Pandemia: conheça 4 mulheres inspiradoras que se reinventaram em meio à crise
O empreendedorismo feminino mostra que a força e criatividade da mulher são âncoras para manter negócios de pé
Você sabia que menos de 30 milhões de brasileiras são empreendedoras? Dados da última pesquisa divulgada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o Sebrae, mostram que apenas 24 milhões de mulheres empreendem no Brasil e 44% delas começaram um negócio por necessidade. Essa situação ficou ainda mais difícil com a pandemia e a crise financeira que ela provocou.
Outro levantamento, feito pelo Instituto Locomotiva e o Instituto Rede Mulher Empreendedora, em maio de 2020, mostrou que 39% dos negócios comandados por mulheres tiveram de interromper suas atividades a partir de março. Foi preciso muito "jogo de cintura" para se manter e se reinventar em meio ao novo Coronavírus. Em Brasília, temos 4 mulheres inspiradoras, que tiveram seus altos e baixos, mas conseguiram se reerguer.
A começar por Thais Yeleni. Com mais de 15 anos de experiência em gestão de academias, ela criou e preside o Sindicato das Academias do Distrito Federal, o Sindac DF. Hoje, ela se divide entre a maternidade, o Sindicato e ainda presta consultoria para estabelecimentos de todo o país. Além disso, é uma apaixonada por esportes, praticante de Surf e Skate, formada em Educação Física e Sistema de Informação. Preside a Associação Classic Brasil Esportes Radicais, a ACBER e também fundou a Federação do Skate do DF.
No começo da pandemia ela teve que correr contra o tempo e garantiu um protocolo de segurança rígido e completo para que toda academia estivesse apta e sem a disseminação do vírus. Recentemente, Thais lançou um selo, o Academia Segura, que garante a segurança dos estabelecimentos. "A ideia é que os alunos possam acompanhar como as academias estão seguindo o protocolo de prevenção à covid-19 estabelecido pelo setor", explica Thaís.
Carla Furtado, fundadora do Instituto Feliciência. Começou a carreira como jornalista, depois de mais de 15 anos trabalhando na área decidiu empreender em algo que fazia seus olhos brilharem. "Foi então que nasceu o instituto, com o intuito de trazer para o Brasil formações e metodologias inovadoras no campo na psicologia positiva e felicidade no trabalho", descreve.
Com a pandemia Carla teve que mudar o formato de atuação do instituto. Os cursos que antes eram presenciais, passaram todos para o ambiente virtual. Os simpósios, palestras, eventos, que eram realizados com importantes presenças internacionais e centenas de participantes, migraram para o online. Mesmo com todas as dificuldades, o Instituto cresceu durante a tempestade. A felicidade e bem-estar do trabalhador tem se tornado prioridade e o Instituto Feliciência tem auxiliado nesse processo.
Hoje Carla é Membro da International Positive Psychology Association (IPPA) e Facilitadora em Felicidade Interna Bruta pelo GNH Centre (Butão) em parceria com a Schumacher College (Inglaterra). Além disso, desenvolve programas de Felicidade com impacto real no engajamento dos colaboradores e na performance das empresas. Como palestrante internacional, tem se apresentado em diversos países, como Butão, Portugal, México, Hungria e Malásia e levado o nome do Instituto para o mundo.
Outro exemplo de perseverança é Fabiani Christine, fundadora da Remembear. No mercado desde 2003, Fabi se especializou na venda de presentes com significado e papelaria personalizada. Aos 42 anos, Fabi, como é chamada pelos mais próximos, se define como "empresária de espírito criativo e pesquisador". Formada em administração e marketing e pós graduada em marketing de varejo, ela é mãe de 3 filhos e apaixonada pelo que faz.
Mesmo precisando encerrar as atividades da loja física, Fabiani continuou vendendo seus produtos pela internet. Adotou o delivery e, com isso, conseguiu manter seu negócio de portas abertas. Agora no natal, época mais mágica do ano, Fabi lançou uma linha de produtos para decoração e presentes personalizados que são um verdadeiro sucesso. Além disso, a empresária idealizou campanha ImaginAÇÃO, em parceria com o projeto +AMOR, que busca arrecadar fundos para comunidade carente no DF, por meio do leilão de guirlandas natalinas.
Janaina Mundim também é uma mulher inspiradora. Diretora do Grupo ParaOuvir, ela é fonoaudióloga, pós-graduada em audiologia clínica, abriu sua primeira clínica, Biofono, em 2003. Quatro anos depois, surgia a ParaOuvir, maior empresa de aparelhos auditivos do Distrito Federal. Em 2013, participou da fundação da Ouvir Bem, empresa do mesmo segmento, e em 2018, da Clínica Escutar Mais, voltada a fonoterapia infantil.
"Percebemos, desde o começo da pandemia, que precisávamos cuidar do nosso público, por isso, desenvolvemos máscaras que permitiram não só a proteção contra o Coronavírus como também a leitura labial", afirma. Por causa dessa necessidade, a clínica criou um projeto de doação de equipamentos de proteção transparentes. Foram mais de 2 mil máscaras em modelos que deixam os lábios visíveis. Máscaras que foram doadas para familiares de pessoas com dificuldade para ouvir e profissionais que atendem a esse público.
Além disso, este ano, o Grupo ParaOuvir também inaugurou a ParaOperar Soluções Cirúrgicas, empresa que vende materiais para cirurgias eletivas. "Já estamos pensando em novas ações e projetos para 2021. Entre eles, uma nova edição da ParaOuvirBem, campanha onde doamos aparelhos auditivos às famílias carentes", conclui.
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