Fraude corporativa: o elo invisível que conecta riscos e falhas internas
Mais de 60% das empresas brasileiras sofreram fraudes em 2024 e poucas sabem rastrear quem operou o quê
Um dado alarmante: 63% das empresas brasileiras sofreram ao menos uma fraude de agosto de 2024 a agosto de 2025, segundo levantamento da Grant Thornton.
Os casos vão desde acesso indevido a sistemas até uso malicioso de credenciais internas. Mas há um ponto em comum entre boa parte deles: a ausência de rastreabilidade sobre “quem operou o quê” dentro da infraestrutura digital da empresa.
Com a digitalização acelerada de processos e a automação em alta, os certificados digitais se tornaram peças-chave da operação corporativa. Eles autorizam integrações, movimentam arquivos, liberam acessos e tomam decisões dentro dos sistemas. Mas, mesmo sendo críticos, seguem sendo pouco visíveis e não gerenciados com governança.
“Dizemos que é como dar várias chaves da empresa, mas não saber quem está usando cada uma delas”, explica José Luiz Vendramini, sales account manager da Redtrust na América Latina.
De acordo com o ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação), atualmente no Brasil mais de 15 milhões de certificados digitais estão ativos, dado que reflete a importância dos certificados no cenário governamental e empresarial. “Muitas corporações gerenciam esses ativos manualmente, o que as deixa vulneráveis até em ambientes tecnicamente avançados”.
Esse cenário se torna ainda mais crítico quando se observa a escala da digitalização no país. Segundo dados da Redtrust, 92% dos serviços públicos brasileiros já foram adaptados para o meio eletrônico, ampliando a dependência de certificados digitais em trâmites entre empresas e governo.
Ao mesmo tempo, 80% dos CNPJs no Brasil afirmam que a cibersegurança é uma prioridade, evidenciando uma contradição: enquanto o discurso é digital e seguro, a prática ainda é manual, descentralizada e sem monitoramento. Essa fragilidade ajuda a explicar por que fraudes internas e acessos indevidos seguem ocorrendo mesmo em ambientes tecnologicamente avançados.
Apesar da relevância dos certificados digitais, muitas empresas ainda não adotaram medidas adequadas para proteger e gerenciar esses ativos de forma eficaz.
Essa lacuna na segurança representa um risco significativo para a identidade digital das organizações, expondo-as a ameaças como roubo de dados e suplantação de identidade. "Nesse contexto, a Redtrust oferece uma solução abrangente que permite às empresas enfrentarem esses desafios com segurança e eficiência", completa José Luiz.
“Com o controle total delimitando quem acessa, quando e para qual finalidade, é possível garantir a integridade dos documentos e reduzir os custos operacionais”, finaliza.
Sobre a Redtrust
A Redtrust, empresa do grupo Keyfactor, é a solução escolhida pelas empresas para gerenciar e controlar sua identidade digital. O armazenamento dos certificados digitais em um gestor especializado garante segurança, tanto ao autenticar-se para realizar trâmites online com outras entidades e organismos públicos, quanto para assinar digitalmente documentos e comunicações.
Mais de 1.000 empresas, nos mais diversos setores como financeiro, energético, agronegócio e construção, confiam na Redtrust para uma gestão centralizada de seus certificados digitais, com os mecanismos necessários de controle sobre seus usos e ciclo de vida. A proteção dos certificados é assegurada ao serem armazenados em um servidor cifrado, único e independente.
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