Região de Bauru teve queda de 3% no número de mortes no trânsito
Estatísticas do Infosiga SP apontam redução de 47% nos óbitos envolvendo ciclistas entre os anos de 2020 e 2021
De acordo com os novos dados do Infosiga SP, sistema do Governo do Estado gerenciado pelo programa Respeito à Vida e Detran.SP, a região de Bauru teve queda de 3% no acumulado de janeiro a dezembro nas mortes no trânsito na comparação entre os anos de 2020 e 2021. Foram apontadas 152 ocorrências fatais no ano retrasado contra 147 no ano passado.
Já no comparativo entre os meses de dezembro de 2020 com 2021, houve aumento de 40% nas fatalidades no trânsito. Foram contabilizados 10 acidentes em 2020 e 14 no ano passado. O número total de acidentes com vítimas, que incluem ocorrências não fatais, aumentou 12% na comparação entre dezembro de 2020 com 2021, de 580 para 648 ocorrências.
Houve queda de 47% nas mortes de ciclistas na comparação entre o acumulado de janeiro a dezembro de 2020 com 2021. O número de 15 óbitos no trânsito no ano retrasado caiu para oito em 2021. Em relação às ocorrências fatais com pedestres, nos doze meses de 2020 foram apontados 24 casos contra 20 óbitos registrados no mesmo período no ano passado, diminuição de 17%.
Também foi registrada queda de 16% nos óbitos de motociclistas, de 56 ocorrências de janeiro a dezembro de 2020 para 47 no mesmo período de 2021. Em relação às ocorrências fatais com ocupantes de automóveis, foram registradas 48 fatalidades no trânsito no ano de 2020 e 65 em 2021 (aumento de 35%).
Estado
O Estado de São Paulo registrou pequena queda no número de mortes no trânsito no comparativo entre o acumulado de janeiro a dezembro de 2020 com 2021. Foram contabilizados 4.864 óbitos por acidentes de trânsito no ano retrasado ante 4.844 em 2021 (-0,4%). Já na comparação entre os meses de dezembro de 2020 com o mesmo período do ano passado, houve um pequeno aumento de 2,6% nas fatalidades, de 427 para 438.
Sobre o programa Respeito à Vida
Programa do Governo do Estado de São Paulo, atua como articulador de ações com foco na redução de acidentes de trânsito. Gerido pela Secretaria de Governo por meio do Detran.SP, envolve ainda as secretarias de Comunicação, Educação, Segurança Pública, Saúde, Logística e Transportes, Transportes Metropolitanos, Desenvolvimento Regional, Desenvolvimento Econômico e Direitos da Pessoa com Deficiência.
O Respeito à Vida também é responsável pela gestão do Infosiga SP, sistema pioneiro no Brasil, que publica mensalmente estatísticas sobre acidentes com vítimas de trânsito nos 645 municípios do Estado. O programa mobiliza a sociedade civil por meio de parcerias com empresas e associações do setor privado, além de entidades do terceiro setor. Em outra frente, promove convênios com municípios para a realização de intervenções de engenharia e ações de educação e fiscalização.
Diversas medidas têm sido adotadas para reduzir a mortalidade relacionada nas rodovias do Estado de São Paulo. Entre elas, algumas de maior impacto podem ser destacadas.
Velocidade no atendimento
A redução no tempo de atendimento às vítimas de acidentes pode reduzir a mortalidade em até 60%. Em rodovias, esse aspecto é ainda mais relevante, dado os tempos naturalmente dispendidos entre o deslocamento da equipe de resgate até o local do acidente e, em situações mais graves, dali para o hospital mais próximo. Os socorristas chamam esse período crítico de “A Hora de Ouro”, que é absolutamente relevante para as estatísticas de salvamentos de acidentes de trânsito.
Iluminação em trechos urbanos
Estudos indicam forte redução de mortalidade em trechos urbanos de rodovias que foram iluminadas. Um estudo que reuniu resultados de 50 pesquisas referentes ao impacto sobre os acidentes da iluminação em vias previamente não iluminadas concluiu pela de redução de 60% em acidentes fatais nessas áreas.
Cinto de segurança no banco traseiro
Uma pesquisa realizada pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) em rodovias concedidas indicou, em 2019, que em torno de 10% das pessoas não usam o cinto de segurança nos bancos dianteiros e 30% no banco traseiro. Essa prática é de extrema importância e vem sendo estimulada por meio de campanhas educativas e fiscalização, uma vez que estudos indicam redução de mortalidade em torno de 25% para ocupantes do banco traseiro e 45% para os bancos dianteiros.
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