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1º de abril - mitos e verdades sobre óleos básicos: o que de fato é o resultado da transformação do óleo lubrificante usado

  • Quinta, 02 Abril 2026 18:12
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Felipe Rariz
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  mitos e verdades sobre óleos básicos: o que de fato é o resultado da transformação do óleo lubrificante usado - Lwart Soluções Ambientais

No Dia da Mentira, especialista esclarece equívocos comuns sobre o rerrefino e mostra como o óleo lubrificante usado pelos motores volta ao mercado com qualidade equivalente ou superior ao produto de primeiro refino.

O óleo lubrificante usado em motores e máquinas dos mais variados segmentos, após utilizado, quando tem a destinação sustentável e legal, passa pelo rerrefino. Um processo que produz o óleo básico, matéria-prima essencial para diferentes setores e permite que o insumo seja reutilizado infinitas vezes. No entanto, o tema ainda está cercado de incertezas.

Nesse contexto, separar mito de verdade na gestão de um resíduo perigoso e presente em todas as atividades econômicas deixou de ser detalhe operacional e passou a ser fundamental. Especialmente em um cenário cada vez mais competitivo e com pressões por metas ambiciosas para a descarbonização.

Marcelo Murad, diretor de Óleo Básicos da Lwart Soluções Ambientais, única produtora na América Latina de óleos básicos GII, um óleo mineral de alta performance, a partir do rerrefino, destaca as principais dúvidas que ainda geram ruído na cadeia de lubrificantes:

Mito: óleo básico produzido por meio do rerrefino não tem qualidade.

Verdade: a tecnologia de hidrotratamento utilizada exclusivamente pela Lwart Soluções Ambientais no Brasil permite a produção do óleo básico do Grupo II, um óleo mineral com qualidade igual ou superior aos de primeiro refino. A empresa é a única da América Latina que produz esse tipo de matéria-prima e possui aprovações e certificações internacionais que atestam sua alta performance. Também é referência mundial em rendimento de planta, operando acima de 75%, enquanto outras fábricas no mundo que utilizam a mesma tecnologia possuem o resultado de 70%.

Além disso, o produto também conta com aprovações técnicas dos principais formuladores de lubrificantes e montadoras do segmento automotivo.

Mito: sustentabilidade é um “extra” no processo da Lwart.

Verdade: sustentabilidade está no DNA da Lwart. Além da qualidade e desempenho, de acordo com a Avaliação do Ciclo de Vida (ACV)*, o produto tem 77% menor pegada de carbono do que os óleos básicos de primeiro refino utilizados no Brasil. Isto representa redução de 1.091 kg CO₂e/m³ nas emissões, segundo cálculo realizado com base em normas internacionais.

Assim, além de garantir alta performance, os óleos da Lwart também auxiliam na descarbonização da cadeia.

Mito: óleo básico é tudo igual.

Verdade: existem várias categorias de óleos básicos, como os Grupos I, II e III. Essas classificações são realizadas de acordo com o processo industrial, o grau de pureza e a aplicação final. Com a evolução dos motores automotivos e os equipamentos industriais, os óleos básicos GII e III tendem a ser cada vez mais utilizados.

Mito: óleo básico serve apenas para motores.

Verdade: embora a sua principal aplicação esteja voltada para a produção de lubrificantes de motores, ele também é utilizado em outros segmentos. Como no agronegócio, isolante para equipamentos elétricos, painéis elétricos e disjuntores e, também, como lubrificantes de máquinas e equipamentos nas indústrias em geral.

Mito: o destino do óleo usado não interfere no meio ambiente.

Verdade: interfere diretamente. A destinação correta do OLUC para o rerrefino, no Brasil, é obrigatória por lei. Todos que participam dessa cadeia, como os postos de troca de óleo, concessionárias, indústrias e os responsáveis pela coleta e rerrefino do resíduo pós-consumo, como a Lwart, obrigatoriamente devem ser autorizados pela Agência Nacional do Petróleo e Gás Natural (ANP).

O encaminhamento correto do OLUC viabiliza a produção de óleo básico dentro de um modelo que é exemplo em economia circular, com controle técnico e ambiental rigoroso. Sem essa etapa, não é possível fechar o ciclo.

Além disso, a destinação correta gera impactos econômicos positivos para o país, que não é autossuficiente em óleos básicos, reduzindo a necessidade de importação dessa matéria-prima.

Em um mercado cada vez mais regulado e orientado por critérios ambientais, compreender o papel dos óleos básicos, do uso ao destino final, é essencial para decisões responsáveis. “A correta gestão do Óleo Lubrificante Usado ou Contaminado deixa de ser um detalhe operacional e passa a ser muito relevante nesta cadeia, relacionado sustentabilidade, conformidade e eficiência. Ao reforçar verdades, o setor avança de forma consciente, reduz riscos ambientais e fortalece um modelo produtivo que é exemplo de economia circular”, explica Murad.

* O ACV é uma metodologia reconhecida internacionalmente, que todos os estágios de um produto são analisados: desde a extração da matéria-prima, passando pelo processo de fabricação, uso e descarte, até possíveis reaproveitamentos. Com ela, é possível calcular a pegada de carbono de forma precisa, permitindo comparar alternativas e identificar onde estão os maiores ganhos em sustentabilidade.

Sobre Lwart Soluções Ambientais

Empresa 100% brasileira, a Lwart Soluções Ambientais é a líder nacional no segmento de coleta e rerrefino de óleo lubrificante usado ou contaminado e a única produtora na América Latina de óleos básicos de alta performance (Grupo II), a partir do óleo lubrificante usado. Focada em promover a sustentabilidade e fortalecer os princípios da economia circular, a Lwart atende anualmente cerca de 90 mil clientes; sua planta em Lençóis Paulista (SP) é uma das mais avançadas do mundo e é apoiada por 21 unidades de armazenamento temporário de óleo distribuídas por todo o país. Em 2026, se tornará a segunda maior rerrefinaria do mundo após a inauguração de uma nova fábrica. 

 


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