgi; e os peruanos, Alonso Correa, classificado pelo ranking regional da WSL South America; Lucca Mesinas pelo da WSL North America; e Miguel Tudela, que também ganhou uma vaga dos tops do CT.

A lista dos 96 inscritos no US Open of Surfing é completada pela Austrália com 13 surfistas, Havaí com 11, França com 8, África do Sul com 6, Japão com 5, Taiti com 3, Indonésia com 2 e com 1 o Mexico, Costa Rica, Barbados, Portugal, Espanha, Holanda, Marrocos e Nova Zelândia. Na categoria feminina, são 64 surfistas de 17 países, três deles sem nenhum competidor na masculina: o Equador de Dominic Barona, a Alemanha e Porto Rico, também com uma atleta cada.

Entre as cinco classificadas pelo ranking regional da WSL South America, a argentina Josefina Ané não vai competir nos Estados Unidos, então a World Surf League convocou Summer Macedo para ocupar essa vaga. Ela é filha de pai brasileiro e sempre morou no Havaí, mas decidiu passar a representar o Brasil esse ano. A estreia com as cores verde-amarela foi nas duas etapas do WSL Qualifying Series realizadas no Equador. Summer e Silvana Lima vão defender o Brasil no US Open of Surfing apresentado pela Shiseido.

Além das duas brasileiras, a América do Sul também terá competindo na Califórnia as peruanas Daniella Rosas e Sol Aguirre e a equatoriana Dominic Barona. Entre as mulheres, a maioria das 64 concorrentes ao título é dos Estados Unidos, com 13 surfistas, contra 12 da Austrália, 8 do Havaí, 6 do Japão, 4 da França, 4 da Espanha, 3 de Portugal, 2 do Brasil, 2 do Peru, 2 da Costa Rica, 2 da África do Sul, 1 do Equador, 1 de Porto Rico, 1 de Barbados, 1 da Alemanha, 1 da Holanda e 1 da Indonésia.

As etapas do WSL Challenger Series são limitadas para 96 competidores na categoria masculina e 64 na feminina. Todas as quatro etapas serão disputadas por homens e mulheres e com o princípio de igualdade nos valores de premiação, algo que é incentivado pela World Surf League. Os top-34 e as top-16 da elite do Championship Tour têm participação garantida. No entanto, a maioria dos surfistas já confirmados para o CT 2022 – entre os top-20 do ranking masculino e as top-9 do feminino – preferiram não competir. Todas essas ausências são preenchidas por surfistas escolhidos pela WSL, por critérios técnicos.

Rankings regionais

Para quem não é top do CT, o caminho para disputar vagas para a elite nas etapas do WSL Challenger Series é pelos rankings regionais dos sete escritórios da World Surf League no mundo. Na categoria masculina, os escritórios da WSL Latin America, WSL North America, WSL Australasia e WSL Europe indicaram dez surfistas cada. O da WSL Hawaii classificou sete atletas, da WSL Asia seis e da WSL Africa cinco.

No total, o número de 96 participantes nas etapas do WSL Challenger Series, é formado pelos 58 selecionados pelos rankings regionais, os 34 tops do CT, o atual campeão mundial Pro Junior e mais três convidados pela WSL. Na categoria feminina, os escritórios da WSL North America, WSL Australasia e WSL Europa classificam oito surfistas cada; o da WSL Hawaii e da WSL Asia, são seis cada; o da WSL Latin America, cinco; e da WSL Africa, três. Os rankings regionais femininos indicam 44 surfistas, com as 16 tops do CT, a campeã mundial Pro Junior e três convidadas pela WSL, completando as 64 competidoras.

Transmissão ao vivo

O US Open of Surfing apresentado pela Shiseido será transmitido ao vivo pelo WorldSurfLeague.com e pelo aplicativo da World Surf League, lembrando que o fuso horário da Califórnia para o Brasil é de 4 horas a menos, ou seja, 8 horas da manhã em Huntington Beach, serão 12 horas no fuso horário de Brasília.

Veja abaixo a relação dos participantes do US Open of Surfing dividida por países, com os nomes de cada acompanhados por parênteses que indicam sua entrada no primeiro WSL Challenger Series de 2021. As abreviações referem-se a: CT = top do CT 2021; SOU = classificado pelo ranking regional da WSL South America; NOR = indicado pelo ranking da WSL North America; AUS = pela WSL Australasia; EUR = pela WSL Europe; HAW = pela WSL Hawaii; ASI = pela WSL Asia; AFR = pela WSL Africa; WJC = campeão mundial Pro Junior; e WILD = convidado.

CATEGORIA MASCULINA – 96 SURFISTAS DE 19 PAÍSES

BRASIL - 20: Miguel Pupo (CT), Caio Ibelli (CT), Peterson Crisanto (CT), Alex Ribeiro (CT), Wiggolly Dantas (SOU), Ian Gouveia (SOU), Thiago Camarão (SOU), João Chianca (SOU), Weslley Dantas (SOU), Rafael Teixeira (SOU), Samuel Pupo (SOU), Edgard Groggia (SOU), Lucas Vicente (WJC), Jessé Mendes (SUB), Willian Cardoso (SUB), Michael Rodrigues (SUB), Luel Felipe (SUB), Alejo Muniz (SUB), Mateus Herdy (SUB) e Lucas Silveira (SUB).

ESTADOS UNIDOS - 16: Conner Coffin (CT), Griffin Colapinto (CT), Kolohe Andino (CT), Nat Young (NOR), Michael Dunphy (NOR), Patrick Gudauskas (NOR), Cam Richards (NOR), Jake Marshall (NOR), Cole Houshmand (NOR), Kade Matson (NOR), Evan Geiselman (SUB), Nolan Rapoza (SUB), Ian Crane (SUB), Luke Gordon (SUB), Crosby Colapinto (WILD) e Taro Watanabe (WILD).

AUSTRALIA - 13: Jack Robinson (CT), Wade Carmichael (CT), Connor O´Leary (CT), Liam O´Brien (AUS), Reef Heazlewood (AUS), Jacob Willcox (AUS), Sheldon Simkus (AUS), Jackson Baker (AUS), Dylan Moffat (AUS), Cooper Chapman (AUS), Callum Robson (AUS), Kalani Ball (AUS) e Jordan Lawler (SUB).

HAVAÍ - 11: Joshua Moniz (HAW), Imaikalani Devault (HAW), Keanu Asing (HAW), Ian Gentil (HAW), Elijah Hanneman (HAW), Mason Ho (HAW), Billy Kemper (HAW), Sebastian Zietz (SUB), Ezekiel Lau (SUB), Barron Mamiya (SUB) e Cody Young (SUB).

FRANÇA - 8: Maxime Huscenot (EUR), Joan Duru (EUR), Charly Quivront (EUR), Tristan Guilbaud (EUR), Gaspard Larsonneur (EUR), Charles Martin (EUR), Jorgann Couzinet (SUB) e Gatyen Delahaye (SUB).

ÁFRICA DO SUL - 6: Matthew McGillivray (CT), Shane Sykes (AFR), Adin Masencamp (AFR), Jordan Maree (AFR), Slade Prestwich (AFR) e Dylan Lightfoot (SUB).

JAPÃO - 5: Kanoa Igarashi (CT), Shun Murakami (ASI), Reo Inaba (ASI), Hiroto Ohhara (ASI) e Shuji Nishii (ASI).

PERU - 3: Alonso Correa (SOU), Lucca Mesinas (NOR) e Miguel Tudela (SUB).

TAITI - 3: Michel Bourez (CT), Kauli Vaast (EUR) e Mihimana Braye (SUB).

INDONÉSIA - 2: Rio Waida (ASI) e Oney Anwar (ASI).

URUGUAI: Marco Giorgi (SOU).

MEXICO: Jhonny Corzo (NOR).

COSTA RICA: Carlos Munoz (SUB).

BARBADOS: Joshua Burke (NOR).

PORTUGAL: Vasco Ribeiro (EUR).

HOLANDA: Beyrick De Vries (EUR).

ESPANHA: Ruben Vitoria (EUR).

MARROCOS: Ramzi Boukhiam (EUR).

NOVA ZELÂNDIA: Billy Stairmand (AUS).

CATEGORIA FEMININA – 64 SURFISTAS DE 17 PAÍSES:

ESTADOS UNIDOS - 13: Caroline Marks (CT), Courtney Conlogue (CT), Sage Erickson (CT), Lakey Peterson (CT), Kirra Pinkerton (NOR), Meah Collins (NOR), Alyssa Spencer (NOR), Samantha Sibley (NOR), Ella McCaffray (NOR), Sawyer Lindblad (NOR), Caitlin Simmers (SUB), Zoe Benedetto (SUB) e Makena Burke (WILD).

AUSTRALIA - 12: Isabella Nichols (CT), Keely Andrew (CT), Macy Callaghan (CT), Molly Picklum (AUS), Sophie McCulloch (AUS), Philippa Anderson (AUS), Dimity Stoyle (AUS), Freya Prumm (AUS), India Robinson (AUS), Ellie Brooks (AUS), Kobie Enright (AUS), Holly Wawn (SUB).

HAVAÍ - 8: Gabriela Bryan (HAW), Coco Ho (HAW), Keala Tomoda-Bannert (HAW), Luana Coelho (HAW), Savanna Stone (HAW), Bettylou S. Johnson (HAW), Zoe McDougall (SUB), Brianna Cope (SUB).

JAPÃO - 6: Mahina Maeda (ASI), Minami Nonaka (ASI), Hinako Kurokawa (ASI), Amuro Tsuzuki (ASI), Shino Matsuda (ASI) e Sara Wakita (SUB).

FRANÇA - 4: Pauline Ado (EUR), Vahine Fierro (EUR), Maud Le Car (EUR), Tessa Thyssen (SUB).

ESPANHA - 4: Leticia Canales Bilbao (EUR), Garazi Sanchez Ortun (EUR), Nadia Erostarbe (SUB), Ariane Ochoa (SUB).

PORTUGAL - 3: Teresa Bonvalot (EUR), Yolanda Hopkins (SUB), Carolina Mendes (SUB).

PERU - 2: Daniella Rosas (SOU) e Sol Aguirre (SOU).

BRASIL - 2: Silvana Lima (SOU) e Summer Macedo (SUB).

COSTA RICA - 2: Brisa Hennessy (CT) e Leilani McGonagle (NOR).

ÁFRICA DO SUL - 2: Sarah Baum (AFR) e Natasha Van Greunen (AFR).

EQUADOR: Dominic Barona (SOU).

HOLANDA: Eveline Hooft (EUR).

ALEMANHA: Rachel Presti (EUR).

PORTO RICO: Tia Blanco (NOR).

INDONÉSIA: Kailani Johnson (ASI).

BARBADOS: Chelsea Tuach.

Mais informações sobre o surfe mundial no www.worldsurfleague.com e notícias em português no www.wsllatinamerica.com.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE: Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo. Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave. Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o WorldSurfLeague.com. A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System. A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo. Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com


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