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TOKIO MARINE SEGURADORA

FDC Longevidade Previdência destaca a reinvenção da previdência privada e o mercado emergente das previtechs no Brasil

LAYLA VALLIAS LAYLA VALLIAS

Desenvolvido pela Fundação Dom Cabral com o apoio técnico do Insights50+ - núcleo de pesquisa da Hype50+ - e patrocínio da Brasilprev, o estudo FDC Longevidade Previdência traz um mapeamento completo da reinvenção da previdência privada, diante da extensão da vida do brasileiro, e analisa como as fintechs e os subsegmentos como previtechs têm atuado para melhorar a experiência de consumidores na jornada da aposentadoria. O levantamento aponta, ainda, quais são as startups que estão liderando um mercado emergente no Brasil e no mundo. FDC Longevidade Previdência será lançado na terça-feira, 30 de novembro, às 19 horas, em um evento on-line gratuito. Inscrições: https://materiais.hype50mais.com.br/evento-fdc-longevidade-previdencia

A Revolução Prateada é uma realidade e atinge cidadãos globais de todas as faixas etárias, sobretudo porque repercute em diferentes dimensões da vida no presente e no futuro. Da economia à cultura, nada escapa ao impacto da longevidade. Para fomentar reflexões qualificadas sobre o envelhecimento populacional no Brasil e os seus desdobramentos no cotidiano, a Fundação Dom Cabral criou o projeto FDC Longevidade, que conta com uma série de estudos temáticos. O próximo lançamento será o trendbook FDC Longevidade Previdência – estudo que investiga e questiona como a previdência, sobretudo a privada, tem se reinventado diante de desafios econômicos e como novos mercados associados à tecnologia endereçam as demandas emergentes. A iniciativa tem o apoio técnico do Insights50+, núcleo de pesquisas da Hype50+, e o patrocínio da Brasilprev.

Segundo Antonio Batista da Silva Junior, presidente-executivo da Fundação Dom Cabral, ao mesmo tempo que o prolongamento da vida é uma conquista da civilização, a longevidade traz o imperativo de articular atores sociais, empresariais e públicos para a garantia dos direitos da população acima de 60 anos. “Há 45 anos, a instituição escolheu a educação como forma de contribuir para o desenvolvimento sustentável da sociedade e de exercer o nosso compromisso ético, apoiando organizações públicas, privadas e do terceiro setor, e as lideranças empresariais, sociais e políticas para endereçar os grandes desafios dos tempos contemporâneos. É nesse contexto que lançamos mais um estudo do projeto FDC Longevidade, uma iniciativa de geração e disseminação de conhecimento no campo da gestão em longevidade”, afirma.

Na análise de Angela Assis, presidente da Brasilprev Seguros e Previdência, o apoio ao mapeamento do ecossistema da longevidade – os gatilhos gerados a partir dos avanços da medicina e do aumento na expectativa de vida da população, as demandas de uso de reserva financeira versus as necessidades e os desejos dessas pessoas e seus diferentes perfis – é uma forma de a empresa colaborar com o fomento ao debate de questões relevantes de um mercado em ascensão. “Queremos dar foco total no nosso trabalho com a Fundação Dom Cabral para beneficiarmos os longevos com mais qualidade de vida, mantendo-os longe da ociosidade e, assim, gerarmos também novas oportunidades de negócio”, salienta a executiva, acrescentando que não se trata de olhar a longevidade apenas pelo prisma de quem já chegou lá, mas também para atender a uma demanda dos cidadãos de outras gerações.

Mercados emergentes: é preciso falar sobre dinheiro

Qual é o melhor futuro que podemos ter e como devemos nos preparar, financeiramente, para ele? Esse questionamento, segundo Layla Vallias – especialista em Economia Prateada, cofundadora do Insights50+ e uma das coordenadoras do estudo –, norteou a condução do trendbook FDC Longevidade Previdência. Ao lado da futurista e jornalista internacional Mariana Fonseca, cofundadora da Pipe.Social e da Pipe.Labo, e do economista Pedro Hércules, Layla coordena as edições da pesquisa Tsunami Prateado, o maior mapeamento brasileiro sobre longevidade. “Estudos como este evidenciam a necessidade de repensar a sociedade, os negócios e nossos planos de vida à luz da longevidade. Esse mergulho especial proposto por essa análise setorial focada na previdência e em finanças endereça a grande dor do envelhecimento sem planejamento: a conta da aposentadoria não fecha. Precisamos falar sobre dinheiro, considerando a visão da maturidade para construirmos melhores futuros”, afirma.

Entre os destaques, o mapeamento FDC Longevidade Previdência traz uma reflexão relevante de como seguros e previdência, juntos, podem ser a resposta para os desafios da temática no presente, prevendo os impactos no futuro. Em todo o mundo, os sistemas públicos e os produtos financeiros para os maduros foram pautados, até então, por riscos como morte, acidente e fragilidade – e tendo como característica a curta duração. A partir do momento em que a longevidade passa a ser uma realidade para um número maior de pessoas, essa lógica ganha um elemento de peso: a extensão do tempo.

Na prática, surgiram novas necessidades de seguros contra riscos que eram raros no passado, e o Brasil apresenta uma oportunidade considerável para esse mercado: enquanto no mundo 7,2% da população tem algum tipo de seguro, nos Estados Unidos essa porcentagem sobe para 11,4% – com produtos como Cuidados de Longo Prazo, que cobre eventuais custos do segurado com Instituições de Longa Permanência e cuidados profissionais. O país tem a marca de 4%, portanto, há muito espaço para novos produtos e serviços que eduquem e ajudem todos a se preparar para uma vida cada vez mais longeva.

De olho nesse movimento emergente, têm surgido, entre as fintechs nacionais, soluções que buscam agregar tecnologia ao processo de contratação e gestão de planos de previdência para gerir parte dos R$ 2,26 trilhões em ativos sob gestão, de acordo com o mais recente Relatório Gerencial de Previdência Complementar, da Subsecretaria do Regime de Previdência Complementar (SURPC). Em países como Estados Unidos e Inglaterra, com sistemas próprios de previdência privada, também já existem soluções inovadoras para atender a esse mercado. Em torno disso, emerge um subsegmento das fintechs: as previtechs (ou retiretechs, em inglês) – startups de tecnologia dedicadas a melhorar a experiência da jornada de aposentadoria.

Uma das empresas nacionais é a Onze – fundada em 2020 e que captou em 2021 R$ 53 milhões da Ribbit Capital, investidora do Nubank, da Brex e do Guiabolso. O modelo de negócios aposta em dois fatores: o primeiro é a facilidade de oferecimento de planos de previdência para os colaboradores de uma empresa, permitindo a criação de contribuições com desconto em folha, em que é possível ter maior aderência aos planos do que quando se depende do aporte direto; e, o segundo é a introdução de um serviço de checkup financeiro grátis, no qual colaboradores podem tirar dúvidas sobre suas finanças e se planejar melhor. Um exemplo norte-americano é o Silvur, aplicativo que ajuda quem vai se aposentar daqui a alguns anos a olhar todos os diferentes desafios em um só lugar, de forma simplificada e buscando a melhor combinação possível de escolhas. Com isso, a plataforma permite que assinantes acessem a um clube de benefícios, para ficar de olho nos principais gastos do maduro.

Da Inglaterra, o case é a PensionBee, criada em 2014 e que busca atacar um desafio específico dos usuários do sistema previdenciário britânico: no Reino Unido, é comum que uma pessoa que tenha sido empregada em várias instituições – e tenha contribuído para diversos fundos de pensão diferentes – enfrente dificuldades de gestão na hora de pensar em desacumulação. Diante desse desafio e com uso de tecnologia, essa previtech oferece a consolidação dos diversos planos em um só lugar. Além disso, automatiza a apropriação dos benefícios fiscais, reduzindo o trabalho do usuário contribuinte.

No Brasil, entre as insurtechs, há exemplos patrocinados por grandes seguradoras que investiram em diferentes modelos em busca de novos canais de vendas e inovação. Um dos cases destacados pelo FDC Longevidade Previdência é o Minuto Brasil. Aproveitando a facilidade de distribuição de produtos financeiros pela internet, a empresa une 16 seguradoras em uma plataforma, oferecendo ao cliente um maior número de informações e comparações que auxiliem na tomada de decisão. Foi uma das selecionadas brasileiras para a concorrida lista InsurTech 100, da FinTech Global. Distribui seguros de automóveis, acidentes pessoais, empresas, residência, viagem e vida.

PRINCIPAIS INSIGHTS DO ESTUDO ___________________________________________________________________________________________________________________

__CAPÍTULO #1 | OS DESAFIOS DA APOSENTADORIA

| IMPACTO DA PANDEMIA NA RENDA DAS FAMÍLIAS QUE DEPENDEM FINANCEIRAMENTE DE APOSENTADOS

Ana Amélia Camarano, pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) na área de demografia – com ênfase em Envelhecimento Populacional –, analisa, no mapeamento FDC Longevidade Previdência, o impacto da pandemia nas contas das famílias que tinham por suporte econômico a renda de aposentados. Hoje, um terço dos domicílios brasileiros tem um idoso, sendo que 71% da renda desses lares é oriunda deles, e 20% contam exclusivamente com esse valor para a subsistência. A especialista aponta que o país possui quase seis milhões de pessoas dependentes desses recursos que, em caso de óbito dos idosos, ficarão sem renda. Na análise da previdência, Ana Amélia aponta que o grande desafio é como financiar essa política. “Temos um modelo de repartição simples no qual quem está na ativa contribui para quem está inativo. O desafio é que o bolo cresce cada vez menos, porque tem relativamente menos gente em idade de trabalhar. Daqui a uns 10, no máximo 15 anos, esse bolo vai diminuir numericamente por conta da aceleração da queda da fecundidade. Outro fator que contribui para esse bolo diminuir é o aumento do número de pessoas que está na idade de trabalhar ou está trabalhando, mas não contribui para a seguridade social. E a tendência é diminuir ainda mais, porque com as novas ocupações e a uberização do trabalho, as pessoas que realizam essas atividades também não contribuem para o sistema. Por outro lado, o número de beneficiários ainda cresce e, com o aumento da longevidade, o tempo que essas pessoas passam recebendo o benefício também aumenta. Então, você tem uma balança em que um prato cresce e o outro decresce”, aponta.

| COMO A GERAÇÃO SANDUÍCHE PAGA (E PAGARÁ, NO FUTURO) A CONTA?

A geração sanduíche – que desempenha o triplo papel de filhos, pais e avós – tem enfrentado inúmeros desafios. Como filhos, precisam apoiar a geração anterior, ou seja, os pais idosos nos cuidados cotidianos; como pais e avós, dão suporte financeiro e emocional a duas gerações posteriores, na prática, aos seus descendentes que foram atingidos por uma crise financeira sem precedentes. No centro desta equação estão pessoas com idades entre 50 e 70 anos, bancando gastos que não imaginaram ter nessa idade. O plano de ter uma vida tranquila na aposentadoria foi atropelado pela longevidade dos próprios pais e pela impossibilidade de filhos e netos arcarem com os custos de empreender a própria vida. A pesquisa Tsunami60+, conduzida pela Hype50+ e Pipe.Social em 2018, aponta que 38% dos brasileiros com mais de 55 anos têm os pais vivos; o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, por sua vez, revela que, em 2016, 25,3% dos jovens, entre 25 e 34 anos, ainda viviam na casa dos pais. Esses números – anteriores ao agravamento da crise socioeconômica – apontam para uma estimativa do tamanho da geração sanduíche no Brasil.

“No mapeamento, destacamos quais são os grandes desafios de equilíbrio desses brasileiros e mostramos que os millennials estão chegando à Geração Sanduíche, que passa a ser mais jovem, mais feminina e mais diversa. Trouxemos à cena o debate de como esse grupo vai equilibrar as finanças em um cenário de aposentadoria completamente diferente da geração anterior. Ou seja, praticamente sem previdência e com um trabalho que se estende ao longo da vida e que tem características para além da carteira assinada”, afirma Layla Vallias, umas das coordenadoras do estudo.

__CAPÍTULO #2 | SOLUÇÕES FINANCEIRAS PRATEADAS

| GAP YEAR NA SEGUNDA ADOLESCÊNCIA (MIDDLESCENCE)

A parada para refletir e planejar o futuro é muito comum entre adolescentes, sobretudo os de alta renda. Por ser um período de incertezas e transição, a pauta se faz necessária para criarmos um espaço estratégico para desenhar o porvir. Na meia-idade, entre os 45 e 65 anos, essa demanda volta a aparecer e constitui a chamada segunda adolescência, ou Middlescence. O estudo FDC Longevidade Previdência aborda o conceito com a análise de Barbara Waxman, gerontóloga e fundadora da Odyssey Group Coaching LLC. No cerne do debate, como criar um colchão financeiro que permita essa parada para a reflexão antes dos próximos passos rumo a uma vida longeva.

| TRABALHO PRATEADO, GIG ECONOMY E EMPREENDEDORISMO

O trabalho na maturidade pode assumir diferentes contornos: emprego formal, empreendedorismo e atuação como freelancer para citar os formatos mais clássicos. Em todas as modalidades, os desafios apresentam diferentes faces que vão da escassez de oportunidades formais à precarização do trabalho e dificuldade de acessar recursos para investir. No empreendedorismo, para além da realização de um sonho antigo, há os que se aventuram na abertura de um negócio por sobrevivência e como forma de fechar a conta – já que a aposentadoria não paga os custos do mês ou não existe como alternativa.

O estudo FDC Longevidade Previdência detalha a pesquisa Maturis em Tempo de Covid-19, lançada pela Maturi em 2020; os dados revelam que a pandemia impactou, negativamente, a situação financeira de 53,3% dos entrevistados (a maioria acima de 51 anos). Como saída da crise, 13,8% dos maduros começaram a empreender e 30,5% procuraram novo emprego. Dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), de 2018, mostram que 21% dos aposentados continuam trabalhando, sendo que 47% deles seguem no mercado por necessidade financeira. O mapeamento aponta que a visibilidade do Tsunami Prateado fez com que as empresas repensassem políticas de contratação etária e formas de apoiar o empreendedorismo maduro. O trendbook traz um levantamento inédito dessas iniciativas no mundo.

| CIBERSEGURANÇA E PRODUTOS FINANCEIROS: COMO OS BANCOS MUDARAM A FORMA DE ENXERGAR O CLIENTE PRATEADO

Preocupados com o perfil do cliente maduro, os bancos iniciaram um movimento de repensar como atender adequadamente esse público. Da cibersegurança a produtos financeiros sob medida, essa movimentação é impulsionada – no Brasil e no mundo – por dados bastante concretos. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, de 2019, aponta que os brasileiros com 50 anos ou mais estão consistentemente entre os de maior renda; nas faixas de 50 a 59 anos, eles disputam a liderança com os acima de 60. Por um lado, isso aponta para a pujança de um mercado já existente; por outro, a chegada à maturidade pode significar maiores desafios para gerir as próprias finanças.

O levantamento analisa o artigo “The elderly, cognitive decline and banking”, publicado pela The Economist, que cita que o pico de nossas capacidades de lidar com finanças é atingido em torno dos 55 anos, entrando em declínio relativo em seguida. “Combinando esse dado com a proliferação recente das ferramentas digitais, muitas das quais todos tivemos de adotar desde o início das medidas de restrição à circulação impostas pelo combate à pandemia, temos uma bomba de riscos, que já está explodindo. O grupo torna-se um alvo prioritário para criminosos de todos os tipos em busca de subtrair parte desse patrimônio arduamente conquistado. Uma pauta importante para a cibersegurança”, afirma Mariana Fonseca, uma das coordenadoras do estudo, acrescentando que o número de ataques registrados pela Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) contra maduros aumentou 60% desde 2020. O trendbook traz uma lista de iniciativas globais de aprimoramento de segurança e disseminação de conhecimentos de tecnologia para os 60+, além de listar produtos e serviços para além do crédito consignado.

| INVESTIDORES PRATEADOS

Há investidores centenários? O FDC Longevidade Previdência mostra que sim e aponta que eles serão ainda mais frequentes no futuro. O levantamento traz, também, os números que comprovam o crescimento do índice de investidores jovens: em 2016, eles eram 175 mil, ou seja, 35% do total de investidores com até 39 anos; hoje, são cerca de dois milhões de brasileiros que vão envelhecer aplicando dinheiro na Bolsa. Com novas plataformas de investimento e corretoras digitais crescendo no país, eles se inspiram em prateados como Warren Buffet.

INSIGHTS50+ | Núcleo de pesquisas de tendências e inovação especializada no consumidor acima de 50 anos, o Insights50+, baseado em dados, ajuda empresas a criar produtos e serviços a surfar as oportunidades do oceano prateado. Da vivência de seis anos de consultoria pela Hype50+ e coordenação do Tsunami60+ – maior estudo sobre economia prateada do país –, o Insights50+ nasce para aprofundar conhecimentos no comportamento dos consumidores acima de 50 anos no Brasil e também em países como Argentina, Uruguai, México, Colômbia, Chile e Peru. Um dos produtos recentes é o Tsunami Latam – maior estudo no mundo sobre o tema. Entre os projetos já realizados estão clientes como Fundação Dom Cabral, Aché, Givaudan, Rede Globo, Hypera Pharma, Nestlé, Grupo Sura, BID e Universidad de San Andrés.

FUNDAÇÃO DOM CABRAL | A Fundação Dom Cabral é uma escola de negócios brasileira que há 45 anos tem a missão de contribuir para o desenvolvimento sustentável da sociedade por meio da educação, capacitação e do desenvolvimento de executivos, empresários e gestores públicos. Em 2020, a instituição ficou em 9º lugar no ranking de educação executiva do jornal britânico Financial Times. Desta forma, consolidou sua posição como a melhor escola de negócios da América Latina e a mais bem colocada do Brasil. Somente em 2020 passaram pela FDC mais de 20 mil profissionais entre executivos, empresários e gestores públicos. No campo social, a FDC desenvolve iniciativas de desenvolvimento, capacitação e consolidação de projetos, líderes e organizações sociais, contribuindo para o fortalecimento e o alcance dos resultados pretendidos por essas entidades. Assim, em 2020, a escola executiva lançou o FDC - Centro Social Cardeal Dom Serafim, concebido para apoiar jovens em situação de vulnerabilidade social, empreendedores populares, organizações sociais e seus gestores por meio do desenvolvimento e da capacitação.

BRASILPREV | Com 28 anos de atuação, a Brasilprev Seguros e Previdência S.A tem como acionistas a BB Seguros, braço de seguros, capitalização e previdência privada do Banco do Brasil, e a Principal, uma das principais instituições financeiras dos Estados Unidos. Líder do setor, a companhia conta com mais de R$ 300 bilhões em ativos sob gestão e uma carteira de 2 milhões de clientes. Especialista no negócio de previdência privada, com produtos acessíveis e serviços diferenciados, a Brasilprev conta com a rede de agências do Banco do Brasil como seu principal canal de distribuição.


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